Tuesday, January 29, 2008

CRIADOR DE HOMEM-ARANHA, X-MEN, QUARTETO FANTÁSTICO E INCRÍVEL HULK



Stan Lee


Stanley Martin Lieber (Nova Iorque, 28 de dezembro de 1922) é um escritor e editor
norte-americano, que, com vários artistas e co-criadores — especialmente Jack Kirby e Steve Ditko — introduziu personagens complexas e um universo compartilhado entre heróis de histórias em quadrinhos (ou banda desenhada). Seu sucesso ajudou a transformar a Marvel Comics de uma pequena publicadora para uma grande corporação multimídia.
Entre suas maiores criações estão, os X-Men, o Homem-Aranha, o Quarteto Fantástico e o Incrível Hulk

Início da carreira

Na adolescência, Lee trabalhou para os publicadores Martin Goodman na Timely Comics, que mais tarde tornaria-se a Marvel Comics. Goodman era casado com a prima de Lee. Seu primeiro trabalho publicado foi uma página para preencher texto assinada com o nome Stan Lee, que apareceu na revista do Capitão América em 1941. Stanley usou o nome "Stan Lee" porque sonhava um dia escrever o maior de todos os livros do país e não queria seu verdadeiro nome associado às histórias em quadrinhos. Ele logo passou a escrever histórias de fato, tornando-se o editor mais novo no campo de trabalho com 17 anos.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Lee alistou-se no Exército dos Estados Unidos e serviu na parte de comunicação, escrevendo manuais, slogans, filmes de treinamento e ocasionalmente desenhando. Após a Segunda Guerra Mundial, Lee voltou para a sua posição na qual tornaria-se a Marvel Comics. Naquela época, um campanha de decência liderada pelo psiquiatra Dr. Frederic Wertham e pelo Senador Estes Kefauver culpava as revistas de histórias em quadrinhos por corromper os jovens leitores com imagens violentas e sexuais. As empresas de HQ responderam com a organização de um sistema de controle interno, e eventualmente adotaram o estringente Comics Code Authority.
Permanecendo na Timely/Marvel pela década de 1950, Lee escreveu histórias de vários gêneros, como romance, velho-oeste, e ficção científica leve. No fim da década, ele ficou insatisfeito com sua carreira e pensou em sair da área.Porem Lucas Axt e Victor Giulio(criador de Death Ciborg)deram a idéia de criar uma familia de super heróis chamada Quarteto Fantástico,e logo depois deram a grande idéia de criar uma empresa de Quadrinhos chamada Marvel comics

Revolução da Marvel

Stan Lee em 1973
Stan Lee em 1973
No fim da década de 1950, a DC Comics deu uma reanimada no gênero dos super-heróis e teve sucesso significativo com o super time da Liga da Justiça da América. Em resposta, Martin Goodman, o publicador da Marvel, deu a Lee a tarefa de criar um time de super-heróis novo. A esposa de Lee o alertou para experimentar histórias que ele preferia já que a ameaça de ser demitido não importava. Ele agiu sob este conselho, e, de repente, a carreira de Lee mudou completamente.
Lee deu a seus novos super-heróis sentimentos mais humanos, uma mudança de seus outros heróis que eram tipicamente escritos para pré-adolescentes. Seus heróis tinham um temperamento ruim, ficavam melancólicos, cometiam erros humanos normais. Preocupavam-se em pagar suas contas e impressionar suas namoradas, e às vezes ficavam até doentes fisicamente. Os super-heróis de Lee capturaram a imaginação dos adolescentes e jovens adultos, e as vendas aumentaram drasticamente.
O grupo de super-heróis que Lee e Jack Kirby produziram foi a família de super-heróis conhecida como O Quarteto Fantástico. Sua popularidade imediata fez com que Lee e os ilustradores da Marvel produzissem vários novos títulos. Lee criou o Incrível Hulk, o Homem de Ferro, Thor e os X-Men com Kirby; Demolidor (Daredevil) com Bill Everett; Doutor Estranho e o personagem de maior sucesso da Marvel: o Homem-Aranha, criado com Steve Ditko.
Pela década de 1960, Lee escreveu, coordenou a arte e editou a maior parte das séries da Marvel, moderou as páginas de cartas e escreveu uma coluna mensal chamada "Stan's Soapbox", escreveu muito material promocional, sempre assinando com a frase que é sua marca registrada: "Excelsior!".e seu melhor amigo victor criador de death ciborg

Carreira posterior

Nos últimos anos, Lee tornou-se um ícone e a cara pública da Marvel Comics. Ele faz aparições em convenções de histórias em quadrinhos pelos EUA, palestrando e participando em discussões. Ele também mudou-se para a Califórnia em 1981 para desenvolver as propriedades de televisão e filme da Marvel. Foi produtor executivo fazendo pequenas aparições em adaptações cinematográficas recentes da Marvel.
Ele pode ser visto prestes a atravessar a rua com um jornal no filme do Demolidor, como um segurança saindo de um prédio em Hulk, como um carteiro em Quarteto Fantástico, como um penetra no casamento(que, aliás, é expulso pelo fato do porteiro não acreditar que ele seja Stan Lee) em Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, como um jardineiro em X-Men 3:O Confronto Final, na praia em X-Men: O Filme, como um vendedor de cachorros-quentes em Homem-Aranha e como um pedestre em Homem-Aranha 2. Ele aparece também em Homem-Aranha 3, onde comenta com Peter Parker o fato de uma pessoa ser capaz de fazer a diferença, numa calçada em frente a um letreiro.
Lee também apareceu em Os Simpsons e fez a voz de um personagem na série animada produzida pela MTV do Homem-Aranha. Durante a revolução ponto com da Internet, ele criou o StanLee.net, que pertencia a uma companhia separada e administrada por outros que tinha como conceito misturar animação online com tiras de quadrinhos tradicionais, mas infelizmente a companhia ficou conhecida pela sua administração mal-feita e irresponsabilidade financeira.
Na década de 2000, Stan Lee fez seu primeiro trabalho para a DC Comics, lançando a série Just Imagine... ("Apenas Imagine..."), na qual Lee reimaginava vários super-heróis incluindo Super-Homem, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde e Flash. Lee também criou a série animada para adultos Stripperella para a Spike TV (vai ao ar no Brasil pelo Multishow) e em 2004 anunciou planos para colaborar junto com Hugh Hefner em uma série animada das coelhinhas da Playboy.
Em agosto de 2004, Lee anunciou o lançamento da "Stan Lee's Sunday Comics", para serem hospedadas pelo Komicwerks.com, onde assinantes mensais poderão ler uma nova e atualizada história todo domingo. A Stan's Soapbox voltará como uma coluna semanal junto da tira de domingo. Ele ainda aparece como motorista de ônibus no episódio "Perigo de Morte" do seriado norte-americano Heroes. Em 2006 Stan criou e particpou do reality show Who Wants to Be a Superhero?
Fonte: Wikipédia
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Ayres,
ayresbr@hotmail.com

Monday, January 28, 2008

CRIADOR DE TINTIN




Hergé

(22/05/1907 - 3/3/1983, Belgium)






(22/05/1907 - 3/3/1983, Belgium)

Georges Remi (mais conhecido como Hergé) nasceu na Bélgica. A inspiração para Tintim veio do seu irmão Paul. Muitos dos principais personagens retratados nas suas histórias eram baseados em pessoas de carne e osso.Tintim nasceu em 1929. Conhecido como o Walt Disney Europeu, Hergé criou diversos personagens além de Tintim como Jo, Zette e Jocko. Hergé também criou Quim e Filipe ( Quike e Flupke) dois miúdos que vivem aventuras urbanas. O estilo impecável de Hergé e o suberbo uso de cores levou-o a ser aclamado internacionalmente após a Segunda Grande Guerra. Os álbuns de Tintim como de outros personagens criados por Hergé são lidos em mais de 40 línguas pelo mundo fora. O estilo de Hergé influenciou na criação de outros personagens dos quadrinhos (Asterix, Lucky Luke, Blake e Mortimer e muitos outros). Os seus álbuns com histórias completas são um marco no desenvolvimento de histórias em quadrinhos. Os álbuns de Tintim são de uma precisão incrível, com todos os detalhes minuciosamente cuidados.

[editar] Hergé - (Remi Georges) 1907 - 1983 – Biografia

Mestre do desenho e da ciência narrativa, ele deu à banda desenhada européia toda a nobreza com que é hoje distinguida.
1907 Nascimento de Georges Remi em Bruxelas, dia 22 de Maio.
1920 O jovem Georges inicia os seus estudos secundários no colégio Saint-Boniface, em Bruxelas; aborrece-se muito com as matérias.
1921 Entra no grupo de escuteiros do colégio onde viria a receber a alcunha de raposa curiosa. Os seus desenhos são publicados na revista “Jamais Assez”, a revista do estabelecimento escolar e, mais tarde, em 1923, em “Le Boy-Scout Belge”, a revista mensal dos escoteiros belgas.
1924 É com o nome Hergé - RG, as iniciais de Remi Georges - que ele assina as suas ilustrações.
1925 Tendo acabado os seus estudos, Georges Remi fica empregado no jornal “Le Vingtième Siècle”, com um cargo no serviço de assinaturas.
1926 Criação de Totor, CP des Hannetons, prefigurando Tintim no “Le Boy-Scout Belge”.
1927 Georges Remi serve o exército.
1928 De regresso a Bruxelas, Hergé é nomeado redator-chefe do “Petit Vingtième”, suplemento semanal para jovens do “Le XXe Siècle”. O primeiro número é publicado no dia 1 de Novembro. O diretor do jornal é o abade cristão Norbert Wallez
1929 No dia 10 de Janeiro, "nascimento" de Tintim e Milu, no “Petit XXe”.
1930 Criação de Quim e Filipe, rapazes de Bruxelas e actores de curtas e completas histórias no “Petit Vingtième”. Publicação do primeiro álbum de Tintim: Tintim no país dos sovietes.
1932 Georges Remi casa-se com Germaine Kieckens, secretária do director do “Vingtième Siècle”.
1934 A Casa Casterman, estabelecida em Tournai (Bélgica) torna-se editora das aventuras de Tintim. O encontro de Hergé com um jovem estudante chinês, Tchang Tchong-Jen, marca um desvio decisivo. Hergé apercebe-se da importância de uma história construída solidamente e da necessidade de se documentar. Começa então a levar a sério aquilo que antes para ele não era mais do que um jogo.
1935 Para o semanário francês “Coeurs Vaillants”, Hergé cria uma nova série com novos heróis: Joana, João e o macaco Simão. Cinco álbuns serão publicados.
1939 Devido à sua tomada de posição em favor do povo chinês em O lótus azul, o criador de Tintim é convidado pela esposa de Chiang Kai-Shek a visitar a China. A guerra iminente na Europa viria a impedir essa viagem.
1940 No dia 10 de Maio, a Bélgica é invadida por tropas alemãs. O “Vingtième Siècle” e o “Petit Vingtième” desaparecem. Tintim no país do ouro negro, então em curso de publicação, é interrompido por oito anos. Hergé começa outra história - O caranguejo das tenazes de ouro - que publica no jornal “Le Soir”, um dos poucos jornais autorizados pelos nazis a circular.
1942 A editora Casterman, tendo em vista a criação de álbuns padronizados (de 64 páginas e a cores), obtem de Hergé os episódios já publicados, adaptados progressivamente a estes novos modelos.
1944 A libertação da Bélgica, no dia 3 de Setembro põe termo à publicação das aventuras de Tintim no jornal “Le Soir”. Alguns consideram que tendo publicado num jornal controlado pelos nazis, Hergé tinha "colaborado" com estes.
1946 Publicação, no dia 26 de Setembro, do primeiro número da revista “Tintin”, um novo semanário criado para a juventude por um antigo assistente seu - Raymond Leblanc.
1950 Tendo decidido realizar Explorando a lua, um episódio das aventuras de Tintim que requeria um trabalho técnico importante, um rigor documental e uma atenção particular, Hergé junta-se com colaboradores e funda os Estúdios Hergé.
1955 O desenhista conclui a publicação dos primeiros álbuns já adaptados às novas normas. Tintim, cujos álbuns se tornam um verdadeiro sucesso, é de tal modo popular que a publicidade se interessa por ele. Hergé realiza, então, uma colecção de cromos, na qual Tintim desempenha o papel de apresentador em diferentes domínios do saber.
1958 O episódio Tintim no Tibete é terminado, apesar de uma violenta crise pessoal de Hergé.
1960 Tintim faz a sua estréia no cinema e é o jovem belga Jean-Pierre Talbot que encarna o seu papel em "Tintim e o mistério do Tosão de Ouro". Mais tarde, em 1964, o actor voltaria a desempenhar o papel de Tintim em "Tintim e as laranjas azuis". Georges Remi descobre a arte contemporânea, que se torna uma verdadeira paixão para ele. Separa-se da esposa.
1969 Os estúdios Belvision de Bruxelas produzem um desenho animado de longa metragem a partir do álbum O templo do sol.
1971 Numa primeira viagem aos Estados Unidos, Hergé encontra os peles-vermelhas.
1973 As edições Casterman publicam o primeiro tomo dos “Arquivos Hergé”. O mítico Tintim no país dos sovietes reaparece assim, quarenta anos depois de ter desaparecido completamente das livrarias. Hergé visita Taiwan, trinta e cinco anos depois do convite oficial que lhe foi feito.
1976 Difusão nas telas de televisão de “Moi, Tintin”, um documentário sobre o personagem e o seu criador. No dia 29 de Setembro, é inaugurada uma estátua em bronze de Tintim e Milu, em Bruxelas.
1977 Tendo-se pronunciado o divórcio com a sua primeira esposa, Hergé casa-se, com Fanny Vlamynck.
1979 O Americano Andy Warhol, artista máximo e criador da Pop Art, realiza uma série de quatro retratos de Hergé. O "nascimento" de Tintim comemora-se um pouco por todo o lado. Os cinquenta anos de existência do heroi fictício são também celebrados através de uma emissão de selos dedicados a Tintim, à exposição O Museu imaginário de Tintim e a publicação do álbum “Cinquante ans de travaux fort gais”.
1981 Reencontro emocionante entre Hergé e Tchang-Tchong-Jen, o amigo chinês que o tinha inspirado para O lótus azul, quarenta e cinco anos atrás.
1982 Para festejar o 65º aniversário de Hergé, a Sociedade Belga de Astronomia dá o seu nome a um planeta descoberto recentemente. O planeta Hergé está situado entre Marte e Júpiter.
1983 Georges Remi, Hergé, falece no dia 3 de Março.
1986 Publicação do álbum “Tintin et l'Alph'Art,” última aventura de Tintim, ainda por terminar.
1987 Tendo Hergé manifestado a sua vontade de não confiar Tintim a um outro desenhista, a sua esposa Fanny decide substituir os Estúdios Hergé por uma Fundação Hergé.
1988 Inauguração, numa estação de metropolitano de Bruxelas, de um afresco de cem metros, animado pelo grupo dos personagens principais das aventuras de Tintim, a partir de um esboço de Hergé. Desaparecimento da revista Tintim.
1989 Inauguração, no Centro Nacional da Banda desenhada e da Imagem, em Angoulême (França), de um busto de Hergé realizado pelo escultor Tchang-Tchong-Jen. A Fundação Hergé monta uma vasta exposição intitulada “Tintin, 60 ans d'aventures”, inaugurada em Bruxelas e destinada a dar a volta ao mundo.
2007 Segundo uma notícia divulgada no jornal belga Le Soir, Hergé terá falecido após a contracção do vírus da sida.

Fonte: Wikipédia

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Ayres.

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Sunday, January 27, 2008

CRIADOR DA TURMA DA MORANGUINHO
















  

Moranguinho é uma personagem da American Greetings. Originalmente surgiram os cartões depois vieram as bonecas, os pôsteres e outros produtos. A coleção Moranguinho ainda conta com uma linha de bonecos de todos os personagens e de seus animais de estimação

Os primeiros desenhos da Moranguinho e seu gato Mostarda foram feitos em 1977 por Muriel Fahrion durante o tempo que foi ilustrador do departamento American Greetings' Juvenile & Humours. Depois os desenhos foram apresentados para o Sr. Bernie Loomis da General Mills e foram patentiados. Fahrion desenhou mais trinta e dois personagens que também foram patentiados.
Cindy Moyer Patton e Janet Jones desenharam os personagens restantes da linha clássica da Moranguinho. Lyn Edwards foi o editor da linha e também o homem que deu vida aos personagens. Ele desenvolveu o perfil e a história de cada personagem. A primeira boneca lançada foi uma boneca de pano, dirigida por Muriel Fahrion e criada por Suzan Trentel. Irmã de Fahrion.
A linha Moranguinho norte-americana é diferente da brasileira. Os personagens da linha norte-americana são em sua maioria, referentes a sobremesas e os brasileiros não seguem essa regra. Em geral são referentes a frutas. A casa da Moranguinho e seus amigos é a Morangolândia, uma terra mágica.
Durante os anos 80, foi criado o desenho animado da Moranguinho. Nos Estadaos Unidos a pequena bonequinha com nome de sobremesa se tornou verdadeira mania entre as crianças. Dentro de poucos meses começaram a surgir vários produtos com seu nome como álbuns de figurinhas, roupas, vídeo game para Atari 2600[1], e vários outros produtos. Vários especiais de televisão também foram produzidos.
Em 1991, Moranguinho volta a ser produzida. Surgiram novos desenhos e também uma nova linha de bonecos, com roupagem nova. Fez bastante sucesso mas mesmo assim foi estinta em 1992.
Em 2002, Moranguinho voltou novamente. Dessa vez totalmente diferente das versões anteriores. A bonequinha fica mais moderna e deixa de lado as características campestres que apresentava até então. Também foram lançados dvds, vhs, vcds e até mesmo cds com trilha sonora interpretada por Sarah Heinke.
A Moranguinho atual cresceu. Agora a personagem cresceu e se tornou a Moranguiho adolescente. A bonequinha hoje tem site oficial, vários cds e dvds. Faz muito sucesso entre as crianças
Fonte: Wikipédia

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Ayres.
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FANS DO MORANGUINHO


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Ayres






























CRIADOR DE MÁGNUS e DESENHISTA DE TARZAN






Russ Manning nasceu na Califórnia, no ano de 1929. Foi para a escola de Arte em Los Angeles e Nova Iorque. Em 1950 foi para a guerra de Coréia, mas se livrou do campo de batalha por suas habilidades na prancheta. No período que durou seu alistamento passou ilustrando manuais e cartazes do exército americano.

Já desmobilizado, em 1952, começou a trabalhar com a Western Publishing que editava livros de Tarzan para a Dell. Começou trabalhando na série Irmãos de Lança, que desenhou de dezembro de 1952 a outubro de 1966. Era um desenhista rápido e confiante. Isto lhe permitiu, ao longo da sua carreira, trabalhar em vários títulos sem perder a qualidade. Em 1954 começou a trabalhar na revista Tarzan e em 1964 desenhou a história Korak, o filho de Tarzan. Enquanto isso, nas horas vagas, emprestou seu traço sóbrio e elegante a séries como 77 Sunset Street e Meu Marciano Favorito.

Em 1963 a Western Publishing resolveu lançar uma série nova de ficção científica em quadrinhos. O melhor desenhista da casa ficou com a responsabilidade de tomar conta dela. A história se chamava Magnus Robot Fighter.

O primeiro número de Magnus Robot Fighter trazia já a estrutura geral do que a série viria a ser. Num futuro distante, no ano 4000, a humanidade teria se acostumado à boa vida enquanto as máquinas trabalhavam. Neste mundo de tecnologia avançada, problemas como fome e doença estariam totalmente resolvidos. O único perigo viria das máquinas que tentariam dominar a raça humana, indolente e preguiçosa. Era então que surgia Magnus, forte e corajoso, a antítese do que a humanidade se tornara. Criado por um robô, Magnus era treinado física e mentalmente para defender a humanidade.

A revista foi um sucesso de vendas e a qualidade do trabalho agradava aos leitores. Manning caprichava no visual, prestando especial atenção aos robôs. Em determinados momentos, Magnus chegou a vender mais revistas que Super-Homem.

A revista de Magnus era desenhada por Manning no tempo que sobrava de seu trabalho com Tarzan. Mesmo assim, a qualidade era inegável. Em 1967 Manning passou a desenhar as tiras diárias de Tarzan e no ano seguinte ficou com as páginas dominicais, após a saída de Jesse Marsh. Com o acúmulo de trabalho, Manning acabou deixando Magnus para outros artistas. Houve outras edições, mas Magnus, sem Russ Manning, não era a mesma coisa. No início dos anos 70, a revista só publicava histórias antigas de Manning. Parou definitivamente em 1977.

Em Tarzan, Manning tentou resgatar alguns elementos da interpretação que Hogarth fizera do Homem-Macaco, sem o preciosismo afetado daquele. Tinha liberdade criativa para fazer o que quiser com o personagem, inclusive escrever histórias novas. Com o passar dos anos e a experiência adquirida em Magnus Robot Fighter, Manning tinha se convertido num roteirista de mão cheia. As histórias desse período passaram a ter uma duração de até oito meses quando a média delas costumava ser entre 8-12 semanas. Era um privilegio que nenhum outro artista teve antes ou depois dele.

O traço leve, domínio anatômico, de luz e sombra e a composição dinâmica garantiram a Russ Manning um lugar de honra, ao lado de Hogarth e Foster, entre os melhores desenhistas de Tarzan. Em 1972, Manning passou a tomar conta unicamente das pranchas dominicais.

Em 1979, com o sucesso de STAR WAR - que recuperara o gênero ficção-científica - a LUCAS Film decidiu lançar tiras e páginas dominicais da série. Primeiro pensou-se em Al Williamson, mas este tinha outros compromissos. A escolha recaiu em Russ Manning, que passou a escrever e desenhar as histórias. Com Tarzan, Manning tinha todas as liberdades que em STAR WAR lhe estavam negadas. Não podia mexer com os personagens nem fazer histórias compridas - sua especialidade. Para evitar problemas acabou deixando os roteiros em outras mãos.

Em julho de 1980, Manning parou de desenhar STAR WAR. Sua saúde já estava abalada por causa do câncer. Morreu em 1982, aos 52 anos.

Fonte do texto:

Mario Latino, do site GrapHiQ

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Ayres.
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Saturday, January 26, 2008

CRIADOR DE TIO PATINHAS, PROFESSOR PARDAL, GASTÃO. METRALHAS, ETC.




Carl Barks (27 de Março de 1901-25 de Agosto de 2000) foi um famoso ilustrador dos estúdios Disney e criador de arte seqüencial, responsável pela invenção de Patópolis e muitos de seus habitantes: Tio Patinhas (1947), Gastão (1948), Irmãos Metralha (1951), Professor Pardal (1952), Maga Patalógika (1961) e outros. A qualidade de seus roteiros e desenhos lhe rendeu os apelidos O Homem dos Patos e O Bom Artista dos Patos. O autor de quadrinhos Will Eisner o chamou de "Hans Christian Andersen dos quadrinhos".

Barks nasceu em Merrill, Oregon, filho de William Barks e sua esposa Arminta Johnson. Ele tinha um irmão mais velho chamado Clyde. Seu avô paterno se chamava David Barks e seus avós maternos eram Carl Johnson e Suzanna Massey, mas além disso pouco se sabe sobre seus antepassados.

Infância

De acordo com a descrição de Carl de sua infância, ele era uma criança bastante só. Seus pais possuíam uma milha quadrada (2,6 km²) de terra que serviu como sua fazenda. O vizinho mais próximo vivia a meia milha (800 m), mas ele era mais como um conhecido dos pais de Barks do que um amigo. A escola mais próxima ficava a aproximadamente duas milhas (3 km) e Carl tinha que caminhar aquela distância diariamente. A área rural tinha poucas crianças, porém, e Barks se lembrou que sua escola só tinha mais uns oito ou dez alunos.

As lições iam das nove horas da manhã às quatro horas da tarde, quando ele tinha que voltar à fazenda. Lá ele não tinha ninguém para conversar, pois seus pais estavam ocupados e ele tinha pouco em comum com seu irmão.

Em 1908, William Barks (em uma tentativa para aumentar a renda familiar) se mudou com sua família para Midland, Oregon, algumas milhas ao norte de Merril, por ser mais próxima das (então novas) linhas da estrada de ferro. Ele estabeleceu uma fazenda de criação de gado e vendia sua produção para os matadouros locais.

Clyde, de nove anos, e Carl, de sete, lá trabalharam por longas horas. Mas Carl se lembrou mais tarde que a multidão que se reuniu na feira de Midland deixou nele uma impressão muito forte. Isto era de se esperar, pois ele não estava acostumado a multidões. De acordo com Carl, o que mais chamou sua atenção foram os vaqueiros que freqüentavam o mercado com seus revólveres, davam apelidos estranhos um ao outro e tinham senso de humor.

Antes das 1911, eles tinham tido êxito suficiente para se mudar para Santa Rosa, Califórnia. Começaram cultivando legumes e montaram alguns pomares. Infelizmente, os lucros não eram tão altos quanto William esperavam e a família começou a ter dificuldades financeiras. A ansiedade de William provavelmente foi o que causou seu primeiro colapso nervoso.

Assim que William se recuperou, tomou a decisão de voltar para Merrill. O ano era 1913, e Carl já tinha doze anos; mas, devido às mudanças freqüentes, não tinha ainda conseguido completar a escola primária. Retomando seus estudos, Carl conseguiu se formar em 1916.

1916 serviu como um momento decisivo na vida de Carl por várias razões. Primeiro, Arminta, sua mãe, morreu neste ano. Segundo, seus problemas de audição, que já existiam, ficaram sérios a ponto de Carl ter dificuldade para escutar o que os professores diziam. Sua audição ficaria cada vez pior, mas ele ainda não tinha comprado um aparelho auditivo; mais à frente, ele não poderia passar sem um aparelho. Em terceiro lugar, a escola secundária mais próxima da fazenda ficava a 8km, e mesmo que ele se matriculasse provavelmente sua má audição traria problemas de aprendizagem. Muito decepcionado, Barks teve que decidir parar com sua educação escolar. Na ocasião ele era um adolescente bastante tímido e melancólico. Não seria muito diferente no resto de sua vida.

De trabalho em trabalho

Barks começou a se ocupar com vários trabalhos, sem muito sucesso: fazendeiro, lenhador, torneiro, condutor de mulas, vaqueiro e impressor. Ao mesmo tempo ele interagiu com colegas que tinham disposição satírica até diante das maiores dificuldades. Carl diria mais tarde que, se não fosse o humor em suas vidas atribuladas, eles teriam enlouquecido. Daí em diante Carl adotaria essa atitude diante da vida, o que influiria na criação de seus personagens mais conhecidos: Pato Donald e Tio Patinhas.

Donald vagueia de trabalho em trabalho, habitualmente sem sucesso, no que era inspirado pelas próprias experiências de Carl. Até quando tinha êxito, era apenas um sucesso temporário antes de outra decepção para o pato. Carl também estava familiarizado com essa situação.

A diferença principal de Patinhas para Donald, de acordo com Carl, é que o primeiro enfrentara as mesmas dificuldades no passado, mas com inteligência, determinação e trabalho duro, ele conseguiu a tudo superar. Ou como o próprio Patinhas diria a Huguinho, Zezinho e Luisinho: sendo mais duro que os durões e mais esperto que os espertalhões. Até mesmo nas histórias vividas no presente Patinhas trabalharia para resolver seus muitos problemas, embora freqüentemente as histórias mostrassem que seus esforços constantes pareciam fúteis afinal. Além disso, Scrooge era bastante semelhante a seu criador, parecendo tão melancólico, introspectivo e reservado quanto ele.

Através dos dois personagens Carl mostraria seu senso de humor sarcástico. O período difícil na vida do artista parece tê-lo ajudado a amoldar muitas de suas visões sobre a vida expressas por suas criações.

O artista profissional

Ao mesmo tempo, Carl tinha começado a pensar sobre como transformar um passatempo em profissão: desenhar. Desde sua infância ele passava seu o tempo livre desenhando com qualquer material que pudesse encontrar. Ele tentou melhorar seu estilo copiando os desenhos dos artistas de histórias em quadrinhos dos jornais. Buscou criar suas próprias expressões faciais, figuras e situações cômicas, mas quis estudar o estilo e o uso de cores e tons dos mestres artistas.

Entre seus primeiros favoritos esteva Winsor McCay (conhecido pelo Pequeno Nemo) e Frederick Burr Opper, mas estudou todos os estilos que chamaram sua atenção.

Aos dezesseis anos ele era basicamente autodidata, mas decidiu tomar algumas lições por correspondência. Só seguiu as primeiras quatro lições, mas teve que parar porque o trabalho tomava muito de seu tempo. Porém, segundo o próprio Barks, as lições se mostraram muito úteis na melhora de seu estilo.

Em dezembro de 1918 ele deixou a casa dos pais para procurar trabalho em São Francisco, Califórnia. Ele trabalhou durante algum tempo em uma pequena editora enquanto tentava vender seus desenhos a jornais e outras publicações, mas não teve muito sucesso.

Após dois anos sem êxito Barks volta ao Oregon e se casa em 1923.

Foi depois para Roseville, por cinco anos, desenhou para uma empresa chamada Pacific Fruit Express. Em 1928, trabalhava como desenhista de charges para a revista Calgary Eye-Opener de Minneapolis.

Barks fez uma reestilização do pato, arredondando seu corpo e diminuindo o bico. Além de um estilo mais alegre

Fonte: Wikipédia

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CRIADOR DE MANDRAKE E FANTASMA (PHANTOM) )


Lee Falk
28/4/1911 - 12/3/1999, USA)





O escritor americano Lee Falk nasceu em 1911, em St. Louis, Missouri. Desde seus dias na escola secundária, quando ele editou papel da escola, e em toda a sua vida adulta, Lee se sentiu à vontade para escrever. Escreveu histórias, poemas e artigos para jornais seu colégio. Após graduar na Universidade de Illinois, onde encontrou trabalho como copywriter para uma agência publicitária St. Louis. Lá, ele conheceu Phil Davis, com quem criou "Mandrake o Mágico", em 1934. Foi a sua primeira tentativa de banda desenhada escrito. Em 1934, ele conseguiu vender "Mandrake" para King Características Syndicate. O êxito do recurso foi tão grande que Falk criou "O Phantom" King Características para dois anos mais tarde. Para este comic, Falk inicialmente trabalhou com Ray Moore. Posteriormente, Wilson McCoy fez o saque, até 1961. Sy Barry, em seguida, chamou a faixa até 1994, e Bill Lignante fez o Phantom domingo faixa de quase um ano, antes de ir para a ilustrar Phantom quadrinhos.
Lee Falk foi também o autor de várias peças teatrais. Um deles, 'Eris ", foi encenado em Paris em 1968, e foi reavivada mais tarde por uma empresa francesa repertório. Em 1962, começou a escrever a Falk Phantom paperback romances, livros publicados pela Avon. Ele recebeu uma recompensa pelo seu trabalho como escritor uma banda desenhada em 1971. Falk foi ainda activamente escrito 'O Phantom "e" Mandrake "bem em seus oitenta. Num meio dominado por artistas gráficos, Lee Falk destaca-se como o criador de duas características bem sucedido, e como um escritor de ficção grande habilidade e imaginação, cujos personagens e histórias foram populares em todo o mundo durante seis décadas. Ele morreu em 1999, com a idade de 88.

Texto traduzido por computador.
VEJA NESTE MESMO BLOG UMA ENTREVISTA COM WALMIR AMARAL DE OLIVEIRA.

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Ayres
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CRIADOR DE FERDINANDO






All Capp - 28/10/1908--1979

Alfred Gerald Caplin, mais tarde conhecido como Al Capp, nasceu em New Haven, Connecticut, no ano de 1909. No meio de uma família de artistas, Capp aprendeu a desenhar bem antes de aprender a ler. Seu irmão Elliot viraria, mais tarde, roteirista de histórias em quadrinhos.

Aos dezenove anos Al Capp arrumou seu primeiro emprego como desenhista, desenhando a tira Colonel Gilfeather para a Associated Press. O emprego durou até que Capp foi substituído por um desenhista iniciante chamado Milton Caniff.

Estando no olho da rua, Al Capp recebeu um convite de Ham Fisher -criador da famosa tira Joe Palooka - para trabalhar com ele. Pelo acordo verbal ele passaria a receber uma porcentagem em direitos autorais pelas suas contribuições, além do salário normal. E para isso não era necessário pôr sua assinatura no material. Nessas condições Capp começou a trabalhar para Fisher aumentando a, já enorme, popularidade da tira. Com o tempo descobriria que tinha sido enganado.

Após sair do estúdio de Fisher, Al Capp andou de syndicate em syndicate oferecendo uma tira de sua própria criação, Li’l Abner. Finalmente as portas do United Features Syndicate se abriram para ele e a primeira tira foi publicada no dia 20 de agosto de 1934.

Li’l Abner - Ferdinando no Brasil - tinha como cenário o fictício lugar de Dogpatch, nas montanhas de Kentucky. Lá viviam os Yokum. Mamãe Chulipa, a matriarca, tinha o soco mais forte da região. Lucifer, o pai, em contraste, era um tremendo frouxo. O pequeno Abner - Ferdinando - tinha o rosto de Henry Fonda, o corpanzil de John Wayne, a ingenuidade de um jumento e uma namorada de tirar o fôlego, Daisy Mãe.

Enquanto a tira de Li’l Abner crescia e crescia em popularidade, Capp se viu envolvido em problemas de outra natureza. Ele nunca esquecera como Ham Fisher tinha se aproveitado de sua inexperiência. Este sentimento se transformou, com o passar dos anos, num ódio feroz. Isto ficou evidente quando, em julho de 1950, Capp colocou Li’l Abner como desenhista fantasma de um profissional inescrupuloso dos quadrinhos, Mr Happy Vermin (O Verme Feliz). Não era necessário ser muito esperto para dar nome aos bois. Ele ainda escreveu para a revista Atlantic Monthly um artigo intitulado I remember Monster. Não faltava mais nada.

A resposta de Fisher, que já estava em franca decadência, foi totalmente descabida. Ele chegou a apresentar desenhos, supostamente feitos por Capp, das personagens de Li’l Abner em posições pornográficas. Houve uma investigação e se comprovou que aquilo era uma absurda falsificação. Sobrou para Fisher que, mesmo sem admitir sua culpa, viu-se expulso da National Cartoonist Association.

Humilhado até os ossos, Fisher acabou se suicidando.Capp era uma personagem controversa. Acusara Fisher de tê-lo explorado quando trabalhava como desenhista-fantasma para ele, mas isto não impediu de fazer o mesmo com outros desenhistas. Em seu estúdio desenhistas como Bob Lubbers e Frank Frazetta faziam todo o trabalho, deixando só o espaço para Capp desenhar o rosto de Abner.

Al Capp morreu em 6 de novembro de 1979, dois anos depois de ter desenhado a última tira de Li’l Abner.



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Ayres
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