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Max Fleischer começou seus próprios estúdios de animação, chamados Fleischer Studios. junto com seus irmãos Dave e Joe Fleischer.
Betty Boop, Bimbo e Koko foram os primeiros personagens de Fleischer Studios. Seu criador Max Fleischer inventou o "método de produzir os desenhos animados de movimentação". Sua invenção para os seus desenhos foi os processos stereóticos, construídos por John Burks, no qual utilizavam-se recortes de cenários de papelão montados em uma mesa giratória, onde os desenhos são colocados.
Em 1933, os Fleischer Studios formaram contrato com o King Features Syndicate (gigante empresa de quadrinhos), para produzir os desenhos animados do Popeye, e para o lançamento de licensing de Betty Boop.
Mais tarde, em 1941, os Fleischer Studios formaram parceria com a DC Comics, para a produção de desenhos animados do Super-Homem.
Produziram os longa-metragens Senhor Inseto vai para a Cidade, e As Viagens de Guliver, e os filmetes do Popeye: Popeye Contra Sindbad o Marujo, Popeye Contra Ali Babá e os 40 Ladrões, e Popeye e sua Lâmpada Maravilhosa.
Em 1942, quando os seus fundadores Max, Dave e Joe Fleischer se aposentaram, a Paramount Pictures comprou seus Fleischer Studios, mudando seu nome para Famous Studios (criadora dos Harveytoons), tendo como proprietários os antigos animadores de Fleischer: Seymour Kneitel e Isadore Sparber.
O Famous Studios produziu desenhos até 1967, como novos episódios do Popeye e Super-Homem, os Noveltoons ( com Gasparzinho, Herman e Katnip, Huguinho, Herbert, Black Lamb, Audrey, etc. ), Luluzinha de Marge e os Puppetoons de George Pal.
Em 1960, o Famous Studios mudou seu nome para Paramount Cartoon Studios, e em 1967, fechou suas portas, quando a Paramount foi adquirida por Guf-Western.
Angelo Agostini (Vernate, 1833 — Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista italiano que firmou carreira no Brasil. Um dos primeiros cartunistas brasileiros, foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado.
Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, veio para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.
Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostino ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.
O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II. Aqui colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, Nhô-Quim, ou Impressões de uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.
Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Ilustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista de quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.
Fonte: Wikipédia
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Vagou pela Europa, com pouco dinheiro no bolso, trabalhando nos mais diversos ofícios para ganhar pão, desde cortar lenha numa fazenda até ingressar no boxe (atuando, inclusive, como treinador de lutadores profissionais). Como sua principal criação, o ranger Tex, "possuía uma percepção de valores imediata, fruto de uma cultura surgida numa juventude vivida com austeridade", como disse Decio Canzio, grande amigo de Bonelli.
Sua carreira literária começa no início dos anos 30, escrevendo histórias para o Corrieri dei Piccoli, tradicional publicação italiana, e artigos para o Giornale Illustrato dei Viaggi. Nos anos 30, Bonelli fez títulos variados para a Editora Saev, como Jumbo e Rin-tin-tin e escreveu seus primeiros roteiros, que foram desenhados por Rino Albertarelli e Walter Molina.
Roteirista e criador de dezenas de personagens, passa por várias empresas, até abrir a sua própria editora, reformulando então publicações importantes como L'Audace. O ano de 1948 marcaria para sempre a sua vida.
Por ser um grande admirador das histórias do velho oeste americano, Bonelli cria, em parceria com Aurelio Gallepini, o personagem Tex. Ao mesmo tempo, também criava "Occhio Cupo", uma revista quinzenal de formato grande, mais cara que a média dos gibis da época. No entanto, é Tex, gibi fino e pequeno, com apenas 32 páginas (uma tira por página), em um formato parecido com um "talão de cheques, que atinge o coração dos leitores italianos, projetando G. L. nacional e internacionalmente.
Continuou escrevendo roteiros para muitas outras histórias e criou outros personagens, antes e depois de Tex, como O Justiceiro do Oeste, Ipnos, O Ladrão de Bagdá, A Patrulha dos Sem-Medo, Plutos, Os Três Bil, El Kid, Lobo Kid e Ringo, só para citar alguns. Entretanto, aos poucos, Bonelli precisa se dedicar mais e mais ao personagem Tex, que exigia cada vez mais do seu tempo.
As próprias atividades editoriais são transferidas para a família: sua esposa Tea Bonelli (falecida em 2000) passa a cuidar da administração, enquanto ele prepara o filho Sergio, que em pouco tempo se torna o editor responsável por um pool de empresas que publicam alguns dos melhores quadrinhos do gênero.
G.L. Bonelli faleceu aos 92 anos devido a problemas de pulmões e de coração. A última história escrita por ele foi "Il medaglione spagnolo", publicada em fevereiro de 1991 (no Brasil TEX-323 - O Medalhão Espanhol), uma aventura iniciada por ele e terminada por outras mãos. Como ele mesmo gostava de se definir foi "um romancista emprestado aos quadrinhos e jamais devolvido".
Fonte:Wikipédia
Tex
Aurelio Galleppini
Aurelio Galleppini, ou apenas Galep, foi o desenhista que deu forma a Tex.
Nascido em Casale di Pare, em 20 de agosto de 1917, província de Grosseto, desde criança Galep gostava de desenhar e pintar e seus temas favoritos eram cavalos e filmes mudos do velho oeste.
Galep vive até os 19 anos na Sardenha e tempos depois abandona seus estudos para dedicar-se à pintura e aos quadrinhos. Um de seus primeiros trabalhos profissionais foi a realização de desenhos animados para o mercado alemão. Logo após, passa a fazer ilustrações para diversas revistas.
Fez também ilustrações para contos e capas de uma publicação infantil para o jornal Marc'Aurelio e colaborou com Modelina, um suplemento feminino do Mattino Ilustratto. Em 1938 foi requisitado pela Editora Mondadori e fez sua estréia em quadrinhos desenhando as histórias de Pino, il Mozzo e Le Perle del Mar d'Oman. Nesse período cria também quadrinizações de romances.
Em 1940 Galep passa a trabalhar com o editor Nerbini, em Florença, para a revista L'Avventuroso. Galep também passou a produzir roteiros que, em tempos de guerra, eram submetidos à censura de Roma. Foi nessa época que ele encurtou o nome para Galep e trabalhou até ser recrutado para um forte, em Cagliari.
Depois que a 2ª guerra mundial terminara, Galep dedica-se à pintura e passa a ministrar aulas em dois colégios de Cagliari, até Nerbini chamá-lo para adaptar Pinóquio e alguns episódios de Mandrake. Em junho de 1948 Galep muda-se para Milão, onde dedica-se inteiramente num novo projeto com G.L. Bonelli, então na Editora Audace.
Ambos criaram Occhio Cupo e algum tempo depois Galep desenhou o primeiro roteiro de Tex. Inicialmente, as 32 tiras semanais que compunham cada edição de Tex eram produzidas inteiramente por Galep, mas este, aos poucos, vai sendo obrigado a recorrer à ajuda de amigos como Virgílio Muzzi e Francesco Gamba, que se revezam com ele, ora fazendo os esboços, ora finalizando seu lápis.
Além desses dois, Galep passa a contar também com a colaboração de Mario Uggeri, Guido Zamperoni e Lino Jeva. E, graças a esses bravos assistentes, consegue levar a cabo, por quase 20 anos, a tarefa de produzir um episódio de 32 tiras por semana
Entretanto, depois de 1967, quando a produção aumenta radicalmente - agora são 110 páginas por mês, cada uma com três tiras, já não é possível contar apenas com amigos que colaboram nos momentos de sobrecarga, mas sim ter outros desenhistas que se revezem com ele realizando episódios inteiros.
Começa, assim, uma nova e áurea fase de Tex, com Galep ilustrando todas as capas e as principais aventuras da série. Nesta nova etapa ele realiza outras histórias, entre elas "O Homem do Texas", da série Um Homem, Uma Aventura e a quadrinização de Pinóquio e ainda As Viagens de Gulliver. Tendo sempre como personagem principal o próprio Tex, Galep seguiu produzindo até 1994, quando faleceu no dia 10 de março.
CAPA E UMA AVENTURA COMPLETA DE JOE COMETA DESENHADA POR INFANTINO.
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Nascido em 24/5/1925, E.U.A.) Carmine Infantino, em foto recente.
Carmine Infantino, foto dos anos 60. Pelo jeito, a valorização do artista nos EUA , na época, era ótima! Veja a expressão de satisfação no rosto do artista!
Carmine Infantino desenhou as estórias de Joe Cometa, nome dado no Brasil para Adam Strange, na revista HOMEM NO ESPAÇO, da editôra O CRUZEIRO.
Carmine Infantino participaram tanto a Escola de Artes e Industrial de Arte Estudantes League, em Nova York.He entered the comic field as the illustrator of Timely's 'Jack Frost' in 1942. Ele entrou na banda desenhada campo como o ilustrador de atempada's "Jack Frost", em 1942.In 1946, he began illustrating the 'Ghost Patrol' for National, and for this company he also did work on 'The Flash', 'Johnny Thunder', 'Green Lantern' and 'Black Canary'. Em 1946, ele começou a ilustrar a "Ghost Patrol 'para Nacional e, por essa empresa ele também fez trabalhos sobre" O Flash "," Johnny Thunder "," Green Lantern "e" Black Canárias ".In 1950s Infantino changed his drawing style from angular and rough to a design strongly influenced by the fine-line illustrations of pulp artists Edd Cartier and Lou Fine . Em 1950 Infantino mudou seu estilo de desenho angular e grosseira a uma concepção fortemente influenciada pela fina linha ilustrações de celulose artistas Edd Cartier e Lou Fine. Infantino o melhor trabalho é o reanimaram versão de "O Flash", que ele chamou de onze anos, de 1956 a 1967.During this period, he also drew the comics 'Adam Strange', 'Deadman', 'Fire Hair' and 'Batman'. Durante este período, ele também chamou a quadrinhos "Adam Strange", "Deadman", "Fire Hair" e "Batman".From 1967 to the late 70s, he worked respectively as editorial director for DC Comics and as a publisher. De 1967 a finais dos anos 70, ele trabalhou, respectivamente, como diretor editorial para DC Quadrinhos e como editor.He edited titles like 'Bomba', 'Bat Lash', 'Captain Marvel', 'The Shadow', 'Green Lantern/Green Arrow' and the 'Tarzan' comic books. Ele editou títulos como "Bomba", "Bat Lash", "Capitão Marvel", "The Shadow", "Green Lantern / Green Arrow" e "Tarzan" comic books. Ele foi posteriormente activa para Warren e Marvel.In 1982, Infantino took on 'The Flash' once again, and worked on 'V' and 'Red Tornade'. Em 1982, assumiu Infantino "O Flash", mais uma vez, e trabalhou em "V" e "Red Tornade".In recent years, he has been living in semi-retirement, drawing only occasionally for comic books. Nos últimos anos, ele foi viver em semi-reforma, recorrendo apenas ocasionalmente para comic books.He has, for instance, worked on the daily 'Batman' strip with William Messner-Loebs and John Nyberg in 1990-91.Ele tem, por exemplo, trabalhou no diário 'Batman' strip com William Messner-Loebs e John Nyberg em 1990-91.
Quino, ou Joaquín Salvador Lavado, nasceu dia 17 de julho de 1932 na cidade de Mendoza (Argentina). Recebeu o apelido desde pequeno, para diferenciá-lo de seu tio Joaquín Tejón, pintor e desenhista publicitário com quem aos 3 anos descobriu sua vocação. Na década de 40, perde sua mãe e seu pai. Termina a escola primária e decide inscrever-se na Escola de Belas Artes de Mendoza, a qual abandonaria anos depois para dedicar-se a desenhar quadrinhos e humor.
Em 1954, instala-se precariamente em Buenos Aires e perambula pelas redações de todos os jornais e revistas em busca de emprego. A revista Esto Es publica sua primeira página de humor gráfico. Desde então e até o dia de hoje continuam sendo publicados ininterrupitamente seus desenhos humorísticos numa infinidade de jornais e revistas da América Latina e Europa. Em 1960 casa-se com Alicia Colombo. Não teve filhos. A lua de mel no Rio de Janeiro foi a primera saída da Argentina.
Em 1963 lança seu primeiro livro de humor, Mundo Quino, uma recopilação de desenhos de humor gráfico mudos. Em 1964 aparece Mafalda pela primeira vez e a partir daí foram lançados vários livros na Argentina e no exterior. Viajou a vários países divulgando seu trabalho e recebeu diversos prêmios de nível internacional, entre eles o de desenhista do ano, em 1982. Atualmente publica seus desenhos na revista semanal do jornal Clarín.
Fonte: My Buenos Ayres querido
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Veja meus desenhos neste mesmo blog.
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1932
QUINO, Joaquín Salvador Lavado, nasce a 17 de Julho, filho de imigrantes espanhóis, andaluces, na cidade de Mendoza na Argentina, embora nos registos oficias conste nascido a 17 de Agosto. Desde o seu nascimento que começaram a chamá-lo de Quino para o distinguir do seu tio Joaquín Tejón, pintor e desenhador publicitário, com quem aos 3 anos descobre a sua vocação. 1939
Começa a escola primária onde descobre que o seu verdadeiro nome é Joaquín e vive as dificuldades do seu personagem Filipe: «Ficava tão angustiado, que nos primeiros três meses tinha más notas, mas depois terminava o ano com notas altas, ainda que nunca fosse o melhor aluno o que me irritava». 1945
Morre a sua mãe. Termina a escola e decide inscrever-se na Escola de Belas Artes de Mendoza. Aparece em Buenos Aires a revista "Rico Tipo", dirigida por Divito. Publicar nessa revista é o sonho de Quino. 1948
Morte do seu pai.
1949
«Cansado de desenhar ânforas e jarrões» abandona a Escola de Belas Artes. Só pensa numa única profissão: ser desenhador de historietas e humor. 1950
Consegue vender a sua primeira História. "Recordo que era para uma loja de sedas e que se chamava Sedalina, mas prefiro nem pensar como era essa publicidade, porque seguramente que me envergonharia».
1951
Quino viaja a Buenos Aires e corre todas as redacções de diários e revistas possíveis. Três semanas mais tarde regressa a Mendoza sem ter conseguido trabalho. 1953
Ano do serviço militar. Outro motivo para se sentir «terrivelmente angustiado. Pensava que nunca ia sair dali e tinha vontade de matar todos. Mas compartilhar a minha vida com Jovens de diferentes extractos sociais, foi uma ruptura muito grande, e um enriquecimento. Comecei a desenhar algo diferente» 1954
Instala-se em Buenos Aires. Continua o deambular pelas redacções. «Sufrí muito porque vivia em condições muito precárias. Compartilhava um quarto de pensão com três ou quatro tipos». O semanário "Esto é", de Buenos Aires, publica a sua primeira página de Humor Gráfico que alterna semanalmente com outro desenhador. «No dia que publicaram a minha primeira página, foi o momento mais feliz da minha vida» A partir desse ano, foi publicando em diferentes meios "Vea e Lea", "Leoplán", "Damas e Damitas", "TV Guía", "Usted", "Che", "Panrama", "Atlántida", "Adán", diario "Democracia", etc. Desde então e até á data, os seus desenhos de humor vêem-se publicando ininterruptamente numa infinidade de diários e revistas da América Latina e Europa. 1957
Cumpre um dos seus objectivos como desenhador: publicar regularmente em "Rico Tipo". Também o fará em "Dr. Merengue" e "Tia Vicenta". Divito exige-lhe que os seus desenhos sejam com texto. 1958
Começa a ilustrar graficamente campanhas publicitárias 1960
Casa-se Alicia Colombo. Não teve filhos. A Lua de Mel no Brasil, é a sua primeira saída da Argentina. No Rio de Janeiro encontra-se pela primeira vez, com colegas e editoras estrangeiras.
1962
Primeira exposição de Quino numa livraria de Buenos Aires com desenhos expressamente realizados para essa 1963
Aparece o seu primeiro livro de humor, "Mundo Quino", uma recompilação de desenhos de humor gráfico mudo, com prólogo de Miguel Brascó. Brascó apresenta-o a Agens Publicidad, que procura um desenhador que crie uma historieta «mistura de Blondie e Peanuts» para publicitar o lançamento de uma recompilação de desenhos de humor gráfico mudo. Procura também um desenhador para publicitar o lançamento de uma linha de produtos electrodomésticos chamados Mansfield, razão pela qual o nome de alguns dos personagens devíam começar pela letra M, daí Mafalda. Agens não faz a sua campanha, mas Quino fica com algumas das tiras. 1964
Depois de 10 anos a publicar os desenhos de humor, que continuará a criar ininterruptamente, até agora, aparece Mafalda pela primeira vez em "Gregorio", um suplemento de humor da revista "Leoplán", que publica 3 tiras. A 29 de setembro o semanário "Primeira Plana", de Buenos Aires, começa a publicar Mafalda regularmente. 1965
A 9 de Março Quino termina a relação com "Primera Plana". Mafalda muda-se para o diário "El Mundo". 1966
Jorge Álvarez Editor publica o primeiro livro de Mafalda que reúne as primeiras tiras feitas para publicação, tal como se fará nos seguintes. A edição sai no Natal, e em dois dias esgota-se a tiragem que foi de 5.000 exemplares. 1967
A 22 de Dezembro fecha o diário "O Mundo" e a tiragem fica interrompida. Jorge Álvarez Editor publica o segundo livro de Mafalda com o título de "Asi es la cosa, Mafalda". 1968
A 2 de Junho voltam a ser publicadas as historietas em "Sete dias". Aparecem "Mafalda 3" e "Mafalda 4". Trinta tiras são traduzidas para italiano e incluídas numa antologia de textos literários e desenhos humorísticos que se intitulou "Livro dei Bambini Terribili per adulti masochisti". Quino viaja pela primeira vez á Europa para ir a Paris, Londres e Madrid. 1969
Aparece "Mafalda 5" na Argentina, o último livro editado pela editora Jorge Álvarez Editor. MAFALDA pela primeira vez no estrangeiro: em Itália edita-se o primeiro livro, "Mafalda la Contestataria", com a apresentação de Umberto Eco, director da colecção. 1970
Ediciones de la Flor, publica a sexta recompilação de tiras, "Mafalda 6", e desde então, e até agora, é a única editora dos seus livros na Argentina. Em Espanha, Editorial Lumen lança o primeiro livro de Mafalda, e a censura do governo franquista obriga os editores a porém uma franja na capa que dizia «para adultos». Também em Portugal se edita Mafalda pela editora Dom Quixote. Primeiro livro de humor gráfico no estrangeiro: em Itália, a Editorial Bompiani edita "Mondo Quino". 1971
Ediciones de la Flor edita "Mafalda 7". 1972
A editorial Século XXI, do México, publica "A mí no me grite", segundo livro de humor gráfico de Quino; Ediciones de la Flor apresenta o oitavo livro da história Mafalda, "Mafalda 8". Em Espanha a editora Lumen edita "Mundo Quino". Na Finlândia publicam-se 3 livros de Mafalda sem grande êxito. Dada a proliferação de produtos piratas com a figura de Mafalda, Quino aceita assinar um contrato de merchandising e um contrato com Danio Mallo para a realização de uma serie de curtas-metragens baseados nas historietas. 1973
A 25 de Junho Quino despede-se formalmente dos leitores de "Siete dias" e não voltará a desenhar novas tiras de Mafalda. Quino passará a publicar nesse semanário as suas páginas de humor que até esse momento publicava em "Panorama". Ediciones de la Flor edita "Mafalda 9" e Século XXI, no México, o terceiro livro com recompilaçoes de humor gráfico: "yo que usted". Primeiros livros de Mafalda em França e na Alemanha com escassa repercussão. Primeiro livro de humor em Portugal: "Não me Grite!". 1974
Ediciones de la Flor lança a última recompilação das tiras de Mafalda: "Mafalda 10". Primeira viagem de Quino aos Estados Unidos. 1976
Em Março, Quino e Alícia mudam-se para Milão: «A Pátria significa juventude, por tanto, o facto de estar longe dela, fez que o meu humor se tenha tornado um pouco menos vivaz, mas talvez algo mais profundo». Primeiro livro de humor na Alemanha.
A pedido da UNICEF, ilustra com Mafalda e os personagens das suas tiras a Edição Internacional da campanha mundial da Declaração dos Direitos da Criança. No México inicia-se a edição de livros da Mafalda.
1978
O Salão Internacional do Humorismo de Bordighera confere-lhe o Troféu Palma de Oro, a sua mais alta distinção. Em França, Editions Glesnat publica o primeiro livro de humor "Pas mal, et vous?". Na Grécia publicam-se os livros de Mafalda. 1979
Em França, Editions Glesnat, edita o primeiro livro de Mafalda a cores. 1980
Quino deixa "Siete dias" e passa a publicar as suas páginas de humor na revista dominical do diário "Clarín". 1981
Na Holanda publicam-se só dois livros de Mafalda e um livro de humor.
1982
É eleito pelos seus colegas de todo o mundo Desenhador do Ano. Como tal, preside ao jurado do Salão Internacional de Humorismo de Montreal, Canadá. É-lhe entregue o Prémio Konex de Platin: Artes visuais - Humor Gráfico. No Brasil publicam-se só três livros de Mafalda, e uma comunidade de uruguaios residente na Suécia, publica os libros de Mafalda. 1983
Quino retoma os personagens de Mafalda para ilustrar uma campanha lançada por dentistas argentinos (LASAB) sobre higiene oral. Na Grécia publicam o primeiro livro de humor de Quino. 1984
Convidado para integrar o jurado do Festival de Cinema Latino-americano de Habana, viaja a Cuba, onde faz amizade com o director de cinema de animação Juan Padrón e assina um contrato com o ICAIC para a realização de curtas-metragens com as suas páginas de humor. A serie chama-se Quinoscópios, dirigidos por Juan Padrón sobre desenhos e ideias de Quino. Pelo festejo da democracia na Argentina, a fundação San Tomo organiza uma mostra retrospectiva em Buenos Aires; Em finais de Novembro organiza-se outra mostra em Mendoza, sua cidade natal. Em Itália festejam-se os 20 Anos de Mafalda. Em Espanha publica-se os únicos quatro livros de Mafalda em galego. Na Dinamarca sai o primeiro e único livro de Mafalda. 1985
Em Cuba, Casa de Las Américas publica "Mundo Quino" e o ICAIC produz os primeiros Quinoscópios. 1986
Mafalda é a protagonista de uma campanha publicitária para promover as primeiras eleições dos Conselhos Escolares em Espanha. Pela primeira e única vez, publica-se um livro de humor nos Estados Unidos: "The world of Quino". Foi um dos vencedores, entre outros latino-americanos, da Segunda Bienal Internacional de Artes Plásticas de La Habana. 1988
A cidade de Mendoza, outorga-lhe o título de Ilustre Cidadão e faz-lhe a entrega da chave da cidade. Quino desenha “Mafalda Y Libertad” para um cartaz do Ministério das relações com o Exterior da Argentina, para celebrar o Dia dos Direitos Humanos e o quinto ano da recuperação da democracia na Argentina. Em Erlangen, Alemanha, o Terceiro Salão Internacional do Cómic entrega a Mafalda o grande prémio internacional Max und Moritz. No Brasil publica-se pela primeira e única vez um livro de humor. Na Noruega sai um livro de Mafalda.
1989
Para celebrar os vinte e cinco anos da publicação da primeira tira de Mafalda, Ediciones de la Flor apresenta "Mafalda Inédita" numa exposição de desenhos originais e documentos, organizada no Teatro San Martín de Buenos Aires. 1990
Em Taiwán publicam-se edições piratas de Mafalda em idioma chinês. Ao fim de dois anos, a situação é regularizada. 1992
A Sociedade Estatal Quino Centenário, organiza em Madrid uma grande Mostra, com 1.200 m2 intitulada "O Mundo de Mafalda", na qual se exibe uma curta-metragem realizada em Cuba pelo Juan Padrón sobre um desenho de Quino de Mafalda com Colón, e publica-se um catálogo com o nome da Mostra. Outorgam-lhe novamente o Prémio Konex de Platin: Artes Visuais - Humor Gráfico. 1993
A empresa espanhola D.G. Producciones S. A., em co-produção com Televisiones Espanholas produz 104 episódios de Mafalda em desenhos animados de 1 minuto de duração, dirigidos por Juan Padrón no ICAIC. Em Outubro, Quino realiza uma mostra de humor gráfico no Centro Cultural Recoleta de Buenos Aires organizada pela Fundação Omega.
1994
Em Milão celebram-se os trinta anos de Mafalda com uma reunião no Circolo della Stampa. Inaugura-se em Buenos Aires a Plaza Mafalda situada num bairro de Colégios. Ediciones de la Flor e Cancillería convidam Quino para a Feira do Livro de Bogotá, Colômbia, na qual Argentina é o país convidado. 1995
Em Milão, o Centro de Promoção Argentina do Consulado Geral Argentino, organiza uma exposição de desenhos de humor. Em Outubro, começa a publicar em semanários de Espanha as suas páginas de humor. 1996
Ediciones de la Flor edita "Cuentecilos y outras alteraciones", livro de Jorge Timossi ilustrado por Quino com a sua personagem Filipe 1997
Quino assiste á Feria do livro de Guadalajara, no México, na qual Argentina é o país convidado e o Galardão Arnaldo Orfila Reenal da Trayectoria Editorial é entregue a Ediciones de la Flor. Em Madrid recebe um curioso prémio: A Placa de Plata, entregue pela Associação Madrilena de Empresários de Restaurantes e Cafés, por ter contribuído com as suas manifestações gráficas para o prestígio e difusão gastronómica. Também lhe é entregue o prémio da Asociación Profesional de Ilustradores de Madrid. 1998
Em Abril, as Ediciones de la Flor, muitos anos depois de se ter esgotado, reedita o primeiro livro de Quino, "Mundo Quino", com prólogo do autor. É distinguido pela Secretária da Cultura do Governo da Cidade de Buenos Aires, como Mestre de Arte como reconhecimento do seu trabalho. Recebe o Prémio B'nai B'rith Derechos Humanos, que essa organização entrega anualmente a pessoas que se tenham destacado na promoção e defesa de esses direitos. Publica a sua página web. Em Buenos Aires, o Centro de Arte Moderna de Quilme expõe uma Mostra de Humor de Quino.
1999
Em Abril, as Ediciones de la Flor reedita o livro "A mí no me grite". A Libraria Internacional convida Quino para ir a San José, Costa Rica, com o apoio do diário "A Nação". 2000
Em Fevereiro, o Instituto Cubano do livro expõe a mostra O Mundo de Quino no Centro Wilfredo Lam, sub-sede da Nona Feira Internacional do Livro de La Habana. Litexa Boliviana S.A. convida Quino para ir a La Paz, Bolivia, pela feira Feria do Livro, com o auspicio do Lloyd Aéreo Boliviano y a Alcaldia de LA Paz. Neste evento, a relação estabelecida com o público levou-o a comprometer-se a assistir á Feira do Livro de 2001. Na Grécia, no 5º Festival Internacional de Humor, Quino expõe uma mostra de seus desenhos e de algumas tiras de Mafalda, contando com o auspicio do Ministério de Cultura da Grécia, do Município de Atenas e da Unesco. Em Outubro é convidado para o Salón Internacional do Cómic de Gijón. Na mostra Ibero-americana de Humor Gráfico, a Universidade de Alcalá de Henares nomeia-o Catedrático Honorífico do Humor. Em Novembro, Ediciones Glesnat y Hachette Canadá convidam Quino para o 23º Salon du livre de Montreal. A 11 de Dezembro, Quino converteu-se no segundo galardoado, com o prestigioso prémio Quevedos de Humor Gráfico, promovido pelos Ministérios de Educação e Cultura e Assuntos Exteriores de Espanha, iniciativa de a "Fundação General de la Universidad de Alcalá".
2001
Durante Julho e Agosto realiza-se uma Mostra itenerante de Humor na Bolívia (La Paz, Cochabamba, Santa Cruz de la Sierra e Tarija. Na VI Feria Internacional do Livro de La Paz inaugura-se a mostra e realizam-se diversas actividades com a presença de Quino, tal como tinha prometido na sua visita do ano anterior. Todo isto foi possível graças á Cámara Boliviana do Livro.A iniciativa da Fundación General de la Universidad de Alcalá de Henares, entre 4 e 30 de Outubro expõe nessa cidade uma retrospectiva com relação a VIII Mostra Ibero-americana de Humor Gráfico.A 15 de Outubro recebe o Prémio bienal Ibero-americano de Humor Gráfico "Quevedos", que lhe tinha sido entregue pela Fundación General de la Universidad de Alcalá de Henares em Dezembro de 2000, no Paraninfo da Universidade. Um emocionante acto, presidido pelo Secretário de Estado da Cultura, Luís Alberto de Cuenca, com a presença de António Mingote, primeiro Prémio Quevedos 1998 e outras importantes personalidades da cultura.Entre Outubro e Dezembro as Ediciones de La Flor na Argentina e Editorial Lumen em Espanha editam "Esto no es Todo", livro de mais de 500 páginas, recompilação dos seus melhores Trabalhos de Humor Gráfico, seleccionados pelos editores dos seus livros de humor excepto !Cuánta Bondad! Em Janeiro de 2002 será editado também por Tusquets Editores México. 2002
Setembro: é convidado a expor a sua obra de humor gráfico e Mafalda em o "21ème Salon Interncional de a Caricature, du Dessin de Presse et d'Humour" de Saint Just le Marto de 27 de Setembro a 6 de Outubro.Novembro: o IILA (Instituto Italo-Latin American) e a Embaixada da República Argentina organizam em Roma uma exposição de Quino "Il Padre dei Mafalda ha altri figli" na Scuderie do Palazzo Santacroce, do 21 de Novembro a 21 de Dezembro.
2003
Em Agosto realiza uma exposição dos seus Trabalhos no Museu de Arte Contemporânea de Bahía Blanca, província de Buenos Aires, Argentina. Nesse evento é convidado para uma conversa na Escola de Artes Visuais dessa cidade. A meio do mês de Agosto, é convidado para inaugurar a Feira Internacional do Livro de Guaeaquil, Equador, na qual participou também numa conversa com o público. A propósito da sua visita, o Alcaide da cidade, Jaime Nebot declarou-o Huésped Ilustre da Cidade de Guayaquil. Em Setembro, realiza uma exposição de sua obra em Biarritz, França, a propósito do festival da CITA 2003. A 6 de Dezembro, a Universidade de Guadalajara pelo "II Encuentro Internacional de Caricatura e Historieta" pela Feria Internacional do Livro de Guadalajara, entrega a Quino o prémio-homenagem "A Catrina". Dita distinção é entregue por Sérgio Aragonés (figura homenageada no ano anterior). A Propósito destes acontecimentos realiza-se uma exposição de sua obra na sala Tolsa do Museo de las Artes da Universidade de Guadalajara. 2004
Em Janeiro inaugura-se em Milão a exposição “De viaje con Mafalda” comemorando os 40 anos da primeira publicação da personagem na Argentina. A Mostra, patrocinada pelo Touring Club Italian - curador Ivan Giovannucci - passa por várias cidades de Itália, num itinerário que irá prolongar-se até aos dois anos seguintes.
Em Julho, Ediciones de la Flor publica seu Novo livro: ¡ Qué presente impresentable!
Em Agosto inaugura-se em Buenos Aires a exposição “Quino, 50 anos”, organizada pela Fundação Andreani, curada por Julieta Colombo Marrón, celebrando os 50 anos da publicação --a 9 de Novembro de 1954-- do seu primeiro desenho humorístico na revista “Esto Es”. A exposição muda-se logo para Córdoba e Mar del Plata e prosseguirá durante 2005 e 2006 em outras cidades da Argentina.
O 9 de Novembro Editions Glesnat (França) organiza na Maison de l’ Amerique Latine em Paris, uma homenagem a Quino, acompanhada de uma exposição de desenhos dos seus colegas franceses admiradores de Mafalda, e lança o livro “Un present impresentable”.A 17 de Novembro é declarado Cidadão Ilustre de Buenos Aires. 2005
A exposição “De viaje com Mafalda” apresenta-se em Roma, Nápoles, Zagarolo (Roma), Voghera (Pavía), Jesolo (Veneza) e Bolonha.
A meio de Março inaugura-se a exposição “De viaje com Mafalda” na Biblioteca Fort Pienc de Barcelona, organizada por Editorial Lumen, Bibliotecas de Barcelona e Barcelona 2005 Ano do “Libre i a Lectura”.
A exposição “Quino 50 Anos” continua o seu itinerário pela Argentina apresentando-se em Rosário, Cassimilda, Mendoza e San Rafael. Fonte:ClubHumor/quinoweb Mafalda é a heroína das histórias em quadrinhos escritas e desenhadas pelo cartunista argentinoQuino. As histórias, apresentando uma menina preocupada com a Humanidade e a paz mundial que se rebela com o estado atual do mundo, apareceram de 1964 a 1973, usufruindo de uma altíssima popularidade na América Latina e Europa.
Mafalda foi muitas vezes comparada à personagem Charlie Brown, de Charles Schulz, principalmente por Umberto Eco em 1968.
A personagem, cujo nome foi inspirado pela novela Dar la cara, de David Viñas, e alguns outros, foi criada em 1962 para um cartoon de propaganda que deveria ser publicado no diário Clarín. No entanto, Clarín rompeu o contrato e a campanha foi cancelada. Mafalda somente se tornou um cartoon de verdade sob a sugestão de Julián Delgado, na época o editor-chefe do hebdomadário Primera Plana e amigo de Quino. Foi publicado no jornal de 29 de Setembro de 1964, apresentando somente as personagens de Mafalda e seus pais, e acrescentando Filipe em Janeiro de 1965. Uma disputa legal surgiu em Março de 1965, e assim a publicação acabou em 9 de Março de 1965.
Uma semana mais tarde, dia 15 de Março de 1965, Mafalda começou a aparecer diariamente no Mundo de Buenos Aires, permitindo ao autor cobrir eventos correntes mais detalhadamente. As personagens Manolito e Susanita foram criadas nas semanas seguintes, e a mamãe de Mafalda estava grávida quando o jornal faliu em 22 de Dezembro de 1967.
A publicação recomeçou seis meses mais tarde, em 2 de Junho de 1968, no hebdomadário Siete Días Illustrados. Como os quadrinhos tinham que ser entregues duas semanas antes da publicação, Quino era incapaz de comentar as notícias mais recentes. Ele decidiu acabar com a publicação das histórias em 25 de Junho de 1973.
Desde então, Quino ainda desenhou Mafalda algumas poucas vezes, principalmente para promover campanhas sobre os Direitos Humanos. Por exemplo, em 1976 ele fez um pôster para a UNICEF ilustrando a Declaração Universal dos Direitos da Criança.
Na Cidade de Buenos Aires tem uma praça cujo nome é Mafalda [1] Fonte:Wikipédia
Jim Davis, pseudônimo de James Robert Davis (28 de julho de 1945), é um cartunistaestadunidense, criador do personagem de histórias em quadrinhosGarfield entre outros.
O gatoGarfield é estrela de uma das tirinhas mais famosas da história, sendo publicado em 2570 jornais de todo o mundo (só perdendo para Peanuts). Os outros personagens principais são Odie, um cão estúpido, e Jon Arbuckle, um cartunista, dono dos dois. Garfield é criação de Jim Davis, que tirou o nome de seu avô James Garfield Davis (este teve seu nome inspirado pelo presidente americano James Garfield).
Garfield estreou em 19 de Junho de 1978. Tinha traços disformes, bochechas enormes e olhos pequenos. Já mostrava sarcasmo: Jon - Oi, eu sou Jon Arbuckle, e esse é meu gato, Garfield. Garfield - Oi, eu sou Garfield, sou um gato, e esse é meu cartunista, Jon.
A tira ironiza pessoas que transformam os animais de estimação nos "donos da casa". Também mostra um gato atuando como homem (inclusive, andando em 2 patas) e enfrentando problemas humanos (dieta, tédio, aversão às segundas-feiras, etc.).
Em 1980, Jim Davis redesenhou Garfield, com olhos ovais e barriga menor, dando como justificativa uma dieta forçada.
Em 1982, Garfield estrelou um especial de TV chamado Aí vem Garfield. Outros onze especiais foram feitos até 1991; uma série animada, Garfield e Seus Amigos, foi produzida entre 1988 e 1995. O gato fora dublado no Brasil por Carlos Marques.
Em 7 de Junho de 1999, a tirinha tornou-se colorida.
Em 2004, foi lançado Garfield, o Filme, que usou um Garfield criado por computação gráfica e dublado por Bill Murray (a versão brasileira é dublada pelo ator Antônio Calloni). Um segundo longa-metragem, Garfield 2, foi lançado em 2006.
Fonte: Wikipédia
Obrigado, fiquei feliz com sua visita. Volte sempre.
Abraços,
Ayres
ayresbr@hotmail.com