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Para saber mais sobre Primaggio Mantovi (Brindisi, 18 de janeiro de 1945), é um ilustrador e quadrinhista italiano radicado no Brasil.[1]
acesse sua biografia neste endereço:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Primaggio_Mantovi
OLHA EU AQUI RELENDO ESTAS RELÍQUIAS DEITADO NUMA REDE.
COM 1O ANOS EU LIA 6 OU MAIS GIBIS DE UMA VEZ.
HOJE, MAL CONSIGO LER A PRIMEIRA ESTÓRIA. HAHAHAHAHA
Tuesday, January 17, 2017
19 de junho de 2015
Entrevista com Wilson Vieira: Único desenhista
brasileiro a ilustrar Diabolik, personagem com
mais de 50 anos de vida editorial.
Entrevista realizada por Eduardo Baranowski.
Wilson Vieira foi o único brasileiro a trabalhar com O Rei do Terror, ilustrando dois episódios. O primeiro episódio foi publicado em outubro de 1976, era corrente o ano XV da publicação de Diabolik, número 22 daquele ano . O segundo foi publicado no número 3 do ano XVI, nas duas publicações seus desenhos foram arte-finalizados por Brenno Fiumali e Franco Paludetti. Abaixo podemos ver as capas das edições desenhadas e a entrevista concedida por Wilson Vieira.
Ano XV – nr 22Ano XVI – nr 3
1 – Primeiramente agradeço em nome do Blog por nos conceder esta entrevista. Wilson, para iniciar nos conte sobre você, onde nasceu, quando começou a ter interesse e quando começou a trabalhar com quadrinhos?
R= Sou eu quem agradeço, caro Eduardo, a você e ao Blog mencionado, por esta entrevista. Bem, nasci em 1949 aqui mesmo em São Paulo (Capital) e desde minha adolescência sempre gostei do que chamavam na época de gibis, lia sempre: O Cavaleiro Negro, O Cavaleiro Fantasma e outros. Porém nunca pensei que fosse me tornar justamente um Desenhista/Ilustrador de HQs.
2 – Quais os autores que mais o impressionaram e lhe serviram de inspiração?
R=Bem no início eram os autores desses personagens, depois com o passar do tempo, fiquei impressionado com inúmeros desenhistas tais como Joe Kubert, Victor de la Fuente, Sergio Toppi, Dino Battaglia e muitos outros por este mundo afora. Mas o Mestre realmente que me inspirou para desenhar e Ilustrar foi Michelangelo ou Miguel Ângelo se preferir; o grande pintor, escultor, arquiteto e poeta Italiano.
3 – Quais suas experiência profissionais ao longo de sua carreira?
R= Bem, vamos lá: Na Itália de 1973 a 1980 exerci a função de desenhista e ilustrador, para editoras europeias. No Brasil de 1980 até hoje exerço a função de roteirista, ensaísta, escritor, historiador e tradutor.
4 – Como começou a ligação com a Itália e seu trabalho com o estúdio Staff di If?
R= Inicialmente fui para a Itália, somente para terminar meus estudos, acabei conhecendo felizmente o editor e responsável pelo estúdio Staff di IF, o meu também amigo Gianni Bono. Lá ele acreditou em meus traços e passei de simples amador para um profissional da arte desenhada italiana, nos sete anos que lá estive, como um de seus colaboradores.
5 – E com a Bonelli?
R= Já como profissional o Gianni solicitou-me duas pranchas de prova para o personagem Il Piccolo Ranger (O Pequeno Ranger), que foram aprovadas e acabei desenhando três episódios, para o personagem que na época era um dos líderes de venda ao lado do Tex. Fui o único desenhista brasileiro a desenhar o personagem citado.
6 – Qual o motivo de abandonar os desenhos e se dedicar aos roteiros?
R= Voltei para o Brasil em 1980, após ter colaborado com a Bonelli Editore e comecei interessar-me mais pelas vidas dos personagens, pesquisando a fundo suas histórias pessoais daí para passar dos desenhos para os roteiros foi bem rápido e sem traumas (risos). Claro que também influiu a falta de tempo para exercer as duas funções.
7 – Como foi sua experiência com Diabolik, o que achou da mesma?
R= Sensacional. Realmente gostei muito pois Diabolik é um personagem único, cujos roteiros foram enviados pelas irmãs Giussani, com as quais aprendi muito na feitura de meus próprios roteiros, pois elas eram altamente detalhistas e exigentes, o que sou também e sempre dialogando com os desenhistas em plena simbiose artística. E por serem assim exigentes, foi realmente um trabalho árduo, mas altamente compensador em termos autorais, sem contar com os ótimos arte-finalistas italianos, para a realização vencedora dos episódios. Desenhei dois números completos e sou até hoje o único desenhista brasileiro a ter esse privilégio, ilustrando esse personagem ícone dos “fumetti” (Quadrinhos) Italianos.
8– Além dos quadrinhos, o que você acompanha?
R= Gosto de ler, assistir televisão (filmes de ação e terror) e pesquisar a fundo o que pretendo escrever.
9 – Quais seus projetos atuais?
R= Continuo escrevendo argumentos e roteiros, os quais, muitos deles já foram e são publicados aqui no Brasil, Argentina, França, Itália e Portugal; desenhados por ótimos desenhistas nacionais e italianos. Já escrevi para o site Tex Willer Blog, de Portugal, em verbetes, o Alfabeto do Velho Oeste e atualmente estou escrevendo ensaios para o site Italiano Dime Web, onde estou narrando a História do Oeste e estou aguardando também de um editor brasileiro a aprovação (já estão com ele, os três primeiros) de uma série de livros; 16 no total dessa saga.
10 – Como vê o futuro da Hq nacional? E a italiana?
R= Bem, a HQB o futuro será ainda a impressa e a digital; apesar do pouco espaço para tais publicações e com tantos ótimos roteiristas e desenhistas nacionais, infelizmente. A HQ Italiana está trilhando o mesmo caminho; só que lá existem centenas de editoras dispostas a suprir as solicitações dos leitores. Obrigado caro Eduardo e o espaço cedido do Blog, para esse gostoso, bate papo.
-Agradeço novamente a você, Wilson Vieira, por nos brindar com esta entrevista.
Começou com uma publicação trissemanal lançada às terças, quintas e sabados em formato tabloide, com 16 páginas em papel-jornal.No total foram 2051 edições, indo de 1937 a 1952. Após o número 1986 ganhou novo formato e maior número de páginas passando a se chamar "Novo O Globo Juvenil" mas este agora apenas com histórias completas. Por fim, já pela Rio Gráfica Editora, circularia ainda com mais 44 edições encerrando definitivamente em 1954. Havia também uma publicação mensal que durou 273 edições, durante o período de 1940 a 1963, além dos almanaques, lançados nos Natais de 1941 a 1964, totalizando 20 edições.
Tornou-se famoso por suas comédias estilo pastelão feita nos palcos, filmes, programas de rádio e TV e em suas músicas. Lewis também é conhecido por seu programa beneficente anual, o Jerry Lewis MDA Telethon, com o objetivo de ajudar crianças com distrofia muscular. Lewis ganhou vários prêmios honorários incluindo os do American Comedy Awards, The Golden Camera, Los Angeles Film Critics Association e do Festival de Venice, além de ter duas estrelas na Calçada da Fama.
Hal Foster foi o primeiro artista a desenhar o herói em tiras de aventura: a estréia foi na em novembro de 1928 na revista inglesa Tit-Bits, em 7 de janeiro de 1929, estreou nos jornais americanos, coincidentemente essa também foi a data de estréia da adaptação de outro herói dos pulps, Buck Rogers, foram publicadas as sessenta tiras diárias de "Tarzan of the Apes" assinadas por Foster[25] Foster só voltaria ao personagem em 1931, desenhando páginas dominicais coloridas. Ele é responsável por várias inovações de inspiração cinematográfica: campo e contra-campo, grandes planos e contra-luz. Ele seguiu fielmente os livros de Burroughs e nunca usou balões e, sim, textos incorporados aos quadrinhos.
Edição Maravilhosa foi uma coleção de quadrinhos baseada nas revistas americanas Classics Illustrated e Classic Comics, e publicada mensalmente pela EBAL, tanto a Classic Ilustrated, quanto a Edição Maravilhosa, publicaram histórias em quadrinhos baseada em obras literárias. O título veio das edições especiais do Suplemento Juvenil, primeira revista em quadrinhos publicada por Adolfo Aizen em 1934.
Nas primeiras 23 edições, a EBAL publicou histórias importadas, na edição 24, o jornalista Adolfo Aizen, fundador da EBAL, encomendou ao haitiano André LeBlanc, que adaptasse o livro O Guarani de José de Alencar.