Sunday, January 15, 2012

ALMANAQUE AYRES




Os outros blogs parceiros podem postar o almanaque do AYRES.
Ficarei honrado com sua divulgação.






ghttp://www.mediafire.com/?787q1am7ng3i8i1


g
Gibi montado por   Chutenosaco a quem agradeço de coração.
Clic abaixo para baixar.
http://www.mediafire.com/?h3j12et17bruq7k

Saturday, April 2, 2011

JAIME CORTEZ

            http://jaymecortez.blogspot.com/
É com grande satisfação que informamos que está no ar o blog em homenagem ao Jayme Cortez.
Esta iniciativa é um primeiro passo para a divulgação da vida e obra do Mestre.
O blog não está completo, pois o material para ser publicado é muito vasto, e aos poucos incluiremos novas imagens.
Aproveito para pedir ajuda a todos que possuam imagens de ilustrações ou fotos relacionadas ao conteúdo do blog e também com a identificação de pessoas, lugares e datas para que as informações sejam as mais corretas possíveis.
Esperamos que todos gostem.

Grande abraço

Fabio Moraes & Jayme Cortez Filho 

Fabio Moraes
15-3294-2030
11-9923-4508
011-9543-6599


EU ESTAVA DEVENDO A ESTE GRANDE ARTISTA, QUE MUITO CONTRIBUIU PARA OS QUADRINHOS BRASILEIROS, UMA POSTAGEM PARA DIVULGAR O SEU NOME.
POSTAR AQUI  O ENDEREÇO DO SEU BLOG PARA MIM É UMA ALEGRIA.
Ayres

Thursday, March 17, 2011

TURMA DA MÔNICA


ESTE BLOG CONTEM ESTÓRIAS DA TURMA DA MÔNICA
http://www.monica.com.br/comics/fwelcome.htm

Saturday, March 5, 2011

CARL BARKS



O BLOG ABAIXO CONTEM TODAS AS ARTES DE CARL BARKS PUBLICADOS PELA DISNEY


           http://disneycomics.free.fr/index_barks_date.php


Thursday, October 28, 2010

LEO - CRIADOR DE ALDEBARAN

Este é um exemplo de como o mercado brasileiro para os quadrinhistas brasileiros é cruel. Este magnífico artista não encontrou aqui aceitação  para seu trabalho. Foi preciso sair da sua pátria, e com serteza, penou muito até conseguir seu objetivo.  Você precisa conhecer a obra desse artista e escritor.
Por: Ayres



                                     Luís Eduardo Oliveira, o Léo


A ficção científica Aldébaran tem uma história de bastidores tão interessante quanto a da aventura seriada. Seu autor, Luís Eduardo Oliveira, o Léo, nasceu em 1944 no Rio de Janeiro. Com a ditadura militar, decidiu deixar o país e por fim chegou à França, onde resolveu seguir seu sonho de infância: tornar-se um artista de quadrinhos! Apesar das enormes dificuldades, Léo conseguiu seu intento e, em 1993, iniciou seu projeto mais ambicioso: Uma HQ de ficção científica em cinco edições chamada Aldébaran, que ele próprio escreveu e desenhou. A obra obteve um grande sucesso nos países de língua francesa, ajudada pela bela arte (elogiada por artistas do calibre de Moebius!) e pela sua habilidade em criar um mundo alienígena (o Aldebaran do título) com uma ecologia complexa e imaginativa.

Por Eurico Borgo
do blog Omelete

Saturday, June 5, 2010

BRICK BREADFORD

Brick Bradford foi o herói de uma série de histórias em quadrinhos iniciada em 1933, criada pelo escritor William Ritt (um jornalista estabelecido em Cleveland, Ohio) e pelo artista Clarence Gray, sendo originalmente distribuída pela Central Press Association, uma subsidiária da King Features.


A HQ de ficção científica lembrava quadrinhos tais como Skyroads, Buck Rogers e Flash Gordon visto que suas histórias características giravam à roda de temas como dinossauros, vilões intergalácticos, robôs e mundos sub-atômicos. Em meados dos anos 1930 a popularidade de Brick Bradford aumentou grandemente e a série ganhou uma edição semanal iniciada em 24 de Novembro de 1934, bem como já havia começado a aparecer nos suplementos dominicais dos grandes jornais em 1933, 15 meses antes de sua publicação semanal.

Em 20 de Abril de 1935, a série Brick Bradford ganhou uma máquina do tempo (no formato de um pião, que tanto podia ir para o futuro quanto para o passado) chamada de Time Top nos quadrinhos (similar àquela de Brucutu), a qual tornou-se um produto básico para a série pelos anos seguintes, bem como significou o primeiro uso regular de viagem no tempo numa HQ..

Posteriormente, a série Brick Bradford foi reimpressa em outras revistas em quadrinhos, visto que a King Features começou a se expandir neste mercado editorial a partir de Abril de 1936 com a King Comics, (juntamente com Zé Fumaça, Henry, Popeye e Pafúncio e Marocas entre outros) bem como com a Ace Comics, de 1947 a 1949. A medida que as histórias antigas eram reimpressas, uma nova série estrelada por Brick foi editada na Standard Comics (juntamente com Fighting Yank e Supermouse), mas a série foi logo cancelada.

Brick Bradford reapareceu em 1960 na King Comics (série original, não reimpressa) junto com outros clássicos como Fantasma e Mandrake. Os quadrinhos também tiveram um filme baseado neles bem como uma série de livros (Big Little Books) e um seriado cinematográfico em 12 capítulos produzida pela Columbia Pictures em 1947.

A série terminou em 25 de Abril de 1987. Ritt havia se cansado de escrever as histórias de Brick em 1948, Gray teve problemas de saúde e parou de desenhar para a série em 1952 e Paul Norris (que mais tarde criou Aquaman e trabalhou nas séries Agente Secreto X-9, Vic

Jordan e Jim das Selvas), aposentou-se em 1987.

O TEXTO ACIMA FOI COPIADO DO BLOG QUADRIPÉDIA.
Meus agradecimentos ao estimado blogueiro.

http://quadripedia.blogspot.com/

Saturday, April 24, 2010

EBAL - O CRIADOR DA EDITORA BRASIL AMERICA LTDA






ADOLFO AIZEN


Quadrinhos -
O nome dele era Adolfo Aizen
Jornalista Externo

ESTA INFORMAÇÃO RETIREI DO SITE:
PARANÁ ONLINE
http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/43617/?noticia=QUADRINHOS+O+NOME+DELE+ERA+ADOLFO+AIZEN

Se você é fã de quadrinhos, admira e coleciona gibis, lembre-se sempre deste nome: Adolfo Aizen. Ele foi o responsável por tudo isso. Era um jornalista baiano (de Juazeiro), radicado no Rio de Janeiro, com uma visão extraordinária e o espírito empreendedor dos grandes homens. Fez muito pela cultura nacional, não apenas por haver povoado a imaginação infantil de gerações de brasileiros, mas, sobretudo, por haver levado ensinamento aos jovens, incentivando o aprendizado da nossa história, tradição, arte e literatura, e semeado o conhecimento em centenas de publicações, por mais de meio século. O Brasil deve muito a Adolfo Aizen e não pode se esquecer disso.

Foi Adolfo Aizen quem trouxe os quadrinhos para o Brasil; foi o primeiro que aqui publicou os mais populares heróis de papel, como Flash Gordon, Tarzan, Príncipe Valente, Mandrake, Pato Donald e Mickey, Super-Homem, Batman, Zorro, Homem-Aranha e tantos e tantos outros; foi o responsável pela quadrinização dos maiores clássicos da literatura brasileira; foi quem primeiro editou a Bíblia, a História do Brasil, e a vida de grandes vultos em quadrinhos; foi ele quem descobriu e projetou jovens artistas e abriu a picada para a vitoriosa caminhada das HQs nacionais.

A grande aventura

Até o início dos anos 30 do século passado, a garotada contava apenas com uma publicação periódica: O Tico-Tico, fundada em 1905 e editada pelo semanário O Malho, cujo forte eram as traduções e adaptações da revista francesa Belles Images ou páginas dominicais de jornais norte-americanos. De resto, o imaginário infanto-juvenil era apenas povoado pelas novelas do rádio ou pelas matinês dos cinemas.

Adolfo Aizen era o redator-chefe de O Malho e de O Tico-Tico. Em 1933, a convite do Comitê de Imprensa do Touring Club do Brasil, viajou aos Estados Unidos. Ali, visitou as redações dos principais jornais. No Daily News, do Grupo Hearst, conheceu o King Features Syndicate, o maior distribuidor de tiras em quadrinhos do mundo e ficou encantado com a novidade. Segundo suas próprias palavras:

- Chegando lá, encontrei Flash Gordon em grande forma e logo me ocorreu a idéia de publicar as suas histórias no Brasil. De volta, procurei o Luís Peixoto e lhe pedi para que me levasse ao João Alberto, dono do jornal A Nação.

Segundo o filho Naumim, Adolfo, na verdade, antes procurara Roberto Marinho, redator-chefe de O Globo, oferendo-lhe sociedade no empreendimento, mas recebeu uma resposta desalentadora:

- Ora, Aizen, isso é história para crianças!

Resultado: em 14 de março de 1934, A Nação trouxe encartado um Suplemento Infantil, editado pelo Grande Consórcio de Suplementos Nacionais, com periodicidade semanal e um monte de defeitos. As duas cores na capa apresentavam chapadas mal cobertas e o vacilo dos primeiros passos era evidente. Entretanto, já o primeiro número estampou capa de J. Carlos (José Carlos de Brito e Cunha, 1884-1950), que viria a ser o maior ilustrador da América Latina. Na última página, Os Exploradores da Atlântida ou As Aventuras de Roberto Sorocaba, de A. Monteiro Filho, considerada a primeira HQ brasileira com a técnica então usada nos EUA.

A garotada adorou e o sucesso foi enorme, apesar das deficiências. Tanto que, a partir do n.º 15, o SI virou Suplemento Juvenil, desligando-se de A Nação para seguir carreira própria. Em 1937, ganhou um "irmãozinho": Mirim.

O curioso é que isso tudo custou muito pouco a Adolfo Aizen, em termos de direitos autorais. Explica-se: como, até então, nenhum jornal brasileiro mostrara interesse na publicação de historietas em quadrinhos, ainda mais em capítulos, o material ficara abandonado nos escritórios do representante do King Features no Brasil. Este, então, ofereceu-o de brinde a Adolfo, desde que ele passasse a comprar a produção nova. Quer dizer: Aizen não apenas conquistou o direito de publicar no País os melhores quadrinhos norte-americanos, como ainda ganhou de presente o estoque de mais de um ano.

Pelo Suplemento passaram, entre outros, Flash Gordon, Buck Rogers, Brick Bradford, Mandrake, Jim das Selvas, Dick Tracy, Tarzan, Príncipe Valente, Terry e os Piratas, Sobrinhos do Capitão, Reizinho, Popeye, Pinduca e Mutt & Jeff.

Além de J. Carlos e Monteiro Filho, vários foram os desenhistas que se iniciaram no Suplemento e em Mirim: Queiroz, Theo, Santa Rosa, Yantok, Tarsila do Amaral, Antônio Euzébio, Carlos Thiré, Belford, Fernando Dias da Silva e Gutemberg Monteiro.

"O Suplemento Juvenil foi o primeiro marco na história da imprensa de quadrinhos no Brasil, em bases criativas, menos amadorísticas do que O Ju-quinha, O Cômico Infantil e O Tico-Tico" - registraria o jornalista Sérgio Augusto, o primeiro crítico de gibis do país, emendando: "Foi com o aparecimento do Suplemento Juvenil que surgiram os suplementos coloridos dos jornais, as tiras diárias e uma indústria, de cujos méritos destaco dois: a luta contra o analfabetismo e a criação de novas oportunidades no campo jornalístico".

Futuro império ataca

Estranhamente, em meados de 1939, o King Feature Syndicate deixou de renovar o contrato com Adolfo Aizen, preferindo entregá-lo a O Globo. E os principais personagens do Suplemento Juvenil e de Mirim transferiram-se para O Globo Juvenil e Gibi. Até hoje essa história não foi bem esclarecida. É sabido, porém, que Aizen recebeu uma rasteira de Roberto Marinho. Sabe-se, também, que isso magoou profundamente o editor. Contudo, não foi capaz de afetar-lhe o caráter. Tanto é que ele, como satisfação a seus leitores, fez questão de encerrar a publicação do capítulo de Flash Gordon no Suplemento com o seguinte aviso: A continuação desta história sairá no "Globo Juvenil".

Naumim Aizen revela, em Literatura em Quadrinhos no Brasil (Nova Fronteira, 2002), que, quando o novo gênero de leitura começou a fazer sucesso, Roberto Marinho propôs a seu pai efetivarem aquela sociedade que antes descartara. Aí foi a vez de Adolfo Aizen recusar a proposta. Marinho, então, teria terminado a conversa com uma advertência:

- Você vai se arrepender!

D’O Lobinho à EBAL

O Suplemento Juvenil e Mirim ainda durariam seis meses, mas a perda dos principais heróis tornaram a situação insustentável. Acresceu o fato de que era tempo de guerra e começou a faltar papel de imprensa. A Adolfo Aizen não restou alternativa senão vender o controle do consórcio para a editora A Noite. A empresa tinha Lobinho e Aizen foi convidado para dirigi-la. Era maio de 1940. Ele acrescentou um "O" ao título da revista, que passou a chamar-se O Lobinho, e reiniciou a numeração.

Em 18 de maio de 1945, em meio à euforia geral pelo término da guerra, Adolfo Aizen viu que estava na hora de ter a sua própria casa e fundou a Editora Brasil-América Ltda., a EBAL, então sediada na Av. Rio Branco, no Centro do Rio. A princípio, tentou mudar de linha e se dedicou à edição de livros; depois, lançou a revista Seleções Coloridas, impressa na Argentina, com os personagens de Walt Disney. Mas o resultado não foi o esperado. Em 1947, voltou definitivamente aos quadrinhos e lançou a primeira revista brasileira com aventuras completas: O Herói, impressa em rotogravura na Imprensa Nacional. Em seguida, vêm Superman, Idílio, Edição Maravilhosa e Epopéia. Em 1953, Aizen edita, em edição de luxo, A Bíblia.

A essa altura, a EBAL já conta com sede e oficinas próprias, no bairro de São Cristóvão, na então Rua Abílio (depois, General Almério de Moura). E novos lançamentos vão se sucedendo: Aí, Mocinho!, Tarzan, Mindinho, Reis do Faroeste, Quem Foi? Zorro, Super X, Pequenina, Batman, Ciência em Quadrinhos, Série Sagrada, Roy Rogers, Popeye, Pinduca, Cinemin...

Em 1957, começa a série Grandes Figuras, com a quadrinização da biografia de brasileiros ilustres, como Machado de Assis, Rondon, Osvaldo Cruz, Santos Dumont, José Bonifácio e outros. Dois anos depois, sai a coleção Biografias em Quadrinhos, focalizando, entre outros, Colombo, Marconi, Maria Curie e Chopin. Paralelamente, edita o primeiro volume de História do Brasil em Quadrinhos, sempre com texto e ilustrações de autores e artistas nacionais.

Houve meses em que a Brasil-América chegou a colocar no mercado cinqüenta revistas diferentes.

Clássicos ilustrados

Mas a maior obra de Adolfo Aizen talvez tenha sido a publicação dos grandes clássicos da literatura mundial e, especialmente, a quadrinização de romances brasileiros. Foram duzentos títulos, alguns com inúmeras reedições, por meio dos quais a criançada tomou conhecimento de José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo, Bernardo Guimarães, José Lins do Rego, Gilberto Freire e Jorge Amado. Pedro Anísio assinou a maioria das adaptações, cabendo a André Le Blanc, José Geraldo, Gutemberg Monteiro, Manuel Victor Filho, Ivan Washt Rodrigues, Aylton Thomaz, Ramón Llampayas, Nico Rocco e Eugênio Colonnese os desenhos.

Ao prefaciar a adaptação de Menino de Engenho, para o centésimo número de Edição Maravilhosa, José Lins do Rego confessou:

"Leio o meu próprio romance (...), com figuras que Le Blanc idealizou o chego a me emocionar como se estivesse num universo alheio à minha criação. Sinto que a história pula das páginas com um vigor extraordinário. A caracterização que o ilustrador impôs à narrativa tem mesmo coração e alma (...)".

Para a versão de Gabriela, Cravo e Canela, Jorge Amado escreveu:

"Há muita gente que tem preconceitos contra as histórias em quadrinhos e algumas me aconselham a não permitir tal adaptação. (...) Estou plenamente satisfeito com essas adaptações e penso que elas só têm feito aumentar o público de meus livros".

Ao final de cada edição, Aizen fazia questão de enviar um recado para o leitor:

"Se você gostou, procure ler o próprio livro, adquirindo-o em qualquer livraria. E organize a sua biblioteca - que uma boa biblioteca é sinal de cultura e bom gosto".

A revista durou até o n.º 200 (dezembro de 1961), com Pedra Bonita, de José Lins do Rego, capa e desenhos de Manuel Victor Filho.

Nosso herói-maior

Estive uma vez na Rua Gen. Almério de Moura, 302/320, o "Reino Encantado das Histórias-em-Quadrinhos". Adolfo Aizen, em pessoa, recebeu-me com a mesma atenção e carinho com que recebia centenas de caravanas de jovens alunos de escolas cariocas e fluminenses. Era uma pessoa encantadora. Apresentou-me a seus diretores, os filhos Paulo Adolfo e Naumin e Fernando Albagli. E levou-me a conhecer toda a editora, das salas de produção às oficinas e seções de acabamento e expedição, ciceroneado pelo jovem estagiário Otacílio d’Assunção Barros, que viria a se tornar cartunista e editor de quadrinhos, entre eles a edição nacional de Mad.

O velho editor tinha muito orgulho da sua EBAL, que, por mais de três décadas, foi a maior editora do continente a publicar exclusivamente quadrinhos. "Construída com trabalho, amor, abnegação e fé" -como fazia questão de dizer.

Em 1984, a EBAL não renovou o contrato com a DC Comics e intensificou a produção de livros infantis. As HQs completavam 50 anos de publicação no Brasil, mas as vendas não recomendavam novos investimentos no setor por parte da Editora Brasil-América brava de guerra. E os super-heróis foram "sentar praça" na Abril, de São Paulo. Jamais voltariam, porém, a registrar tiragens de mais de 100 mil exemplares, como nas décadas de 50 e 60.

Adolfo Aizen faleceu a 10 de maio de 1991, um mês antes de completar 84 anos. E embora tenha sido agraciado com inúmeros troféus, entre os quais o Prêmio Yellow Kid - Uma Vida Dedicada aos Quadrinhos (Lucca, Itália, 1975), ainda está por receber a homenagem que merece do Brasil.

Resta parodiar o velho mestre: este foi apenas um aperitivo. Se você gostou, leitor, procure conhecer toda a obra de Adolfo Aizen e faça dela um exemplo.

Saturday, March 6, 2010

CRIADOR DA MÔNICA

ENTREVISTA DADA A REVISTA SELEÇÕES Reader,s Digest
DE FEVEREIRO DE 2003
POR LUCIA RITO.

















Saturday, January 17, 2009

RODOLFO ZALLA


Este gibi você baixa no blog: BANCA DOS GIBIS BRAZUCAS.







Rodolfo Zalla é um desenhista argentino de histórias em quadrinhos que vive no Brasil desde 1963. Se destacou na década de 1980 como importante editor de quadrinhos ao publicar, entre 1981 e 1993, as revistas "Calafrio" e "Mestres do Terror", consideradas marcos da história dos gibis nacionais.

Zalla é, principalmente, um grande desenhista, com um traço singular e original, capaz de se adaptar aos mais diferentes gêneros - terror, guerra, policial, western e sexo.

Assim que chegou ao país, começou a participar de praticamente todas as pequenas editoras paulistanas que existiram nos anos de 1960, como Outubro, Taíka, GEP e Jotaesse. Entre 1966 e 1969, manteve com Eugênio Colonnese o Estúdio D-Arte, que depois seria retomado como editora em 1981.

Juntos, ele e Colonnese alimentaram revistas de cinco editoras, com uma produção mensal superior a 200 páginas. A partir desse momento, com Paulo Marte, do Instituto Brasileiro de Ensino Pedagógico (IBEP), iniciou uma revolução[carece de fontes?] na educação escolar ao adotar a linguagem dos quadrinhos nos livros didáticos - idéia que seria copiada por várias editoras.

Toda a formação artística de Zalla se deu na Argentina, onde trabalhou profissionalmente por dez anos em importantes revistas.

Fonte: wikipedia

Monday, December 8, 2008

WILSON VIEIRA

A arte de

Wilson Vieira



b. 28/8/1949, Brazil)


Wilson Vieira, nasceu em São Paulo, é mais conhecido por seu trabalho em Quadrinhos para o mercado Italiano durante a década de 1970. Ele chegou na Itália em 1973, onde deveria estudar História e Arqueologia, porém começou a estudar no Instituto de Arte Lorenzo de Médici em Florença. Ele desenhou e publicou seu primeiro trabalho através do Estúdio Staff di IF ( "Immagini e Fumetti"), em Gênova. Contribuiu também para vários editores Italianos e estrangeiros, desenhando as histórias de "A Fúria do Oeste", "Homem-Aranha", "O Quarteto Fantástico "," Tarzan "," Diabolik "," Hondo "," Davy Crockett', "El Tigre", "O Corsário Negro", "Jack ", "Coyote" e muitos outros personagens.

Ele também desenhou histórias para o personagem "Il Piccolo Ranger", sendo o primeiro artista brasileiro a trabalhar para a editora Bonelli. Contribuiu para outras publicações como Il Monello ( "Qui Commissario Norton ') e Intrepido ("Paris Jour"). Entre 1978 e 1980, trabalhou através da editora Epierre, para as publicações Kiwi, Amok, Pecos Bill, Dusty e Collana Telefumetto.

Vieira retornou ao Brasil em 1980. No ano seguinte, ele se tornou professor de HQs e Desenho Artístico. Ele também traduziu alguns episódios do personagem "Ken Parker" para o seu país e, em 2000, criou o roteiro da saga Brasileira Cangaceiros - Homens de Couro (arte por Eugenio Colonnese), bem como a mini-série Gringo; ainda inédita no Brasil.


Wilson, muito a vontade, assistindo uma palestra sobre quadrinhos.

Veja mais sobre Wilson, nos seguintes endereços:
http://brasilhq.ilcannocchiale.it/
http://wilsonvieira.leonardo.it/blog
http://lambiek.net/artists/v/vieira_wilson.htm

ABAIXO, AS PRODUÇÕES DE WILSON VIEIRA PRA O MERCADO ITALIANO, COMO ELE MESMO DIZ: Meus trabalhos como desenhista são todos Italianos; mas poderá ver e ler uma história que está fazendo muito sucesso na Itália, em Portugal e já foi publicada também aqui no Brasil trata-se da história EVOLUTION (escrita por mim e desenhada pelo meu companheiro de rebalhos e grande Fred Macedo)

NO MOMENTO WILSON NÃO ESTA DESENHANDO, MAS ESCREVENDO ROTEIROS PARA HQs, QUE SEU AMIGO FRED MACEDO ILUSTRA. (


EIS AS DUAS FERAS DOS QUADRINHOS)

WILSON VIEIRA E FRED MACEDO,
PRODUZINDO PARA O MERCADO EUROPEU.

CURTA ESTA FICÇÃO ESCRITA POR WILSON
E DESENHADA POR FRED


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ABAIXO, OUTROS TRABALHOS DE WILSON VIEIRA

Capa para gibi do homem-aranha italiano


01- Desenho a lapis.


02- Arte final com tinta nakin.


03- Colorido com gouache. Em 1980 não existiam os programas para colorir.

Se você, que quer ser um desenhista de quadrinhos e não tem computador, não perca tempo;
não espere ter um computador para colorir a capa do seu album. Dentro tambem pode ser colorido. Veja neste blog como o criador de STORME usou a tinta para criar sua obra.(Texto do autor deste blog)
Jovem Branco, by Wilson Vieira






















Fred macedo



Nascido em 30 de junho de 1972, em Fortaleza, Ceará. Começa a desenhar desde criança primeiramente inspirado nos Clássicos Disney. Na adolescência, sob a influência de revistas de aventura, faroeste e de super-heróis, passa a criar suas próprias histórias que desenha e mostra a amigos fanzineiros. Aos 18 anos, sem vislumbrar perspectiva de crescer como quadrinhista dada a realidade desfavorável do mercado na época, abandona tudo para estudar Engenharia Mecânica, enquanto trabalha como corretor de seguros. Sem poder conciliar trabalho com o puxado curso de engenharia, fica até 2005 trabalhando exclusivamente no ramo segurador. Em fevereiro daquele ano assiste à uma série de palestras no Centro Cultural Dragão do Mar, no evento Panorama Nona Arte. Lá conhece um grupo que está reativando a Oficina de Quadrinhos da Universidade Federal do Ceará. Entra como aluno e após seis meses passa a dar aulas de desenho para as novas turmas. Ainda em 2005 tem sua primeira história publicada na revista Pium, publicação tradicionalmente ligada ao curso e cuja tiragem foi de 1.000 exemplares.

Recebe o convite para publicar no fanzine Manicomics, bicampeão do Troféu HQ Mix, editado pelos prestigiados quadrinhistas cearenses Daniel Brandão, JJ Marreiro e Geraldo Borges. Nesse mesmo período, ainda em parceria com a Oficina de Quadrinhos da Universidade Federal do Ceará, desenha histórias curtas para o Projeto Contando a Cidade, do Jornal O Povo, colabora na arte de uma HQ para a Prefeitura Municipal de Fortaleza e com a revista Universidade Pública, publicação ligada ao curso de comunicação da UFC. Conhece através de seu fotolog o conceituado artista, roteirista e tradutor Wilson Vieira, que trabalhou por sete anos no concorrido e prestigiado mercado italiano. A dupla passa a publicar suas história através do site italiano Progetto Fumetto. Primeiro o Western-Terror Kwi-Uktena e em seguida a Ficção Científica Evolution. Ambas saem em 2007 em edição bilíngüe (português-italiano). A primeira história é publicada posteriormente na revista Prismarte e prevista para sair na revista Argentina Con-Hache ainda neste ano. Acertam a publicação da segunda história na revista portuguesa BD Jornal, também com previsão para 2008. Criam o logotipo e mascote para a FNNETWORK TV RADIOSTATION, de Gênova. No momento, Fred Macêdo está envolvido em outros projetos com Wilson Vieira e dá aulas de desenho.