Friday, June 8, 2018
Monday, February 12, 2018
Tuesday, February 6, 2018
Saturday, September 23, 2017
Cine QUADRINHOS
PRIMAGGIO MANTOVI
LANÇA GIBI Nº 1
CINE QUADRINHOS
Para saber mais sobre Primaggio Mantovi (Brindisi, 18 de janeiro de 1945), é um ilustrador e quadrinhista italiano radicado no Brasil.[1]
acesse sua biografia neste endereço:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Primaggio_Mantovi
Thursday, March 16, 2017
Tuesday, January 17, 2017
19 de junho de 2015
Entrevista com Wilson Vieira: Único desenhista
brasileiro a ilustrar Diabolik, personagem com
mais de 50 anos de vida editorial.
Entrevista realizada por Eduardo Baranowski.
Wilson Vieira foi o único brasileiro a trabalhar
com O Rei do Terror, ilustrando dois episódios. O primeiro
episódio foi publicado em outubro de 1976, era corrente o
ano XV da publicação de Diabolik, número 22 daquele ano
. O segundo foi publicado no número 3 do ano XVI,
nas duas publicações seus desenhos foram arte-finalizados
por Brenno Fiumali e Franco Paludetti. Abaixo podemos ver as
capas das edições desenhadas e a entrevista concedida por Wilson Vieira.
com O Rei do Terror, ilustrando dois episódios. O primeiro
episódio foi publicado em outubro de 1976, era corrente o
ano XV da publicação de Diabolik, número 22 daquele ano
. O segundo foi publicado no número 3 do ano XVI,
nas duas publicações seus desenhos foram arte-finalizados
por Brenno Fiumali e Franco Paludetti. Abaixo podemos ver as
capas das edições desenhadas e a entrevista concedida por Wilson Vieira.


1 – Primeiramente agradeço em nome do Blog por nos
conceder esta entrevista. Wilson, para iniciar nos conte
sobre você, onde nasceu, quando começou a ter interesse
e quando começou a trabalhar com quadrinhos?
conceder esta entrevista. Wilson, para iniciar nos conte
sobre você, onde nasceu, quando começou a ter interesse
e quando começou a trabalhar com quadrinhos?
R= Sou eu quem agradeço, caro Eduardo, a você e ao
Blog mencionado, por esta entrevista. Bem, nasci
em 1949 aqui mesmo em São Paulo (Capital) e desde
minha adolescência sempre gostei do que chamavam
na época de gibis, lia sempre: O Cavaleiro Negro,
O Cavaleiro Fantasma e outros. Porém nunca pensei que
fosse me tornar justamente um Desenhista/Ilustrador de HQs.
Blog mencionado, por esta entrevista. Bem, nasci
em 1949 aqui mesmo em São Paulo (Capital) e desde
minha adolescência sempre gostei do que chamavam
na época de gibis, lia sempre: O Cavaleiro Negro,
O Cavaleiro Fantasma e outros. Porém nunca pensei que
fosse me tornar justamente um Desenhista/Ilustrador de HQs.
2 – Quais os autores que mais o impressionaram e lhe
serviram de inspiração?
serviram de inspiração?
R=Bem no início eram os autores desses personagens,
depois com o passar do tempo, fiquei impressionado
com inúmeros desenhistas tais como Joe Kubert, Victor
de la Fuente, Sergio Toppi, Dino Battaglia e muitos
outros por este mundo afora. Mas o Mestre realmente
que me inspirou para desenhar e Ilustrar foi
Michelangelo ou Miguel Ângelo se preferir; o grande
pintor, escultor, arquiteto e poeta Italiano.
depois com o passar do tempo, fiquei impressionado
com inúmeros desenhistas tais como Joe Kubert, Victor
de la Fuente, Sergio Toppi, Dino Battaglia e muitos
outros por este mundo afora. Mas o Mestre realmente
que me inspirou para desenhar e Ilustrar foi
Michelangelo ou Miguel Ângelo se preferir; o grande
pintor, escultor, arquiteto e poeta Italiano.
3 – Quais suas experiência profissionais ao longo de
sua carreira?
sua carreira?
R= Bem, vamos lá: Na Itália de 1973 a 1980 exerci a
função de desenhista e ilustrador, para editoras europeias.
No Brasil de 1980 até hoje exerço a função de roteirista,
ensaísta, escritor, historiador e tradutor.
função de desenhista e ilustrador, para editoras europeias.
No Brasil de 1980 até hoje exerço a função de roteirista,
ensaísta, escritor, historiador e tradutor.
4 – Como começou a ligação com a Itália e seu trabalho
com o estúdio Staff di If?
com o estúdio Staff di If?
R= Inicialmente fui para a Itália, somente para terminar
meus estudos, acabei conhecendo felizmente o editor e
responsável pelo estúdio Staff di IF, o meu também amigo
Gianni Bono. Lá ele acreditou em meus traços e passei
de simples amador para um profissional da arte desenhada
italiana, nos sete anos que lá estive, como um de seus
colaboradores.
meus estudos, acabei conhecendo felizmente o editor e
responsável pelo estúdio Staff di IF, o meu também amigo
Gianni Bono. Lá ele acreditou em meus traços e passei
de simples amador para um profissional da arte desenhada
italiana, nos sete anos que lá estive, como um de seus
colaboradores.
5 – E com a Bonelli?
R= Já como profissional o Gianni solicitou-me duas
pranchas de prova para o personagem Il Piccolo
Ranger (O Pequeno Ranger), que foram aprovadas e
acabei desenhando três episódios, para o personagem
que na época era um dos líderes de venda ao lado do
Tex. Fui o único desenhista brasileiro a desenhar o
personagem citado.
pranchas de prova para o personagem Il Piccolo
Ranger (O Pequeno Ranger), que foram aprovadas e
acabei desenhando três episódios, para o personagem
que na época era um dos líderes de venda ao lado do
Tex. Fui o único desenhista brasileiro a desenhar o
personagem citado.
6 – Qual o motivo de abandonar os desenhos e se
dedicar aos roteiros?
dedicar aos roteiros?
R= Voltei para o Brasil em 1980, após ter colaborado
com a Bonelli Editore e comecei interessar-me mais
pelas vidas dos personagens, pesquisando a fundo
suas histórias pessoais daí para passar dos desenhos
para os roteiros foi bem rápido e sem traumas (risos).
Claro que também influiu a falta de tempo para exercer
as duas funções.
com a Bonelli Editore e comecei interessar-me mais
pelas vidas dos personagens, pesquisando a fundo
suas histórias pessoais daí para passar dos desenhos
para os roteiros foi bem rápido e sem traumas (risos).
Claro que também influiu a falta de tempo para exercer
as duas funções.
7 – Como foi sua experiência com Diabolik, o que
achou da mesma?
achou da mesma?
R= Sensacional. Realmente gostei muito pois Diabolik
é um personagem único, cujos roteiros foram enviados
pelas irmãs Giussani, com as quais aprendi muito na
feitura de meus próprios roteiros, pois elas eram
altamente detalhistas e exigentes, o que sou também
e sempre dialogando com os desenhistas em plena
simbiose artística. E por serem assim exigentes,
foi realmente um trabalho árduo, mas altamente
compensador em termos autorais, sem contar com
os ótimos arte-finalistas italianos, para a realização
vencedora dos episódios. Desenhei dois números
completos e sou até hoje o único desenhista
brasileiro a ter esse privilégio, ilustrando esse
personagem ícone dos “fumetti” (Quadrinhos) Italianos.
é um personagem único, cujos roteiros foram enviados
pelas irmãs Giussani, com as quais aprendi muito na
feitura de meus próprios roteiros, pois elas eram
altamente detalhistas e exigentes, o que sou também
e sempre dialogando com os desenhistas em plena
simbiose artística. E por serem assim exigentes,
foi realmente um trabalho árduo, mas altamente
compensador em termos autorais, sem contar com
os ótimos arte-finalistas italianos, para a realização
vencedora dos episódios. Desenhei dois números
completos e sou até hoje o único desenhista
brasileiro a ter esse privilégio, ilustrando esse
personagem ícone dos “fumetti” (Quadrinhos) Italianos.
8– Além dos quadrinhos, o que você acompanha?
R= Gosto de ler, assistir televisão (filmes de ação e
terror) e pesquisar a fundo o que pretendo escrever.
terror) e pesquisar a fundo o que pretendo escrever.
9 – Quais seus projetos atuais?
R= Continuo escrevendo argumentos e roteiros, os
quais, muitos deles já foram e são publicados aqui
no Brasil, Argentina, França, Itália e Portugal; desenhados
por ótimos desenhistas nacionais e italianos. Já escrevi
para o site Tex Willer Blog, de Portugal, em verbetes,
o Alfabeto do Velho Oeste e atualmente estou escrevendo
ensaios para o site Italiano Dime Web, onde estou
narrando a História do Oeste e estou aguardando também
de um editor brasileiro a aprovação (já estão com ele, os
três primeiros) de uma série de livros; 16 no total dessa saga.
quais, muitos deles já foram e são publicados aqui
no Brasil, Argentina, França, Itália e Portugal; desenhados
por ótimos desenhistas nacionais e italianos. Já escrevi
para o site Tex Willer Blog, de Portugal, em verbetes,
o Alfabeto do Velho Oeste e atualmente estou escrevendo
ensaios para o site Italiano Dime Web, onde estou
narrando a História do Oeste e estou aguardando também
de um editor brasileiro a aprovação (já estão com ele, os
três primeiros) de uma série de livros; 16 no total dessa saga.
10 – Como vê o futuro da Hq nacional? E a italiana?
R= Bem, a HQB o futuro será ainda a impressa e a
digital; apesar do pouco espaço para tais publicações
e com tantos ótimos roteiristas e desenhistas nacionais,
infelizmente. A HQ Italiana está trilhando o mesmo
caminho; só que lá existem centenas de editoras dispostas
a suprir as solicitações dos leitores. Obrigado caro
Eduardo e o espaço cedido do Blog, para esse gostoso,
bate papo.
digital; apesar do pouco espaço para tais publicações
e com tantos ótimos roteiristas e desenhistas nacionais,
infelizmente. A HQ Italiana está trilhando o mesmo
caminho; só que lá existem centenas de editoras dispostas
a suprir as solicitações dos leitores. Obrigado caro
Eduardo e o espaço cedido do Blog, para esse gostoso,
bate papo.
-Agradeço novamente a você, Wilson Vieira, por nos
brindar com esta entrevista.
brindar com esta entrevista.
Entrevista realizada por Eduardo Baranowski.
Sunday, May 29, 2016
NOVO GLOBO JUVENIL - RGE
Começou com uma publicação trissemanal lançada às terças, quintas e sabados em formato tabloide, com 16 páginas em papel-jornal. No total foram 2051 edições, indo de 1937 a 1952. Após o número 1986 ganhou novo formato e maior número de páginas passando a se chamar "Novo O Globo Juvenil" mas este agora apenas com histórias completas. Por fim, já pela Rio Gráfica Editora, circularia ainda com mais 44 edições encerrando definitivamente em 1954. Havia também uma publicação mensal que durou 273 edições, durante o período de 1940 a 1963, além dos almanaques, lançados nos Natais de 1941 a 1964, totalizando 20 edições.
EPOPÉIA 1ª SÉRIE - EBAL
Marco Polo (Veneza, 15 de setembro de 1254 – Veneza, 8 de janeiro de 1324) foi um mercador, embaixador e explorador. Nasceu na República de Veneza na Idade Média. Juntamente com o seu pai e seu tio, Nicolau Polo e Matteo Polo, foram uns dos primeiros ocidentais a percorrer a Rota da Seda. Partiram no início de 1272 do porto de Laiasso (Layes) na Arménia. O relato detalhado das suas viagens pelo oriente, incluindo a China, foi durante muito tempo uma das poucas fontes de informação sobre a Ásia no Ocidente.
Monday, April 25, 2016
O HERÓI 1ª SÉRIE - EBAL
Durango Kid é um cowboy fictício do cinema e dos quadrinhos. Ele surgiu pela primeira vez no faroeste B de 1940 O Cavaleiro de Durango (The Durango Kid). O personagem somente seria retomado em 1945, quando a Columbia Pictures iniciou uma série que renderia sessenta e quatro filmes até 1952, todos interpretados pelo ator Charles Starrett. Ela foi relançada na televisão brasileira nos anos 1960, com grande sucesso.
Friday, April 15, 2016
O GAROTÃO - JERRY LEWIS - EBAL - COMPLETO
Jerry Lewis, nome artístico de Joseph Levitch (Newark, 16 de março de 1926), é um comediante, roteirista, produtor, diretor e cantor norte-americano.
Tornou-se famoso por suas comédias estilo pastelão feita nos palcos, filmes, programas de rádio e TV e em suas músicas. Lewis também é conhecido por seu programa beneficente anual, o Jerry Lewis MDA Telethon, com o objetivo de ajudar crianças com distrofia muscular. Lewis ganhou vários prêmios honorários incluindo os do American Comedy Awards, The Golden Camera, Los Angeles Film Critics Association e do Festival de Venice, além de ter duas estrelas na Calçada da Fama.
Sunday, March 20, 2016
TARZAN 1ª SÉRIE - EBAL
Hal Foster foi o primeiro artista a desenhar o herói em tiras de aventura: a estréia foi na em novembro de 1928 na revista inglesa Tit-Bits, em 7 de janeiro de 1929, estreou nos jornais americanos, coincidentemente essa também foi a data de estréia da adaptação de outro herói dos pulps, Buck Rogers, foram publicadas as sessenta tiras diárias de "Tarzan of the Apes" assinadas por Foster[25] Foster só voltaria ao personagem em 1931, desenhando páginas dominicais coloridas. Ele é responsável por várias inovações de inspiração cinematográfica: campo e contra-campo, grandes planos e contra-luz. Ele seguiu fielmente os livros de Burroughs e nunca usou balões e, sim, textos incorporados aos quadrinhos.
VOCÊ JA PERCEBEU QUE
MUNDOQUADRINHOS
FEZ PARCERIA COM O
GUIAEBAL?
GUIAEBAL, É UM BLOG SÉRIO, QUE ESTÁ RESGATANDO A HISTÓRIA DA EXTINTA EDITORA EBAL.
Saturday, February 27, 2016
INVICTUS 1ª SÉRIE - EBAL
Esta série começou em abril de 1957 e terminou em Setembro de 1961, apresentando clássicos da literatura.
Sunday, February 21, 2016
EDIÇÃO MARAVILHOSA 1ª SÉRIE - EBAL
Edição Maravilhosa foi uma coleção de quadrinhos baseada nas revistas americanas Classics Illustrated e Classic Comics, e publicada mensalmente pela EBAL, tanto a Classic Ilustrated, quanto a Edição Maravilhosa, publicaram histórias em quadrinhos baseada em obras literárias. O título veio das edições especiais do Suplemento Juvenil, primeira revista em quadrinhos publicada por Adolfo Aizen em 1934.
Nas primeiras 23 edições, a EBAL publicou histórias importadas, na edição 24, o jornalista Adolfo Aizen, fundador da EBAL, encomendou ao haitiano André LeBlanc, que adaptasse o livro O Guarani de José de Alencar.
Friday, February 19, 2016
TARZAN 5ª SÉRIE - EBAL
No Brasil, a primeira publicação de Tarzan deu-se a partir do número 31 do Suplemento Juvenil, em 10 de Outubro de 1934, com Tarzan, O Filho das Selvas, a história desenhada por Harold Foster cinco anos antes. Com o sucesso, as tiras foram reunidas no álbum "A Primeira Aventura de Tarzan em Quadrinhos", relançado em 1975 pela EBAL. Em seguida o Suplemento Juvenil passou a publicar A Volta de Tarzan e depois histórias de Rex Maxon e Burne Hogarth. O primeiro número da revista dedicada exclusivamente ao herói data de julho de 1951 e trazia uma foto de Lex Barker na capa. A revista seria a mais duradoura da história da EBAL, tendo sido editada, de várias formas em cores, em preto e branco, formatinho, formato americano, tamanho padrão, mensal, bimestral etc—até 1989.
Subscribe to:
Posts (Atom)















































