Monday, April 30, 2007

CRIADOR DE FLASH GORDON, JIM DAS SELVAS, NICK HOMES




CURIOSIDADE:
Este quadrinho destacado é o último desenho feito pelo artista. Minutos depois, morre num acidente automobilístico.
(2/10/1909 - 6/9/1956),



Alex Raymond- EUA
Alex Raymond (nascido Alexander Gillespie Raymond; 2 de Outubro de 1909, em New Rochelle, Nova Iorque - 6 de Setembro de 1956) foi desenhista dos Estados Unidos, criador de personagens como Rip Kirby (1946) (br.: Nick Holmes), Agente Secreto X-9 (1934) e Flash Gordon (1934). Seu virtuosismo e realismo nos desenhos inspirou o estilo de vários artistas e até muitos anos depois da sua morte, continua a influenciar o trabalho dos artistas de quadrinhos.
Depois de alguns trabalhos como assistente no final dos anos 20, nas séries Tim Tyler's Luck e Tillie the Toiler, Raymond alcançou a notoriedade quando foi contratado em 1934 para desenhar Flash Gordon, um personagem concorrente de Buck Rogers, o primeiro heróis espacial do gênero. Para completar a página, ele desenhou Jungle Jim (br.:Jim das Selvas), inspirado nas aventuras da selva de Tarzan. Seus personagens pareciam criados por encomenda para concorrer com outros. Por exemplo: Jim das Selvas veio para fazer frente ao Tarzan. o Agente X-9 a Dick Tracy e Flash Gordon ao Buck Rogers. Esta semelhança levou a Johnny Weissmuller (o eterno Tarzan) dar vida também ao Jim das Selvas. E Buster Crabber, o primeiro a(c)tor que interpretou Flash Gordon, a também encarnar a figura de Tarzan.
Depois dos êxitos nos anos 30 e início dos anos 40, Raymond interrompeu em 1944 a carreira para lutar na Segunda Guerra Mundial, servindo como fuzileiro nas batalhas do Pacífico. Ao retornar da Guerra, ela retomou o trabalho artístico anterior, criando outro personagem de sucesso internacional: Rip Kirby. Por esse trabalho ele recebeu o prêmio Reuben em 1949, concedido pela National Cartoonists Society.
Fonte: Wikipédia








CRIADOR DO SACARROLHA

Tres gênios dos quadrinhos do Brasil:
Edmundo Rodrigues,
Walmir Amaral de Oliveira e
Primaggio Mantovi.

Estes aertistas se profissionalizaram na adolescência.





Primaggio Mantovi - Brasil


Primaggio, nasceu na Itália em janeiro de 1945 e começou a desenhar com, aproximadamente, seis anos apenas para imitar o irmão mais velho. Desde então, ele nunca mais parou.
Em 1954, quando estava com nove anos, mudou-se para o Brasil (Rio de Janeiro).

Em 1964, depois de um rápido curso de propaganda, (no Instituto Técnico Oberg - RJ) começou, na Rio Gráfica e Editora, retocando histórias em quadrinhos estrangeiras (como quase todo o desenhista de quadrinhos), além de ilustrar alguns anúncios e contos de faroeste
Curiosamente, sua estréia nos quadrinhos se deu com um de seus ídolos de infância, Rocky Lane, um cowboy do cinema americano dos anos 40/50. De dezembro de 65 a janeiro de 68, Primaggio escreveu e desenhou oito histórias do cowboy

Durante esse período, era responsável, também, pela maioria das capas das publicações de quadrinhos da editora, produzindo cerca de 200, do lay-out às cores. Paralelamente, produziu também algumas capas de terror para a Editora Taika de São Paulo e outras para a coleção de livros policiais, Enigma.
Ainda na Rio Gráfica, fez algumas ilustrações para as revistas Meia-Noite e Contos de Amor, mas sua grande chance veio por meio do Recruta Zero: devido a falta de material americano, a editora precisava de alguém que escrevesse e desenhasse as histórias do Recruta. Primaggio acabou assumindo a incumbência, passando, a partir de então, a trabalhar também com roteiros e desenhos humorísticos.
De novembro de 68 a janeiro de 71, o autor escreveu, desenhou e coloriu cerca de 50 histórias do Recruta Zero, algumas do, o Soldado Raso, (o mesmo personagem com outro nome) para a Editora Saber S/A., de São Paulo.

Em 1970, depois de escrever e desenhar algumas histórias de Topo Gigio, passou à chefia do Departamento de Arte da Rio Gráfica e Editora. No mesmo ano, a editora promoveria um concurso interno para a criação de um personagem e o vencedor seria lançado em revista própria.
Primaggio vinha desenvolvendo, há algum tempo, um palhaço de nome Sacarrolha, inspirado na sua admiração pelo alegre e descontraído ambiente do circo, um tema universal, que vinha de encontro à sua convicção de que: "criar um personagem regional significa limitá-lo já no seu nascimento".
Sacarrolha acabou ganhando o concurso além de um contrato de três anos de publicação na Editora. O primeiro número da Revista Sacarrolha foi para as bancas em janeiro de 1972, com uma tiragem de 160.000 exemplares, atingindo uma venda de 130.000.

Em meados de 1972 (logo após ter saído da Rio Gráfica), Primaggio desenvolveu (ainda para a empresa), os desenhos dos personagens do projeto Chacrinha em Quadrinhos. Mas, com a transferência do animador da TV Globo para a extinta TV Tupi, acabou cancelado.
No início de 1973, Primaggio foi convidado para trabalhar na Editora Abril, com a qual já colaborava há alguns meses, escrevendo e desenhando histórias em quadrinhos com os personagens de Walt Disney, seu maior inspirador.

Mudou-se então para São Paulo assumindo, na Editora Abril, o cargo de Coordenador do Centro de Criação. Sua tarefa era cuidar da Escolinha Disney (destinada a desenvolver novos talentos), sem, no entanto, deixar de criar histórias em quadrinhos com os personagens de Walt Disney e outros como:
A Pantera cor-de-rosa, Os Herculóides e Zan. Paralelamente, continuou produzindo a Revista Sacarrolha, ainda vinculada a Rio Gráfica por contrato. Ainda em 1973, criou as personagens Cafuné e Acácio, para a revista Crás.
Em 1976, passou a coordenar o Setor de Revistas Nacionais da Editora Abril (responsável por Mônica, Cebolinha, Pelezinho, Cacá e Sua Turma e Gabola) e criou O Veterinário, (mais um personagem universal) para utilização exclusiva em tiras de jornal, publicado então, em cerca de 20 periódicos.

Em 1976, passou a coordenar o Setor de Revistas Nacionais da Editora Abril (responsável por Mônica, Cebolinha, Pelezinho, Cacá e Sua Turma e Gabola) e criou O Veterinário, (mais um personagem universal) para utilização exclusiva em tiras de jornal, publicado então, em cerca de 20 periódicos.
No mesmo ano, o contrato do Sacarrolha com a Rio Gráfica terminou (após 36 edições) e Primaggio lançou o personagem na revista Diversões Juvenis da Editora Abril. Mas, como a periodicidade do Sacarrolha, na Abril, era quadrimestral, não durou mais do que um ano (quatro edições).
Em 1978, Primaggio escreveu algumas sátiras em quadrinhos para a revista Pancada, também da Editora Abril.
Em janeiro de 1979, o autor foi incumbido de montar (sempre na Editora Abril), o Estúdio de Quadrinhos Disney, um departamento destinado a organizar e produzir modelos de personagens e manuais para auxiliar o trabalho dos desenhistas e roteiristas, além de desenvolver novos talentos e também, controlar a qualidade das histórias Disney produzidas no Brasil.
Em 1980, no intuito de lançar o Sacarrolha no campo de merchandising, Primaggio fundou a Pejota Produções Artísticas.
Em outubro de 1983, depois de ter o seu personagem estampado em dezenas de produtos, voltou ao segmento editorial com a revista de atividades infantis Diversões do Sacarrolha, lançada pela Editora D-Arte de Rodolfo Zalla (com quem Primaggio trabalhara, como roteirista, em histórias do Zorro). Diversões esteve, mensalmente, nas bancas, de 1983 a 1985, totalizando 13 edições.
Em 1984, o Estúdio de Quadrinhos deixou de cuidar apenas dos personagens de Walt Disney, acumulando à produção, histórias de personagens como:

Luluzinha, Moranguinho, He-Man, Alegria, etc. Naquela época, Primaggio era responsável de uma produção de, aproximadamente, 300 páginas mensais.
Em 1985, o autor criou o personagem Dr. Sarakura para o house organ, Vida Médica

Em 1986, lançou pela Editora Noblet, a revista de atividades e quadrinhos, Diversões do Gran Circo Kabum, reunindo os personagens Sacarrolha e O Veterinário.
Em 1988, sempre na Editora Abril (agora Editora Abril Jovem), Primaggio passou à direção da Redação de Revistas Infantis, sem os personagens de Walt Disney. A partir de então, passou a criar e desenvolver histórias em quadrinhos com Os Trapalhões, Sérgio Mallandro, Gugu, He-Man, Luluzinha, entre outros.
Paralelamente, publicou, na revista Zooneland, da Holanda, seu personagem O Veterinário, já batizado de Dr. Zôo.
Após participar do Congresso de Lucca (Itália, 1990), Primaggio uma breve colaboração, como roteirista, com a Walt Disney Company Italiana.
Em 1990, o autor passou a ministrar cursos, palestras e workshops, sobre criação de roteiros e personagens, técnicas e processamento de histórias e revistas em quadrinhos.
Em 1990 e 1991, a revista Os Trapalhões, produzida na redação de Primaggio, ganhou o prêmio HQ Mix de Melhor Revista Infantil. Em 1991, essa mesma redação, produziu Didi Volta para o Futuro, a primeira Graphic Novel Infantil totalmente nacional. No ano seguinte, Didi Volta, foi premiada em todas as categorias da área de quadrinhos, totalizando sete "estatuetas".
Em fevereiro de 1992, Primaggio participou do II Encuentro Iberoamericano de Historietas, em Havana, Cuba, publicando, posteriormente, o Dr. Zôo, naquele país.
No final do mesmo ano, o autor voltou a participar do Congresso de Lucca, na Itália.
Em agosto de 1993, Primaggio retornou à Redação Disney, como Diretor de Redação.

Em 1994, planejou a edição comemorativa 60 Anos do Pato Donald que receberia o prêmio
HQ Mix, na categoria Melhor Lançamento. Ainda em 1994, Primaggio passou a cuidar, também, de outras publicações de quadrinhos infantis como: Pica-Pau, TV Colosso e Senninha.
Em Setembro de 1995, Primaggio foi aos Estados Unidos e conseguiu uma autorização, dos Estúdios Disney, para produzir no Brasil, histórias em quadrinhos com os personagens dos novos Clássicos de Animação, como: O Corcunda de Notre Dame e Hércules.
Em 1996, a redação dirigida por Primaggio, lançou os personagens japoneses, Sailor Moon e Dragon Ball. Sailor Moon, receberia o prêmio HQ Mix de Melhor Lançamento do Ano.
Em 1997, Primaggio participou, na França, de um encontro com os produtores Disney do mundo todo. Como resultado, a Abril Jovem, firmou um contrato com a Dinamarca, para produzir, no Brasil, histórias em quadrinhos Disney, para uso naquele país.

Em Setembro de 1997, a crise das revistas em quadrinhos, no Brasil, chegou a seu ápice. Com isso, a Editora Abril Jovem, entrou em contenção de despesas e demitiu Primaggio e, praticamente, toda a equipe de criação do grupo.
Em outubro deste mesmo ano, Primaggio reuniu uma equipe para trabalhar com ele na Primaggio Grupo de Arte, começando uma breve produção de histórias em quadrinhos para a Disney Italy.

Em janeiro de 1998, a Abril Jovem convida Primaggio para desenhar as HQs baseadas no novo Clássico Disney, Mulan. O material produzido pela Primaggio Grupo de Arte, seria utilizado, posteriormente, na promoção Mc lanche Feliz, do grupo Mc Donald... curiosamente, sem os créditos do produtor.

Em janeiro de 1999, ainda para a Abril Jovem, o grupo desenhou as HQs, baseadas no novo clássico de Disney, Tarzan, assim como, uma série de histórias em quadrinhos com o personagem Zé Carioca.
Ainda no primeiro semestre, a Tomcor, empresa detentora dos direitos do Xaropinho, (aquele personagem do Programa do Ratinho), contratou a Primaggio Grupo de Arte para transformar o Xaropinho em personagem de histórias em quadrinhos, atividades, merchandising e filmes animados.
Paralelamente, Primaggio passou a cuidar das revistas infantis da, hoje extinta, Fractal Edições, incluindo títulos como: Rugrats, os Anjinhos e Eu Gosto de Ler Batman e Super-Homem.
Em seguida, o grupo passou a ilustrar algumas revistas evangélicas da Editora Cultura Cristã. Dentre os vários projetos que o grupo desenvolveu, destacaram-se: produção de histórias em quadrinhos do Garfield, para os EUA; adaptação dos Mamíferos (aqueles filhotes de animais da Parmalat) para uso em histórias em quadrinhos, atividades e merchandising e produção de capas de CD para a CID Entertainment Ltda., do Rio de Janeiro.
Em meados de 2000, Primaggio, pessoalmente, voltou a produzir para a Abril Jovem (novamente Editora Abril), alguns roteiros para HQs Disney e também para A Turma do Parque, com os personagens do Parque do Gugu, criados pelo desenhista Moacir Rodrigues.
Em março de 2001, o grupo ilustrou livros didáticos para a Editora Lago, de Curitiba, e Primaggio desenvolveu, junto com a HGN (estúdio do animador, Haroldo Guimarães Neto), o universo de personagens do Projeto Tamar, para uso em quadrinhos e tiras de jornal.
Em meados do mesmo ano, Primaggio fechou contrato com a Via Lettera, para publicação de Luciano, um álbum em quadrinhos, com roteiro de Primaggio e desenhos de Fernando Bonini.

Em setembro do mesmo ano, o autor passou a traduzir (para a Editora Abril) as HQs italianas das revistas Disney e Witch e, paralelamente, começou a escrever o livro "100 Anos de Western", a ser lançado em 2003, ano do centenário do gênero. Em Outubro, a Primaggio Grupo de Arte, produz para Franco Associados, a primeira edição de atividades do novo Sítio do Pica-pau Amarelo, da Editora Globo.
Logo após esse trabalho, o Grupo de Arte se dissolveu e Primaggio voltou à sua carreira "solo".
Em 2003, Primaggio continuou fazendo traduções para as histórias em quadrinhos italianas da Editora Abril e também para álbuns e tiras da Ópera Graphica Editora. Paralelamente, voltou a colaborar com a HGN, ora criando Story Board para o Projeto Tamar, ora escrevendo roteiros para comerciais.
Durante os meses de abril, maio e junho, ministrou, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, o curso "Bastidores de um Gibi", destinado a ensinar o sistema utilizado pelas grandes editoras na produção de uma revista em quadrinhos.
Em 16 de agosto de 2003, o autor lançou "100 Anos de Western" e, no dia 6 de dezembro, "Curiosidades do Western", seu segundo livro, ambos com o selo da Ópera Graphica Editora.

Em janeiro de 2004, Primaggio começou a escrever um novo livro (com lançamento previsto para meados de 2005). Seus planos para esse ano: ministrar cursos de HQs, Criação de Personagem e Roteiro, em geral; lançar o, 'postergado', álbum Luciano, pela Via Lettera e lançar um Álbum reunindo todas as tiras do Dr. Zôo, o Veterinário. Atualmente, Primaggio está desenvolvendo roteiros para HQs do Gato Bubba, da Chiclete Adams.

Fonte: Site do Primaggio

Admiro o Primaggio pela sua simplicidade e humildade. Me recebeu duas vezes na redação da Abril como diretor
de quadrinhos, não usava gravata e nem tinha acessor.

Abraços,

Ayres
















CRIADOR DA TURMA DO PERERÊ E MENINO MALUQUINHO



Olá.
Antes de você ler a biografia do Ziraldo, leia esta estorinha publicada na TURMA DO PERERÊ nº 1, editado pela editora Abril.

Você encontra este gibi no blog, Banca dos gibis Bazucas
http://bancadosgibisbrazucas.blogspot.com.br/ 

Baixe este gibi aqui:
 http://www.4shared.com/file/pS0dsxrUba/A_Turma_do_Perer_03__Setembro_.html

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Ziraldo Alves Pinto - Brasil

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Ziraldo Alves Pinto nasceu em 24 de outubro de 1932 em Caratinga, Minas Gerais. É o mais velho de uma família de sete irmãos. Seu nome vem da combinação do nomes de sua mãe, Zizinha com o de seu pai Geraldo: assim surgiu o Zi-raldo, um nome único.
Passou a infância em Caratinga, onde cursou o Grupo Escolar Princesa Isabel. Em 1949 foi com o avô para o Rio de Janeiro, onde cursou dois anos no MABE (Moderna Associação de Ensino). Em 1950 voltou para Caratinga para fazer o Tiro de Guerra. Terminou o Científico no Colégio Nossa Senhora das Graças. Formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Minas Gerais em Belo Horizonte, em 1957.
No ano seguinte casou-se com D. Vilma, após sete anos de namoro. O casal tem três filhos, Daniela, Fabrizia e Antônio, e quatro netos.
Ziraldo tem paixão pelo desenho desde a mais tenra idade. Desenhava em todos os lugares - na calçada, nas paredes, na sala de aula... Outra de suas paixões desde a infância é a leitura. Lia tudo que lhe caia nas mãos: Monteiro Lobato, Viriato Correa, Clemente Luz ( O Mágico), e todas as revistas em quadrinhos da época. Já nesse momento, ao ler as páginas do primeiro "Gibi", sentiu que ali estava o seu futuro.
Revista O CRUZEIRO - capa de ZiraldoA carreira de Ziraldo começou na revista Era Uma Vez... com colaborações mensais. Em 1954 começa a trabalhar no Jornal A Folha de Minas com uma página de humor. Por coincidência foi esse mesmo jornal que publicou o seu primeiro desenho em 1939, quando tinha apenas seis anos de idade!
Em 1957, começou a publicar seus trabalhos na revista A Cigarra, e posteriormente em O Cruzeiro. Em 1963 começou a colaborar com O Jornal do Brasil, onde até hoje publica diariamente uma tira de comics. Trabalhou, ainda na revista Visão e Fairplay.
Ziraldo fez cartazes para inúmeros filmes do cinema brasileiro como Os Fuzis, Os Cafajestes, Selva Trágica, Os Mendigos, etc. Foi no Rio de Janeiro que Ziraldo se consagrou como um dos artistas gráficos mais conhecidos e respeitados nacional e internacionalmente.
Entretanto, dada a diversidade de sua obra, não é possível limitá-lo apenas às artes gráficas. É um artista que tem ao longo dos anos desenvolvido várias facetas de seu talento. Ziraldo é também pintor, cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista e escritor.
No decorrer dos anos 60 seus cartuns e charges políticas começaram a aparecer na revista O Cruzeiro e no Jornal do Brasil. Personagens como Jeremias, o Bom, a Supermãe e posteriormente o Mineirinho, tornaram-se popularíssimas.
É igualmente no início da década de 60, que realizou seu sonho infantil: transformou-se num autor de comics e lançou a primeira revista brasileira do gênero feito por um só autor, reunindo uma turma chefiada pelo Saci Pererê, figura mais importante do imaginário brasileiro.
Os personagens dessa turma incluíam um pequeno índio e vários animais formadores do universo folclórico brasileiro tais como a onça, o jabuti, o tatu, o coelho e a coruja. A Turma do Pererê marcou época na história dos quadrinhos no Brasil.
Em 1964, com a tomada do poder pelos militares, a revista encerrou sua carreira. Era nacionalista demais para sobreviver ao golpe fascista no Brasil. Entretanto, a força desses personagens, tão tipicamente brasileiros, resistiu aos duros anos do militarismo. Em 1973 a Editora Primor do Rio de Janeiro viria a reeditar em 3 álbuns uma seleção das melhores histórias do Saci Pererê com o nome - A Turma do Pererê. As histórias passaram então a fazer parte de vários livros didáticos publicados no país, ajudando a criança brasileira a conhecer melhor sua cultura.
Durante o período da Ditadura Militar ( 1964-1984 ), Ziraldo realizou um trabalho intenso de resistência à repressão. Fundou, junto com outros humoristas, o mais importante jornal não-conformista da história da imprensa brasileira, O Pasquim. Ziraldo considera que o Pasquim foi também o grande celeiro de humoristas pós 68.
Fonte: Site do Ziraldo
Ziraldo Alves Pinto
Alves, por parte de mãe
Pinto, por parte do pai
Atualmente, Ziraldo, publica o Menino maluquinho na Editora Globo.

Friday, April 27, 2007

CRIADORES DO SUPER HOMEM






Joe Shuster-foto de 1975

Joe Shuster



Jerry Siegel-foto recente.



Jerry Siegel
Jerome Jerry Siegel (17 de Outubro de 1914 - 28 de Janeiro de 1996) é uma das maiores figuras da história do cartum mundial. Artista norte-americano, criou em conjunto com Joe Shuster, o Superman.
Nascido a 17 de Outubro de 1914 em Cleveland, Ohio, sempre mostrou-se um ávido fã por histórias de ficção científica. Em 1929 (com 15 anos) publicou seu primeiro fanzine, intitulado "Cosmic Histories". Muitos outros exemplares do mesmo gênero foram publicados mais tarde, mas seu sucesso pleno ainda estava por vir... E não demorou muito, pois veio juntamente com um futuro novo amigo, que acabara de mudar-se do Canadá. Esta pessoa era Joe Shuster.
Shuster e Siegel encontraram-se logo após a chegada do primeiro em Cleveland. Devido ao fascínio de ambos pela ficção, logo viraram bons amigos. Além disso, Siegel encantara-se pela arte de Shuster, o qual desenhava especialmente bem.
Em 1932, a dupla lançava seu primeiro fanzine, chamado "Science Fiction", que foi o ponto de partida para o nascimento do Superman, personagem que mais tarde passou a ter a grande fama que tem.



Joe Shuster
Joe Shuster pode não ter sido mais poderoso do que uma locomotiva, e ele certamente nunca foi confundido com um pássaro ou um avião.

Mas o que é inequívoco é o legado duradouro do Toronto-nascidos co-criador do Superman. Juntamente com Jerry Siegel, ele "conseguiu dirigir a história em quadrinhos da América do Norte", disse Scott McCloud, um autor que escreveu extensamente sobre quadrinhos.

Shuster, o artista, e Siegel, o escritor, vendeu sua idéia para DC Quadrinhos em 1938 - e uma lenda nasceu.

Superman tem dado spawned seriados rádio, a televisão mostra, jornal tiras, video games e vários filmes - incluindo Superman Retorna, em teatros quarta-feira.

Embora Shuster e sua família deixou o Canadá quando era apenas 10 anos, ele nunca esqueceu a sua ligação ao seu nascimento país.

De facto, o seu primo foi uma das lendas do país comic - Frank Shuster do Wayne e Shuster comedy duo.

Shuster falou longamente de Superman's Canuck origens numa 1992 Toronto Star história - acreditava ser a última entrevista que ele fez antes da sua morte, alguns meses mais tarde. Cleveland-nascido Siegel morreu em 1996.

"Depois de Henry Mietkiewicz fez a entrevista final com Joe Shuster não havia qualquer dúvida quanto ao modo como importante Joe Shuster do património e canadense Canadian fundo era para ele", disse James Waley, fundador da canadense Joe Shuster Comic Book Creator Awards.

Como um jovem, Shuster foi um newsboy no Toronto Star, então conhecido como o Toronto Daily Star.

Ele originalmente chamado o jornal onde Clark Kent (Superman's "suave-mannered" alterar ego) trabalhou The Daily Star, depois da sua cidade natal papel, mas foi alterado em 1940 por um editor do mandatada para The Daily Planet.

"Ainda me lembro desenhar um dos primeiros grupos que apresentaram o jornal edifício", disse ele na entrevista com Mietkiewicz.

"Precisávamos de um nome, e estou lembrado espontaneamente o Toronto Star. Portanto, é dessa forma que eu letras. Estou decidido a fazê-lo sobre a maneira que o impulso do momento, porque a estrela foi tão grande influência em minha vida."

Shuster também disse no artigo que o Superman da cidade, Metropolis, foi modelado após Toronto, não Cleveland, onde ele estava vivendo na época ele primeiro chamou a superhero.

"Cleveland não foi quase tão metropolitana como Toronto foi, e não foi tão grande ou tão bonito", disse.

"Seja qual for edifícios Vi em Toronto permaneceu na minha mente e saiu sob a forma de Metropolis".

Que não seja um selo comemorativo em 1995 e uma emissão televisiva "património minuto" caracteriza Joe Shuster entregando um Superman desenho de um trem em Toronto janela para uma mulher chamada Lois (quadrinhos aficionados geralmente declarar o local a ser incorrecta, mas estamos satisfeitos Shuster's Memória foi honrado), Superman's Canadian raízes tenham sido pouco divulgada.

Nunca medo, existem pessoas para mudar isso.

Dois anos atrás, Waley fundou um prêmio em Shuster da honra, o que seria uma "maior consciência" da contribuição deste Canadian feita ao mundo dos quadrinhos e cultura popular.

Waley e outros, sobre os prêmios comissão também estão pensando em lançar uma campanha para obter Joe Shuster uma estrela no Passeio da Fama em Toronto. "Ele é certamente meritórios", disse Waley.

Superman é acreditado para ser a primeira do que é hoje a arquétipos superhero: a costumed crime-combatente com uma identidade secreta.

"(Siegel e Shuster) criou um personagem que realmente spawned todo um gênero", disse McCloud.

Os problemas jurídicos e financeiros que atormentado Siegel e Shuster são outros, mais infelizes, legado.

Eles venderam os direitos para a DC Quadrinhos Superman, em 1938, e depois de perder para fora em muitos dos milhões Superman foi gerando, as duas processado por mais dinheiro em 1947, mas foi despedido. Em 1978, DC Quadrinhos concordou em dar Siegel e Shuster $ 20000 anuais bolsas e restaurar seus criadores dos créditos.

"A vida é um conto cautelar em alguns aspectos por causa do fato de os problemas que tivemos com a propriedade do Superman caráter", disse Waley. "Mas não há descontos o brilho daquilo que trouxe para o campo e do impacto duradouro que teve caráter".

Fonte: Wikipédia