Monday, December 8, 2008

WILSON VIEIRA

A arte de

Wilson Vieira



b. 28/8/1949, Brazil)


Wilson Vieira, nasceu em São Paulo, é mais conhecido por seu trabalho em Quadrinhos para o mercado Italiano durante a década de 1970. Ele chegou na Itália em 1973, onde deveria estudar História e Arqueologia, porém começou a estudar no Instituto de Arte Lorenzo de Médici em Florença. Ele desenhou e publicou seu primeiro trabalho através do Estúdio Staff di IF ( "Immagini e Fumetti"), em Gênova. Contribuiu também para vários editores Italianos e estrangeiros, desenhando as histórias de "A Fúria do Oeste", "Homem-Aranha", "O Quarteto Fantástico "," Tarzan "," Diabolik "," Hondo "," Davy Crockett', "El Tigre", "O Corsário Negro", "Jack ", "Coyote" e muitos outros personagens.

Ele também desenhou histórias para o personagem "Il Piccolo Ranger", sendo o primeiro artista brasileiro a trabalhar para a editora Bonelli. Contribuiu para outras publicações como Il Monello ( "Qui Commissario Norton ') e Intrepido ("Paris Jour"). Entre 1978 e 1980, trabalhou através da editora Epierre, para as publicações Kiwi, Amok, Pecos Bill, Dusty e Collana Telefumetto.

Vieira retornou ao Brasil em 1980. No ano seguinte, ele se tornou professor de HQs e Desenho Artístico. Ele também traduziu alguns episódios do personagem "Ken Parker" para o seu país e, em 2000, criou o roteiro da saga Brasileira Cangaceiros - Homens de Couro (arte por Eugenio Colonnese), bem como a mini-série Gringo; ainda inédita no Brasil.


Wilson, muito a vontade, assistindo uma palestra sobre quadrinhos.

Veja mais sobre Wilson, nos seguintes endereços:
http://brasilhq.ilcannocchiale.it/
http://wilsonvieira.leonardo.it/blog
http://lambiek.net/artists/v/vieira_wilson.htm

ABAIXO, AS PRODUÇÕES DE WILSON VIEIRA PRA O MERCADO ITALIANO, COMO ELE MESMO DIZ: Meus trabalhos como desenhista são todos Italianos; mas poderá ver e ler uma história que está fazendo muito sucesso na Itália, em Portugal e já foi publicada também aqui no Brasil trata-se da história EVOLUTION (escrita por mim e desenhada pelo meu companheiro de rebalhos e grande Fred Macedo)

NO MOMENTO WILSON NÃO ESTA DESENHANDO, MAS ESCREVENDO ROTEIROS PARA HQs, QUE SEU AMIGO FRED MACEDO ILUSTRA. (


EIS AS DUAS FERAS DOS QUADRINHOS)

WILSON VIEIRA E FRED MACEDO,
PRODUZINDO PARA O MERCADO EUROPEU.

CURTA ESTA FICÇÃO ESCRITA POR WILSON
E DESENHADA POR FRED


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ABAIXO, OUTROS TRABALHOS DE WILSON VIEIRA

Capa para gibi do homem-aranha italiano


01- Desenho a lapis.


02- Arte final com tinta nakin.


03- Colorido com gouache. Em 1980 não existiam os programas para colorir.

Se você, que quer ser um desenhista de quadrinhos e não tem computador, não perca tempo;
não espere ter um computador para colorir a capa do seu album. Dentro tambem pode ser colorido. Veja neste blog como o criador de STORME usou a tinta para criar sua obra.(Texto do autor deste blog)
Jovem Branco, by Wilson Vieira






















Fred macedo



Nascido em 30 de junho de 1972, em Fortaleza, Ceará. Começa a desenhar desde criança primeiramente inspirado nos Clássicos Disney. Na adolescência, sob a influência de revistas de aventura, faroeste e de super-heróis, passa a criar suas próprias histórias que desenha e mostra a amigos fanzineiros. Aos 18 anos, sem vislumbrar perspectiva de crescer como quadrinhista dada a realidade desfavorável do mercado na época, abandona tudo para estudar Engenharia Mecânica, enquanto trabalha como corretor de seguros. Sem poder conciliar trabalho com o puxado curso de engenharia, fica até 2005 trabalhando exclusivamente no ramo segurador. Em fevereiro daquele ano assiste à uma série de palestras no Centro Cultural Dragão do Mar, no evento Panorama Nona Arte. Lá conhece um grupo que está reativando a Oficina de Quadrinhos da Universidade Federal do Ceará. Entra como aluno e após seis meses passa a dar aulas de desenho para as novas turmas. Ainda em 2005 tem sua primeira história publicada na revista Pium, publicação tradicionalmente ligada ao curso e cuja tiragem foi de 1.000 exemplares.

Recebe o convite para publicar no fanzine Manicomics, bicampeão do Troféu HQ Mix, editado pelos prestigiados quadrinhistas cearenses Daniel Brandão, JJ Marreiro e Geraldo Borges. Nesse mesmo período, ainda em parceria com a Oficina de Quadrinhos da Universidade Federal do Ceará, desenha histórias curtas para o Projeto Contando a Cidade, do Jornal O Povo, colabora na arte de uma HQ para a Prefeitura Municipal de Fortaleza e com a revista Universidade Pública, publicação ligada ao curso de comunicação da UFC. Conhece através de seu fotolog o conceituado artista, roteirista e tradutor Wilson Vieira, que trabalhou por sete anos no concorrido e prestigiado mercado italiano. A dupla passa a publicar suas história através do site italiano Progetto Fumetto. Primeiro o Western-Terror Kwi-Uktena e em seguida a Ficção Científica Evolution. Ambas saem em 2007 em edição bilíngüe (português-italiano). A primeira história é publicada posteriormente na revista Prismarte e prevista para sair na revista Argentina Con-Hache ainda neste ano. Acertam a publicação da segunda história na revista portuguesa BD Jornal, também com previsão para 2008. Criam o logotipo e mascote para a FNNETWORK TV RADIOSTATION, de Gênova. No momento, Fred Macêdo está envolvido em outros projetos com Wilson Vieira e dá aulas de desenho.

Sunday, November 16, 2008

CRIADOR DE STORM

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Don Lawrence (Donald Southam Lawrence, nasceu em Novembro de 1928 em Londres e morreu
em 29 de Dezembro de 2003 de pneumonia e enfisema.
ALGUMAS PÁGINAS DESTE GENIAL ARTISTA.


FICÇÃO E CRIATIVIDADE.




A VERDADEIRA ARTE.
UM ARTISTA QUE NÃO MOSTRA PREGUIÇA NOS SEUS TRAÇOS.




AÇÃO E SENSUALIDADE.
Don Lawrence conhecia a anatomia feminina.







Thursday, August 28, 2008

GEDEONE MALAGOLA





Gedeone Malagola - Brasil
ATÉ O MOMENTO, 28/AGOSTO DE 2008, GEDEONE CRIADOR DOS QUADRINHOS ABAIXO, CONTINUA ATIVO.
ELE MERECE, POR PARTE DAS LIDERANÇAS DA CULTURA, COMO MUITOS OUTROS BRASILEIROS, UMA HOMENAGEM PELO QUE FIZERAM E PODEM FAZER, NÃO É MESMO?
Gedeone Malagola (São Paulo, 7 de julho de 1924) é um argumentista e desenhista brasileiro.
Aprendeu desenho com o pai, que era pintor. Entrou para a faculdade arquitetura, mas formou em direito, no entando seguiu a carreira de quadrinista na década de 40.
Gedeone trabalhou nos gêneros terror e super-heróis, criando para o genêro Raio Negro (não confundir com o personsagem da Marvel ou o da DC),Hydroman e Homem Lua. Foi um dos roteristas do Capitão 7 e desenho histórias dos X men na GEP(Gráfica Editora Penteado), onde foi editor da revista, além de publicar histórias do Raio Negro na revista dos Mutantes.
Seu mais recente trabalho foi O Lobisomem para editora Opera Graphica em 2002.
Fonte:Wikipédia

QUADRINHOS DO GEDEONE.
COLORI DUAS PÁGINAS NO PROGRAMA CORELDRAWN.
JÁ O FOTOCHOPING ( Acho que escreve assim) , É PREFERIDO PELOS DESENHISTAS. NÃO COLORI O RESTANTE POR PURA PREGUIÇA.


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CRIAÇÃO DE GEDEONE, Gibi de 1960


MILTON RIBEIRO, CRIAÇÃO DE GEDEONE



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Monday, August 18, 2008

CRIADOR DO TIO PATINHAS







Carl Barks (27 de Março de 1901-25 de Agosto de 2000) foi um famoso ilustrador dos estúdios Disney e criador de arte seqüencial, responsável pela invenção de Patópolis e muitos de seus habitantes: Tio Patinhas (1947), Gastão (1948), Irmãos Metralha (1951), Professor Pardal (1952), Maga Patalógika (1961) e outros. A qualidade de seus roteiros e desenhos lhe rendeu os apelidos O Homem dos Patos e O Bom Artista dos Patos. O autor de quadrinhos Will Eisner o chamou de "Hans Christian Andersen dos quadrinhos".
Barks nasceu em Merrill, Oregon, filho de William Barks e sua esposa Arminta Johnson. Ele tinha um irmão mais velho chamado Clyde. Seu avô paterno se chamava David Barks e seus avós maternos eram Carl Johnson e Suzanna Massey, mas além disso pouco se sabe sobre seus antepassados.

Infância

De acordo com a descrição de Carl de sua infância, ele era uma criança bastante só. Seus pais possuíam uma milha quadrada (2,6 km²) de terra que serviu como sua fazenda. O vizinho mais próximo vivia a meia milha (800 m), mas ele era mais como um conhecido dos pais de Barks do que um amigo. A escola mais próxima ficava a aproximadamente duas milhas (3 km) e Carl tinha que caminhar aquela distância diariamente. A área rural tinha poucas crianças, porém, e Barks se lembrou que sua escola só tinha mais uns oito ou dez alunos.
As lições iam das nove horas da manhã às quatro horas da tarde, quando ele tinha que voltar à fazenda. Lá ele não tinha ninguém para conversar, pois seus pais estavam ocupados e ele tinha pouco em comum com seu irmão.
Em 1908, William Barks (em uma tentativa para aumentar a renda familiar) se mudou com sua família para Midland, Oregon, algumas milhas ao norte de Merril, por ser mais próxima das (então novas) linhas da estrada de ferro. Ele estabeleceu uma fazenda de criação de gado e vendia sua produção para os matadouros locais.
Clyde, de nove anos, e Carl, de sete, lá trabalharam por longas horas. Mas Carl se lembrou mais tarde que a multidão que se reuniu na feira de Midland deixou nele uma impressão muito forte. Isto era de se esperar, pois ele não estava acostumado a multidões. De acordo com Carl, o que mais chamou sua atenção foram os vaqueiros que freqüentavam o mercado com seus revólveres, davam apelidos estranhos um ao outro e tinham senso de humor.
Antes das 1911, eles tinham tido êxito suficiente para se mudar para Santa Rosa, Califórnia. Começaram cultivando legumes e montaram alguns pomares. Infelizmente, os lucros não eram tão altos quanto William esperavam e a família começou a ter dificuldades financeiras. A ansiedade de William provavelmente foi o que causou seu primeiro colapso nervoso.
Assim que William se recuperou, tomou a decisão de voltar para Merrill. O ano era 1913, e Carl já tinha doze anos; mas, devido às mudanças freqüentes, não tinha ainda conseguido completar a escola primária. Retomando seus estudos, Carl conseguiu se formar em 1916.
1916 serviu como um momento decisivo na vida de Carl por várias razões. Primeiro, Arminta, sua mãe, morreu neste ano. Segundo, seus problemas de audição, que já existiam, ficaram sérios a ponto de Carl ter dificuldade para escutar o que os professores diziam. Sua audição ficaria cada vez pior, mas ele ainda não tinha comprado um aparelho auditivo; mais à frente, ele não poderia passar sem um aparelho. Em terceiro lugar, a escola secundária mais próxima da fazenda ficava a 8km, e mesmo que ele se matriculasse provavelmente sua má audição traria problemas de aprendizagem. Muito decepcionado, Barks teve que decidir parar com sua educação escolar. Na ocasião ele era um adolescente bastante tímido e melancólico. Não seria muito diferente no resto de sua vida.

De trabalho em trabalho

Barks começou a se ocupar com vários trabalhos, sem muito sucesso: fazendeiro, lenhador, torneiro, condutor de mulas, vaqueiro e impressor. Ao mesmo tempo ele interagiu com colegas que tinham disposição satírica até diante das maiores dificuldades. Carl diria mais tarde que, se não fosse o humor em suas vidas atribuladas, eles teriam enlouquecido. Daí em diante Carl adotaria essa atitude diante da vida, o que influiria na criação de seus personagens mais conhecidos: Pato Donald e Tio Patinhas.
Donald vagueia de trabalho em trabalho, habitualmente sem sucesso, no que era inspirado pelas próprias experiências de Carl. Até quando tinha êxito, era apenas um sucesso temporário antes de outra decepção para o pato. Carl também estava familiarizado com essa situação.
A diferença principal de Patinhas para Donald, de acordo com Carl, é que o primeiro enfrentara as mesmas dificuldades no passado, mas com inteligência, determinação e trabalho duro, ele conseguiu a tudo superar. Ou como o próprio Patinhas diria a Huguinho, Zezinho e Luisinho: sendo mais duro que os durões e mais esperto que os espertalhões. Até mesmo nas histórias vividas no presente Patinhas trabalharia para resolver seus muitos problemas, embora freqüentemente as histórias mostrassem que seus esforços constantes pareciam fúteis afinal. Além disso, Scrooge era bastante semelhante a seu criador, parecendo tão melancólico, introspectivo e reservado quanto ele.
Através dos dois personagens Carl mostraria seu senso de humor sarcástico. O período difícil na vida do artista parece tê-lo ajudado a amoldar muitas de suas visões sobre a vida expressas por suas criações.

O artista profissional

Ao mesmo tempo, Carl tinha começado a pensar sobre como transformar um passatempo em profissão: desenhar. Desde sua infância ele passava seu o tempo livre desenhando com qualquer material que pudesse encontrar. Ele tentou melhorar seu estilo copiando os desenhos dos artistas de histórias em quadrinhos dos jornais. Buscou criar suas próprias expressões faciais, figuras e situações cômicas, mas quis estudar o estilo e o uso de cores e tons dos mestres artistas.
Entre seus primeiros favoritos esteva Winsor McCay (conhecido pelo Pequeno Nemo) e Frederick Burr Opper, mas estudou todos os estilos que chamaram sua atenção.
Aos dezesseis anos ele era basicamente autodidata, mas decidiu tomar algumas lições por correspondência. Só seguiu as primeiras quatro lições, mas teve que parar porque o trabalho tomava muito de seu tempo. Porém, segundo o próprio Barks, as lições se mostraram muito úteis na melhora de seu estilo.
Em dezembro de 1918 ele deixou a casa dos pais para procurar trabalho em São Francisco, Califórnia. Ele trabalhou durante algum tempo em uma pequena editora enquanto tentava vender seus desenhos a jornais e outras publicações, mas não teve muito sucesso.
Após dois anos sem êxito Barks volta ao Oregon e se casa em 1923.
Foi depois para Roseville, por cinco anos, desenhou para uma empresa chamada Pacific Fruit Express. Em 1928, trabalhava como desenhista de charges para a revista Calgary Eye-Opener de Minneapolis.
Barks fez uma reestilização do pato, arredondando seu corpo e diminuindo o bico. Além de um estilo mais alegre
Fonte: Wikipédia
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Ayres
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