Friday, October 26, 2012
Tuesday, October 23, 2012
Saturday, October 20, 2012
Friday, October 19, 2012
Thursday, October 18, 2012
Tuesday, July 31, 2012
PARA VOCÊ, QUE AINDA NÃO
CONHECE MEUS QUADRINHOS,
BAIXE O ALMANAQUE AYRES E CONHEÇA MEUS PERSONAGENS.
ENTRE EM CONTATO COMIGO PELO EMAIL:
ayresbr@hotmail.com
BAIXE ESTE MEU GIBI AQUI: ghttp://www.mediafire.com/?787q1am7ng3i8i1
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Tuesday, May 8, 2012
Sunday, January 15, 2012
ALMANAQUE AYRES
Os outros blogs parceiros podem postar o almanaque do AYRES.
Ficarei honrado com sua divulgação.
ghttp://www.mediafire.com/?787q1am7ng3i8i1
g
Gibi montado por Chutenosaco a quem agradeço de coração.
Clic abaixo para baixar.
http://www.mediafire.com/?h3j12et17bruq7k
Saturday, April 2, 2011
JAIME CORTEZ
http://jaymecortez.blogspot.com/
É com grande satisfação que informamos que está no ar o blog em homenagem ao Jayme Cortez.
Esta iniciativa é um primeiro passo para a divulgação da vida e obra do Mestre.
O blog não está completo, pois o material para ser publicado é muito vasto, e aos poucos incluiremos novas imagens.
Aproveito para pedir ajuda a todos que possuam imagens de ilustrações ou fotos relacionadas ao conteúdo do blog e também com a identificação de pessoas, lugares e datas para que as informações sejam as mais corretas possíveis.
Esperamos que todos gostem.
Grande abraço
Fabio Moraes & Jayme Cortez Filho
Fabio Moraes
15-3294-2030
11-9923-4508
011-9543-6599
EU ESTAVA DEVENDO A ESTE GRANDE ARTISTA, QUE MUITO CONTRIBUIU PARA OS QUADRINHOS BRASILEIROS, UMA POSTAGEM PARA DIVULGAR O SEU NOME.
POSTAR AQUI O ENDEREÇO DO SEU BLOG PARA MIM É UMA ALEGRIA.
Ayres
É com grande satisfação que informamos que está no ar o blog em homenagem ao Jayme Cortez.
Esta iniciativa é um primeiro passo para a divulgação da vida e obra do Mestre.
O blog não está completo, pois o material para ser publicado é muito vasto, e aos poucos incluiremos novas imagens.
Aproveito para pedir ajuda a todos que possuam imagens de ilustrações ou fotos relacionadas ao conteúdo do blog e também com a identificação de pessoas, lugares e datas para que as informações sejam as mais corretas possíveis.
Esperamos que todos gostem.
Grande abraço
Fabio Moraes & Jayme Cortez Filho
Fabio Moraes
15-3294-2030
11-9923-4508
011-9543-6599
EU ESTAVA DEVENDO A ESTE GRANDE ARTISTA, QUE MUITO CONTRIBUIU PARA OS QUADRINHOS BRASILEIROS, UMA POSTAGEM PARA DIVULGAR O SEU NOME.
POSTAR AQUI O ENDEREÇO DO SEU BLOG PARA MIM É UMA ALEGRIA.
Ayres
Thursday, March 17, 2011
Saturday, March 5, 2011
Thursday, October 28, 2010
LEO - CRIADOR DE ALDEBARAN
Este é um exemplo de como o mercado brasileiro para os quadrinhistas brasileiros é cruel. Este magnífico artista não encontrou aqui aceitação para seu trabalho. Foi preciso sair da sua pátria, e com serteza, penou muito até conseguir seu objetivo. Você precisa conhecer a obra desse artista e escritor.
Por: Ayres
Luís Eduardo Oliveira, o Léo
A ficção científica Aldébaran tem uma história de bastidores tão interessante quanto a da aventura seriada. Seu autor, Luís Eduardo Oliveira, o Léo, nasceu em 1944 no Rio de Janeiro. Com a ditadura militar, decidiu deixar o país e por fim chegou à França, onde resolveu seguir seu sonho de infância: tornar-se um artista de quadrinhos! Apesar das enormes dificuldades, Léo conseguiu seu intento e, em 1993, iniciou seu projeto mais ambicioso: Uma HQ de ficção científica em cinco edições chamada Aldébaran, que ele próprio escreveu e desenhou. A obra obteve um grande sucesso nos países de língua francesa, ajudada pela bela arte (elogiada por artistas do calibre de Moebius!) e pela sua habilidade em criar um mundo alienígena (o Aldebaran do título) com uma ecologia complexa e imaginativa.
Por Eurico Borgo
do blog Omelete
Saturday, June 5, 2010
BRICK BREADFORD
Brick Bradford foi o herói de uma série de histórias em quadrinhos iniciada em 1933, criada pelo escritor William Ritt (um jornalista estabelecido em Cleveland, Ohio) e pelo artista Clarence Gray, sendo originalmente distribuída pela Central Press Association, uma subsidiária da King Features.
A HQ de ficção científica lembrava quadrinhos tais como Skyroads, Buck Rogers e Flash Gordon visto que suas histórias características giravam à roda de temas como dinossauros, vilões intergalácticos, robôs e mundos sub-atômicos. Em meados dos anos 1930 a popularidade de Brick Bradford aumentou grandemente e a série ganhou uma edição semanal iniciada em 24 de Novembro de 1934, bem como já havia começado a aparecer nos suplementos dominicais dos grandes jornais em 1933, 15 meses antes de sua publicação semanal.
Em 20 de Abril de 1935, a série Brick Bradford ganhou uma máquina do tempo (no formato de um pião, que tanto podia ir para o futuro quanto para o passado) chamada de Time Top nos quadrinhos (similar àquela de Brucutu), a qual tornou-se um produto básico para a série pelos anos seguintes, bem como significou o primeiro uso regular de viagem no tempo numa HQ..
Posteriormente, a série Brick Bradford foi reimpressa em outras revistas em quadrinhos, visto que a King Features começou a se expandir neste mercado editorial a partir de Abril de 1936 com a King Comics, (juntamente com Zé Fumaça, Henry, Popeye e Pafúncio e Marocas entre outros) bem como com a Ace Comics, de 1947 a 1949. A medida que as histórias antigas eram reimpressas, uma nova série estrelada por Brick foi editada na Standard Comics (juntamente com Fighting Yank e Supermouse), mas a série foi logo cancelada.
Brick Bradford reapareceu em 1960 na King Comics (série original, não reimpressa) junto com outros clássicos como Fantasma e Mandrake. Os quadrinhos também tiveram um filme baseado neles bem como uma série de livros (Big Little Books) e um seriado cinematográfico em 12 capítulos produzida pela Columbia Pictures em 1947.
A série terminou em 25 de Abril de 1987. Ritt havia se cansado de escrever as histórias de Brick em 1948, Gray teve problemas de saúde e parou de desenhar para a série em 1952 e Paul Norris (que mais tarde criou Aquaman e trabalhou nas séries Agente Secreto X-9, Vic
Jordan e Jim das Selvas), aposentou-se em 1987.
O TEXTO ACIMA FOI COPIADO DO BLOG QUADRIPÉDIA.
Meus agradecimentos ao estimado blogueiro.
http://quadripedia.blogspot.com/
A HQ de ficção científica lembrava quadrinhos tais como Skyroads, Buck Rogers e Flash Gordon visto que suas histórias características giravam à roda de temas como dinossauros, vilões intergalácticos, robôs e mundos sub-atômicos. Em meados dos anos 1930 a popularidade de Brick Bradford aumentou grandemente e a série ganhou uma edição semanal iniciada em 24 de Novembro de 1934, bem como já havia começado a aparecer nos suplementos dominicais dos grandes jornais em 1933, 15 meses antes de sua publicação semanal.
Em 20 de Abril de 1935, a série Brick Bradford ganhou uma máquina do tempo (no formato de um pião, que tanto podia ir para o futuro quanto para o passado) chamada de Time Top nos quadrinhos (similar àquela de Brucutu), a qual tornou-se um produto básico para a série pelos anos seguintes, bem como significou o primeiro uso regular de viagem no tempo numa HQ..
Posteriormente, a série Brick Bradford foi reimpressa em outras revistas em quadrinhos, visto que a King Features começou a se expandir neste mercado editorial a partir de Abril de 1936 com a King Comics, (juntamente com Zé Fumaça, Henry, Popeye e Pafúncio e Marocas entre outros) bem como com a Ace Comics, de 1947 a 1949. A medida que as histórias antigas eram reimpressas, uma nova série estrelada por Brick foi editada na Standard Comics (juntamente com Fighting Yank e Supermouse), mas a série foi logo cancelada.
Brick Bradford reapareceu em 1960 na King Comics (série original, não reimpressa) junto com outros clássicos como Fantasma e Mandrake. Os quadrinhos também tiveram um filme baseado neles bem como uma série de livros (Big Little Books) e um seriado cinematográfico em 12 capítulos produzida pela Columbia Pictures em 1947.
A série terminou em 25 de Abril de 1987. Ritt havia se cansado de escrever as histórias de Brick em 1948, Gray teve problemas de saúde e parou de desenhar para a série em 1952 e Paul Norris (que mais tarde criou Aquaman e trabalhou nas séries Agente Secreto X-9, Vic
Jordan e Jim das Selvas), aposentou-se em 1987.
O TEXTO ACIMA FOI COPIADO DO BLOG QUADRIPÉDIA.
Meus agradecimentos ao estimado blogueiro.
http://quadripedia.blogspot.com/
Saturday, April 24, 2010
EBAL - O CRIADOR DA EDITORA BRASIL AMERICA LTDA


ADOLFO AIZEN
Quadrinhos -
O nome dele era Adolfo Aizen
Jornalista Externo
ESTA INFORMAÇÃO RETIREI DO SITE:
PARANÁ ONLINE
http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/43617/?noticia=QUADRINHOS+O+NOME+DELE+ERA+ADOLFO+AIZEN
Se você é fã de quadrinhos, admira e coleciona gibis, lembre-se sempre deste nome: Adolfo Aizen. Ele foi o responsável por tudo isso. Era um jornalista baiano (de Juazeiro), radicado no Rio de Janeiro, com uma visão extraordinária e o espírito empreendedor dos grandes homens. Fez muito pela cultura nacional, não apenas por haver povoado a imaginação infantil de gerações de brasileiros, mas, sobretudo, por haver levado ensinamento aos jovens, incentivando o aprendizado da nossa história, tradição, arte e literatura, e semeado o conhecimento em centenas de publicações, por mais de meio século. O Brasil deve muito a Adolfo Aizen e não pode se esquecer disso.
Foi Adolfo Aizen quem trouxe os quadrinhos para o Brasil; foi o primeiro que aqui publicou os mais populares heróis de papel, como Flash Gordon, Tarzan, Príncipe Valente, Mandrake, Pato Donald e Mickey, Super-Homem, Batman, Zorro, Homem-Aranha e tantos e tantos outros; foi o responsável pela quadrinização dos maiores clássicos da literatura brasileira; foi quem primeiro editou a Bíblia, a História do Brasil, e a vida de grandes vultos em quadrinhos; foi ele quem descobriu e projetou jovens artistas e abriu a picada para a vitoriosa caminhada das HQs nacionais.
A grande aventura
Até o início dos anos 30 do século passado, a garotada contava apenas com uma publicação periódica: O Tico-Tico, fundada em 1905 e editada pelo semanário O Malho, cujo forte eram as traduções e adaptações da revista francesa Belles Images ou páginas dominicais de jornais norte-americanos. De resto, o imaginário infanto-juvenil era apenas povoado pelas novelas do rádio ou pelas matinês dos cinemas.
Adolfo Aizen era o redator-chefe de O Malho e de O Tico-Tico. Em 1933, a convite do Comitê de Imprensa do Touring Club do Brasil, viajou aos Estados Unidos. Ali, visitou as redações dos principais jornais. No Daily News, do Grupo Hearst, conheceu o King Features Syndicate, o maior distribuidor de tiras em quadrinhos do mundo e ficou encantado com a novidade. Segundo suas próprias palavras:
- Chegando lá, encontrei Flash Gordon em grande forma e logo me ocorreu a idéia de publicar as suas histórias no Brasil. De volta, procurei o Luís Peixoto e lhe pedi para que me levasse ao João Alberto, dono do jornal A Nação.
Segundo o filho Naumim, Adolfo, na verdade, antes procurara Roberto Marinho, redator-chefe de O Globo, oferendo-lhe sociedade no empreendimento, mas recebeu uma resposta desalentadora:
- Ora, Aizen, isso é história para crianças!
Resultado: em 14 de março de 1934, A Nação trouxe encartado um Suplemento Infantil, editado pelo Grande Consórcio de Suplementos Nacionais, com periodicidade semanal e um monte de defeitos. As duas cores na capa apresentavam chapadas mal cobertas e o vacilo dos primeiros passos era evidente. Entretanto, já o primeiro número estampou capa de J. Carlos (José Carlos de Brito e Cunha, 1884-1950), que viria a ser o maior ilustrador da América Latina. Na última página, Os Exploradores da Atlântida ou As Aventuras de Roberto Sorocaba, de A. Monteiro Filho, considerada a primeira HQ brasileira com a técnica então usada nos EUA.
A garotada adorou e o sucesso foi enorme, apesar das deficiências. Tanto que, a partir do n.º 15, o SI virou Suplemento Juvenil, desligando-se de A Nação para seguir carreira própria. Em 1937, ganhou um "irmãozinho": Mirim.
O curioso é que isso tudo custou muito pouco a Adolfo Aizen, em termos de direitos autorais. Explica-se: como, até então, nenhum jornal brasileiro mostrara interesse na publicação de historietas em quadrinhos, ainda mais em capítulos, o material ficara abandonado nos escritórios do representante do King Features no Brasil. Este, então, ofereceu-o de brinde a Adolfo, desde que ele passasse a comprar a produção nova. Quer dizer: Aizen não apenas conquistou o direito de publicar no País os melhores quadrinhos norte-americanos, como ainda ganhou de presente o estoque de mais de um ano.
Pelo Suplemento passaram, entre outros, Flash Gordon, Buck Rogers, Brick Bradford, Mandrake, Jim das Selvas, Dick Tracy, Tarzan, Príncipe Valente, Terry e os Piratas, Sobrinhos do Capitão, Reizinho, Popeye, Pinduca e Mutt & Jeff.
Além de J. Carlos e Monteiro Filho, vários foram os desenhistas que se iniciaram no Suplemento e em Mirim: Queiroz, Theo, Santa Rosa, Yantok, Tarsila do Amaral, Antônio Euzébio, Carlos Thiré, Belford, Fernando Dias da Silva e Gutemberg Monteiro.
"O Suplemento Juvenil foi o primeiro marco na história da imprensa de quadrinhos no Brasil, em bases criativas, menos amadorísticas do que O Ju-quinha, O Cômico Infantil e O Tico-Tico" - registraria o jornalista Sérgio Augusto, o primeiro crítico de gibis do país, emendando: "Foi com o aparecimento do Suplemento Juvenil que surgiram os suplementos coloridos dos jornais, as tiras diárias e uma indústria, de cujos méritos destaco dois: a luta contra o analfabetismo e a criação de novas oportunidades no campo jornalístico".
Futuro império ataca
Estranhamente, em meados de 1939, o King Feature Syndicate deixou de renovar o contrato com Adolfo Aizen, preferindo entregá-lo a O Globo. E os principais personagens do Suplemento Juvenil e de Mirim transferiram-se para O Globo Juvenil e Gibi. Até hoje essa história não foi bem esclarecida. É sabido, porém, que Aizen recebeu uma rasteira de Roberto Marinho. Sabe-se, também, que isso magoou profundamente o editor. Contudo, não foi capaz de afetar-lhe o caráter. Tanto é que ele, como satisfação a seus leitores, fez questão de encerrar a publicação do capítulo de Flash Gordon no Suplemento com o seguinte aviso: A continuação desta história sairá no "Globo Juvenil".
Naumim Aizen revela, em Literatura em Quadrinhos no Brasil (Nova Fronteira, 2002), que, quando o novo gênero de leitura começou a fazer sucesso, Roberto Marinho propôs a seu pai efetivarem aquela sociedade que antes descartara. Aí foi a vez de Adolfo Aizen recusar a proposta. Marinho, então, teria terminado a conversa com uma advertência:
- Você vai se arrepender!
D’O Lobinho à EBAL
O Suplemento Juvenil e Mirim ainda durariam seis meses, mas a perda dos principais heróis tornaram a situação insustentável. Acresceu o fato de que era tempo de guerra e começou a faltar papel de imprensa. A Adolfo Aizen não restou alternativa senão vender o controle do consórcio para a editora A Noite. A empresa tinha Lobinho e Aizen foi convidado para dirigi-la. Era maio de 1940. Ele acrescentou um "O" ao título da revista, que passou a chamar-se O Lobinho, e reiniciou a numeração.
Em 18 de maio de 1945, em meio à euforia geral pelo término da guerra, Adolfo Aizen viu que estava na hora de ter a sua própria casa e fundou a Editora Brasil-América Ltda., a EBAL, então sediada na Av. Rio Branco, no Centro do Rio. A princípio, tentou mudar de linha e se dedicou à edição de livros; depois, lançou a revista Seleções Coloridas, impressa na Argentina, com os personagens de Walt Disney. Mas o resultado não foi o esperado. Em 1947, voltou definitivamente aos quadrinhos e lançou a primeira revista brasileira com aventuras completas: O Herói, impressa em rotogravura na Imprensa Nacional. Em seguida, vêm Superman, Idílio, Edição Maravilhosa e Epopéia. Em 1953, Aizen edita, em edição de luxo, A Bíblia.
A essa altura, a EBAL já conta com sede e oficinas próprias, no bairro de São Cristóvão, na então Rua Abílio (depois, General Almério de Moura). E novos lançamentos vão se sucedendo: Aí, Mocinho!, Tarzan, Mindinho, Reis do Faroeste, Quem Foi? Zorro, Super X, Pequenina, Batman, Ciência em Quadrinhos, Série Sagrada, Roy Rogers, Popeye, Pinduca, Cinemin...
Em 1957, começa a série Grandes Figuras, com a quadrinização da biografia de brasileiros ilustres, como Machado de Assis, Rondon, Osvaldo Cruz, Santos Dumont, José Bonifácio e outros. Dois anos depois, sai a coleção Biografias em Quadrinhos, focalizando, entre outros, Colombo, Marconi, Maria Curie e Chopin. Paralelamente, edita o primeiro volume de História do Brasil em Quadrinhos, sempre com texto e ilustrações de autores e artistas nacionais.
Houve meses em que a Brasil-América chegou a colocar no mercado cinqüenta revistas diferentes.
Clássicos ilustrados
Mas a maior obra de Adolfo Aizen talvez tenha sido a publicação dos grandes clássicos da literatura mundial e, especialmente, a quadrinização de romances brasileiros. Foram duzentos títulos, alguns com inúmeras reedições, por meio dos quais a criançada tomou conhecimento de José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo, Bernardo Guimarães, José Lins do Rego, Gilberto Freire e Jorge Amado. Pedro Anísio assinou a maioria das adaptações, cabendo a André Le Blanc, José Geraldo, Gutemberg Monteiro, Manuel Victor Filho, Ivan Washt Rodrigues, Aylton Thomaz, Ramón Llampayas, Nico Rocco e Eugênio Colonnese os desenhos.
Ao prefaciar a adaptação de Menino de Engenho, para o centésimo número de Edição Maravilhosa, José Lins do Rego confessou:
"Leio o meu próprio romance (...), com figuras que Le Blanc idealizou o chego a me emocionar como se estivesse num universo alheio à minha criação. Sinto que a história pula das páginas com um vigor extraordinário. A caracterização que o ilustrador impôs à narrativa tem mesmo coração e alma (...)".
Para a versão de Gabriela, Cravo e Canela, Jorge Amado escreveu:
"Há muita gente que tem preconceitos contra as histórias em quadrinhos e algumas me aconselham a não permitir tal adaptação. (...) Estou plenamente satisfeito com essas adaptações e penso que elas só têm feito aumentar o público de meus livros".
Ao final de cada edição, Aizen fazia questão de enviar um recado para o leitor:
"Se você gostou, procure ler o próprio livro, adquirindo-o em qualquer livraria. E organize a sua biblioteca - que uma boa biblioteca é sinal de cultura e bom gosto".
A revista durou até o n.º 200 (dezembro de 1961), com Pedra Bonita, de José Lins do Rego, capa e desenhos de Manuel Victor Filho.
Nosso herói-maior
Estive uma vez na Rua Gen. Almério de Moura, 302/320, o "Reino Encantado das Histórias-em-Quadrinhos". Adolfo Aizen, em pessoa, recebeu-me com a mesma atenção e carinho com que recebia centenas de caravanas de jovens alunos de escolas cariocas e fluminenses. Era uma pessoa encantadora. Apresentou-me a seus diretores, os filhos Paulo Adolfo e Naumin e Fernando Albagli. E levou-me a conhecer toda a editora, das salas de produção às oficinas e seções de acabamento e expedição, ciceroneado pelo jovem estagiário Otacílio d’Assunção Barros, que viria a se tornar cartunista e editor de quadrinhos, entre eles a edição nacional de Mad.
O velho editor tinha muito orgulho da sua EBAL, que, por mais de três décadas, foi a maior editora do continente a publicar exclusivamente quadrinhos. "Construída com trabalho, amor, abnegação e fé" -como fazia questão de dizer.
Em 1984, a EBAL não renovou o contrato com a DC Comics e intensificou a produção de livros infantis. As HQs completavam 50 anos de publicação no Brasil, mas as vendas não recomendavam novos investimentos no setor por parte da Editora Brasil-América brava de guerra. E os super-heróis foram "sentar praça" na Abril, de São Paulo. Jamais voltariam, porém, a registrar tiragens de mais de 100 mil exemplares, como nas décadas de 50 e 60.
Adolfo Aizen faleceu a 10 de maio de 1991, um mês antes de completar 84 anos. E embora tenha sido agraciado com inúmeros troféus, entre os quais o Prêmio Yellow Kid - Uma Vida Dedicada aos Quadrinhos (Lucca, Itália, 1975), ainda está por receber a homenagem que merece do Brasil.
Resta parodiar o velho mestre: este foi apenas um aperitivo. Se você gostou, leitor, procure conhecer toda a obra de Adolfo Aizen e faça dela um exemplo.
Saturday, March 6, 2010
Saturday, January 17, 2009
RODOLFO ZALLA
Este gibi você baixa no blog: BANCA DOS GIBIS BRAZUCAS.


Rodolfo Zalla é um desenhista argentino de histórias em quadrinhos que vive no Brasil desde 1963. Se destacou na década de 1980 como importante editor de quadrinhos ao publicar, entre 1981 e 1993, as revistas "Calafrio" e "Mestres do Terror", consideradas marcos da história dos gibis nacionais.
Zalla é, principalmente, um grande desenhista, com um traço singular e original, capaz de se adaptar aos mais diferentes gêneros - terror, guerra, policial, western e sexo.
Assim que chegou ao país, começou a participar de praticamente todas as pequenas editoras paulistanas que existiram nos anos de 1960, como Outubro, Taíka, GEP e Jotaesse. Entre 1966 e 1969, manteve com Eugênio Colonnese o Estúdio D-Arte, que depois seria retomado como editora em 1981.
Juntos, ele e Colonnese alimentaram revistas de cinco editoras, com uma produção mensal superior a 200 páginas. A partir desse momento, com Paulo Marte, do Instituto Brasileiro de Ensino Pedagógico (IBEP), iniciou uma revolução[carece de fontes?] na educação escolar ao adotar a linguagem dos quadrinhos nos livros didáticos - idéia que seria copiada por várias editoras.
Toda a formação artística de Zalla se deu na Argentina, onde trabalhou profissionalmente por dez anos em importantes revistas.
Fonte: wikipedia
Monday, December 8, 2008
WILSON VIEIRA

A arte de
Wilson Vieira



ABAIXO, AS PRODUÇÕES DE WILSON VIEIRA PRA O MERCADO ITALIANO, COMO ELE MESMO DIZ: Meus trabalhos como desenhista são todos Italianos; mas poderá ver e ler uma história que está fazendo muito sucesso na Itália, em Portugal e já foi publicada também aqui no Brasil trata-se da história EVOLUTION (escrita por mim e desenhada pelo meu companheiro de rebalhos e grande Fred Macedo)
NO MOMENTO WILSON NÃO ESTA DESENHANDO, MAS ESCREVENDO ROTEIROS PARA HQs, QUE SEU AMIGO FRED MACEDO ILUSTRA. (
EIS AS DUAS FERAS DOS QUADRINHOS)

WILSON VIEIRA E FRED MACEDO,
PRODUZINDO PARA O MERCADO EUROPEU.
CURTA ESTA FICÇÃO ESCRITA POR WILSON
E DESENHADA POR FRED

01

02

03

04

05

06

07

08
ABAIXO, OUTROS TRABALHOS DE WILSON VIEIRA
Capa para gibi do homem-aranha italiano

01- Desenho a lapis.

02- Arte final com tinta nakin.

03- Colorido com gouache. Em 1980 não existiam os programas para colorir.
Se você, que quer ser um desenhista de quadrinhos e não tem computador, não perca tempo;
não espere ter um computador para colorir a capa do seu album. Dentro tambem pode ser colorido. Veja neste blog como o criador de STORME usou a tinta para criar sua obra.(Texto do autor deste blog)










Fred macedo


| Nascido em 30 de junho de 1972, em Fortaleza, Ceará. Começa a desenhar desde criança primeiramente inspirado nos Clássicos Disney. Na adolescência, sob a influência de revistas de aventura, faroeste e de super-heróis, passa a criar suas próprias histórias que desenha e mostra a amigos fanzineiros. Aos 18 anos, sem vislumbrar perspectiva de crescer como quadrinhista dada a realidade desfavorável do mercado na época, abandona tudo para estudar Engenharia Mecânica, enquanto trabalha como corretor de seguros. Sem poder conciliar trabalho com o puxado curso de engenharia, fica até 2005 trabalhando exclusivamente no ramo segurador. Em fevereiro daquele ano assiste à uma série de palestras no Centro Cultural Dragão do Mar, no evento Panorama Nona Arte. Lá conhece um grupo que está reativando a Oficina de Quadrinhos da Universidade Federal do Ceará. Entra como aluno e após seis meses passa a dar aulas de desenho para as novas turmas. Ainda em 2005 tem sua primeira história publicada na revista Pium, publicação tradicionalmente ligada ao curso e cuja tiragem foi de 1.000 exemplares. Recebe o convite para publicar no fanzine Manicomics, bicampeão do Troféu HQ Mix, editado pelos prestigiados quadrinhistas cearenses Daniel Brandão, JJ Marreiro e Geraldo Borges. Nesse mesmo período, ainda em parceria com a Oficina de Quadrinhos da Universidade Federal do Ceará, desenha histórias curtas para o Projeto Contando a Cidade, do Jornal O Povo, colabora na arte de uma HQ para a Prefeitura Municipal de Fortaleza e com a revista Universidade Pública, publicação ligada ao curso de comunicação da UFC. Conhece através de seu fotolog o conceituado artista, roteirista e tradutor Wilson Vieira, que trabalhou por sete anos no concorrido e prestigiado mercado italiano. A dupla passa a publicar suas história através do site italiano Progetto Fumetto. Primeiro o Western-Terror Kwi-Uktena e em seguida a Ficção Científica Evolution. Ambas saem em 2007 em edição bilíngüe (português-italiano). A primeira história é publicada posteriormente na revista Prismarte e prevista para sair na revista Argentina Con-Hache ainda neste ano. Acertam a publicação da segunda história na revista portuguesa BD Jornal, também com previsão para 2008. Criam o logotipo e mascote para a FNNETWORK TV RADIOSTATION, de Gênova. No momento, Fred Macêdo está envolvido em outros projetos com Wilson Vieira e dá aulas de desenho. |
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