Titulo: Coleccao Argonauta 117: As Cidades Mortas (1967)
Idioma: PT-PT
Formato: CBR
# Paginas: 259
Scan/Restauro: Ruychi/Ruychi
Tamanho: 55.36MB
Resumo:
Clifford D. Simak regressa novamente a Coleccao Argonauta com uma das suas obras mais importantes e que lhe valeu um dos mais altos galardoes entre os que se destinam aos romances de Ficcao-Cientifica. Obra de excepcional valia, entretecida com uma imaginacao invulgar, ela da toda a medida do valor de Simak, do seu talento extraordinario. As Cidades Mortas, sendo embora um produto da mais liberta fantasia, nem por isso descreve menos um pesadelo plausivel e possivel.
Traduzido por Eurico da Fonseca, com a mestria, a fidelidade e o saber que caracterizam os seus trabalhos, As Cidades Mortas, de Clifford D. Simak, ingressam finalmente na Coleccao Argonauta, que a obra deste autor tem dado um acolhimento constante, satisfazendo o desejo dos numerosos admiradores portugueses deste grande escritor norte-americano de Ficcao-Cientifica. Ao lado de As Flores que Pensam, Guerra no Tempo, Mundos Simultaneos, Caminhavam como Homens, Engenheiros Cosmicos - romances de Cliffford D. Simak ja incluidos da Coleccao Argonauta -, As Cidades Mortas obtera certamente o assinalado sucesso que as suas obras anteriores ja alcancaram.
Autor: Clifford D. Simak
Titulo original: City
1� Edicao: 1952
Publicado na Coleccao Argonauta em 1967
Capa: Lima de Freitas
Traducao: Eurico da Fonseca
Introducao:
A presente obra, pela sua forma estranha e pelo seu tema perturbador, ocupa um lugar a parte na literatura de ficcao-cientifica. E um dos maiores classicos dessa literatura. O maior de todos, segundo o inquerito feito pela revista Amazing, em 1956. Dez anos depois, em novo inquerito, os leitores dessa revista - agora denominada Analog - voltaram a considera-la como uma das dez melhores obras do genero, em todos os tempos.
E isso compreende-se, porque o drama do Homem - o divorcio entre o progresso material e a maturidade espiritual - em caso algum foi estudado tao profundamente e tao longe, quanto as suas consequencias. Tao longe que a existencia do Homem, perdido entre o conhecimento daquilo que o cercava e o desconhecimento do que havia dentro de si, ja nem sequer era uma lenda, mas sim aquilo que os caes - seus herdeiros sobre a Terra - consideravam como "um artificio de narracao".
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Nota: Este post e' fruto de uma parceria Mundoquadrinhos/TralhasVarias.
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