Sunday, January 27, 2008

CRIADOR DA TURMA DA MORANGUINHO
















  

Moranguinho é uma personagem da American Greetings. Originalmente surgiram os cartões depois vieram as bonecas, os pôsteres e outros produtos. A coleção Moranguinho ainda conta com uma linha de bonecos de todos os personagens e de seus animais de estimação

Os primeiros desenhos da Moranguinho e seu gato Mostarda foram feitos em 1977 por Muriel Fahrion durante o tempo que foi ilustrador do departamento American Greetings' Juvenile & Humours. Depois os desenhos foram apresentados para o Sr. Bernie Loomis da General Mills e foram patentiados. Fahrion desenhou mais trinta e dois personagens que também foram patentiados.
Cindy Moyer Patton e Janet Jones desenharam os personagens restantes da linha clássica da Moranguinho. Lyn Edwards foi o editor da linha e também o homem que deu vida aos personagens. Ele desenvolveu o perfil e a história de cada personagem. A primeira boneca lançada foi uma boneca de pano, dirigida por Muriel Fahrion e criada por Suzan Trentel. Irmã de Fahrion.
A linha Moranguinho norte-americana é diferente da brasileira. Os personagens da linha norte-americana são em sua maioria, referentes a sobremesas e os brasileiros não seguem essa regra. Em geral são referentes a frutas. A casa da Moranguinho e seus amigos é a Morangolândia, uma terra mágica.
Durante os anos 80, foi criado o desenho animado da Moranguinho. Nos Estadaos Unidos a pequena bonequinha com nome de sobremesa se tornou verdadeira mania entre as crianças. Dentro de poucos meses começaram a surgir vários produtos com seu nome como álbuns de figurinhas, roupas, vídeo game para Atari 2600[1], e vários outros produtos. Vários especiais de televisão também foram produzidos.
Em 1991, Moranguinho volta a ser produzida. Surgiram novos desenhos e também uma nova linha de bonecos, com roupagem nova. Fez bastante sucesso mas mesmo assim foi estinta em 1992.
Em 2002, Moranguinho voltou novamente. Dessa vez totalmente diferente das versões anteriores. A bonequinha fica mais moderna e deixa de lado as características campestres que apresentava até então. Também foram lançados dvds, vhs, vcds e até mesmo cds com trilha sonora interpretada por Sarah Heinke.
A Moranguinho atual cresceu. Agora a personagem cresceu e se tornou a Moranguiho adolescente. A bonequinha hoje tem site oficial, vários cds e dvds. Faz muito sucesso entre as crianças
Fonte: Wikipédia

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Ayres.
ayresbr@hotmail.com



FANS DO MORANGUINHO


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Ayres






























CRIADOR DE MÁGNUS e DESENHISTA DE TARZAN






Russ Manning nasceu na Califórnia, no ano de 1929. Foi para a escola de Arte em Los Angeles e Nova Iorque. Em 1950 foi para a guerra de Coréia, mas se livrou do campo de batalha por suas habilidades na prancheta. No período que durou seu alistamento passou ilustrando manuais e cartazes do exército americano.

Já desmobilizado, em 1952, começou a trabalhar com a Western Publishing que editava livros de Tarzan para a Dell. Começou trabalhando na série Irmãos de Lança, que desenhou de dezembro de 1952 a outubro de 1966. Era um desenhista rápido e confiante. Isto lhe permitiu, ao longo da sua carreira, trabalhar em vários títulos sem perder a qualidade. Em 1954 começou a trabalhar na revista Tarzan e em 1964 desenhou a história Korak, o filho de Tarzan. Enquanto isso, nas horas vagas, emprestou seu traço sóbrio e elegante a séries como 77 Sunset Street e Meu Marciano Favorito.

Em 1963 a Western Publishing resolveu lançar uma série nova de ficção científica em quadrinhos. O melhor desenhista da casa ficou com a responsabilidade de tomar conta dela. A história se chamava Magnus Robot Fighter.

O primeiro número de Magnus Robot Fighter trazia já a estrutura geral do que a série viria a ser. Num futuro distante, no ano 4000, a humanidade teria se acostumado à boa vida enquanto as máquinas trabalhavam. Neste mundo de tecnologia avançada, problemas como fome e doença estariam totalmente resolvidos. O único perigo viria das máquinas que tentariam dominar a raça humana, indolente e preguiçosa. Era então que surgia Magnus, forte e corajoso, a antítese do que a humanidade se tornara. Criado por um robô, Magnus era treinado física e mentalmente para defender a humanidade.

A revista foi um sucesso de vendas e a qualidade do trabalho agradava aos leitores. Manning caprichava no visual, prestando especial atenção aos robôs. Em determinados momentos, Magnus chegou a vender mais revistas que Super-Homem.

A revista de Magnus era desenhada por Manning no tempo que sobrava de seu trabalho com Tarzan. Mesmo assim, a qualidade era inegável. Em 1967 Manning passou a desenhar as tiras diárias de Tarzan e no ano seguinte ficou com as páginas dominicais, após a saída de Jesse Marsh. Com o acúmulo de trabalho, Manning acabou deixando Magnus para outros artistas. Houve outras edições, mas Magnus, sem Russ Manning, não era a mesma coisa. No início dos anos 70, a revista só publicava histórias antigas de Manning. Parou definitivamente em 1977.

Em Tarzan, Manning tentou resgatar alguns elementos da interpretação que Hogarth fizera do Homem-Macaco, sem o preciosismo afetado daquele. Tinha liberdade criativa para fazer o que quiser com o personagem, inclusive escrever histórias novas. Com o passar dos anos e a experiência adquirida em Magnus Robot Fighter, Manning tinha se convertido num roteirista de mão cheia. As histórias desse período passaram a ter uma duração de até oito meses quando a média delas costumava ser entre 8-12 semanas. Era um privilegio que nenhum outro artista teve antes ou depois dele.

O traço leve, domínio anatômico, de luz e sombra e a composição dinâmica garantiram a Russ Manning um lugar de honra, ao lado de Hogarth e Foster, entre os melhores desenhistas de Tarzan. Em 1972, Manning passou a tomar conta unicamente das pranchas dominicais.

Em 1979, com o sucesso de STAR WAR - que recuperara o gênero ficção-científica - a LUCAS Film decidiu lançar tiras e páginas dominicais da série. Primeiro pensou-se em Al Williamson, mas este tinha outros compromissos. A escolha recaiu em Russ Manning, que passou a escrever e desenhar as histórias. Com Tarzan, Manning tinha todas as liberdades que em STAR WAR lhe estavam negadas. Não podia mexer com os personagens nem fazer histórias compridas - sua especialidade. Para evitar problemas acabou deixando os roteiros em outras mãos.

Em julho de 1980, Manning parou de desenhar STAR WAR. Sua saúde já estava abalada por causa do câncer. Morreu em 1982, aos 52 anos.

Fonte do texto:

Mario Latino, do site GrapHiQ

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Ayres.
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Saturday, January 26, 2008

CRIADOR DE TIO PATINHAS, PROFESSOR PARDAL, GASTÃO. METRALHAS, ETC.




Carl Barks (27 de Março de 1901-25 de Agosto de 2000) foi um famoso ilustrador dos estúdios Disney e criador de arte seqüencial, responsável pela invenção de Patópolis e muitos de seus habitantes: Tio Patinhas (1947), Gastão (1948), Irmãos Metralha (1951), Professor Pardal (1952), Maga Patalógika (1961) e outros. A qualidade de seus roteiros e desenhos lhe rendeu os apelidos O Homem dos Patos e O Bom Artista dos Patos. O autor de quadrinhos Will Eisner o chamou de "Hans Christian Andersen dos quadrinhos".

Barks nasceu em Merrill, Oregon, filho de William Barks e sua esposa Arminta Johnson. Ele tinha um irmão mais velho chamado Clyde. Seu avô paterno se chamava David Barks e seus avós maternos eram Carl Johnson e Suzanna Massey, mas além disso pouco se sabe sobre seus antepassados.

Infância

De acordo com a descrição de Carl de sua infância, ele era uma criança bastante só. Seus pais possuíam uma milha quadrada (2,6 km²) de terra que serviu como sua fazenda. O vizinho mais próximo vivia a meia milha (800 m), mas ele era mais como um conhecido dos pais de Barks do que um amigo. A escola mais próxima ficava a aproximadamente duas milhas (3 km) e Carl tinha que caminhar aquela distância diariamente. A área rural tinha poucas crianças, porém, e Barks se lembrou que sua escola só tinha mais uns oito ou dez alunos.

As lições iam das nove horas da manhã às quatro horas da tarde, quando ele tinha que voltar à fazenda. Lá ele não tinha ninguém para conversar, pois seus pais estavam ocupados e ele tinha pouco em comum com seu irmão.

Em 1908, William Barks (em uma tentativa para aumentar a renda familiar) se mudou com sua família para Midland, Oregon, algumas milhas ao norte de Merril, por ser mais próxima das (então novas) linhas da estrada de ferro. Ele estabeleceu uma fazenda de criação de gado e vendia sua produção para os matadouros locais.

Clyde, de nove anos, e Carl, de sete, lá trabalharam por longas horas. Mas Carl se lembrou mais tarde que a multidão que se reuniu na feira de Midland deixou nele uma impressão muito forte. Isto era de se esperar, pois ele não estava acostumado a multidões. De acordo com Carl, o que mais chamou sua atenção foram os vaqueiros que freqüentavam o mercado com seus revólveres, davam apelidos estranhos um ao outro e tinham senso de humor.

Antes das 1911, eles tinham tido êxito suficiente para se mudar para Santa Rosa, Califórnia. Começaram cultivando legumes e montaram alguns pomares. Infelizmente, os lucros não eram tão altos quanto William esperavam e a família começou a ter dificuldades financeiras. A ansiedade de William provavelmente foi o que causou seu primeiro colapso nervoso.

Assim que William se recuperou, tomou a decisão de voltar para Merrill. O ano era 1913, e Carl já tinha doze anos; mas, devido às mudanças freqüentes, não tinha ainda conseguido completar a escola primária. Retomando seus estudos, Carl conseguiu se formar em 1916.

1916 serviu como um momento decisivo na vida de Carl por várias razões. Primeiro, Arminta, sua mãe, morreu neste ano. Segundo, seus problemas de audição, que já existiam, ficaram sérios a ponto de Carl ter dificuldade para escutar o que os professores diziam. Sua audição ficaria cada vez pior, mas ele ainda não tinha comprado um aparelho auditivo; mais à frente, ele não poderia passar sem um aparelho. Em terceiro lugar, a escola secundária mais próxima da fazenda ficava a 8km, e mesmo que ele se matriculasse provavelmente sua má audição traria problemas de aprendizagem. Muito decepcionado, Barks teve que decidir parar com sua educação escolar. Na ocasião ele era um adolescente bastante tímido e melancólico. Não seria muito diferente no resto de sua vida.

De trabalho em trabalho

Barks começou a se ocupar com vários trabalhos, sem muito sucesso: fazendeiro, lenhador, torneiro, condutor de mulas, vaqueiro e impressor. Ao mesmo tempo ele interagiu com colegas que tinham disposição satírica até diante das maiores dificuldades. Carl diria mais tarde que, se não fosse o humor em suas vidas atribuladas, eles teriam enlouquecido. Daí em diante Carl adotaria essa atitude diante da vida, o que influiria na criação de seus personagens mais conhecidos: Pato Donald e Tio Patinhas.

Donald vagueia de trabalho em trabalho, habitualmente sem sucesso, no que era inspirado pelas próprias experiências de Carl. Até quando tinha êxito, era apenas um sucesso temporário antes de outra decepção para o pato. Carl também estava familiarizado com essa situação.

A diferença principal de Patinhas para Donald, de acordo com Carl, é que o primeiro enfrentara as mesmas dificuldades no passado, mas com inteligência, determinação e trabalho duro, ele conseguiu a tudo superar. Ou como o próprio Patinhas diria a Huguinho, Zezinho e Luisinho: sendo mais duro que os durões e mais esperto que os espertalhões. Até mesmo nas histórias vividas no presente Patinhas trabalharia para resolver seus muitos problemas, embora freqüentemente as histórias mostrassem que seus esforços constantes pareciam fúteis afinal. Além disso, Scrooge era bastante semelhante a seu criador, parecendo tão melancólico, introspectivo e reservado quanto ele.

Através dos dois personagens Carl mostraria seu senso de humor sarcástico. O período difícil na vida do artista parece tê-lo ajudado a amoldar muitas de suas visões sobre a vida expressas por suas criações.

O artista profissional

Ao mesmo tempo, Carl tinha começado a pensar sobre como transformar um passatempo em profissão: desenhar. Desde sua infância ele passava seu o tempo livre desenhando com qualquer material que pudesse encontrar. Ele tentou melhorar seu estilo copiando os desenhos dos artistas de histórias em quadrinhos dos jornais. Buscou criar suas próprias expressões faciais, figuras e situações cômicas, mas quis estudar o estilo e o uso de cores e tons dos mestres artistas.

Entre seus primeiros favoritos esteva Winsor McCay (conhecido pelo Pequeno Nemo) e Frederick Burr Opper, mas estudou todos os estilos que chamaram sua atenção.

Aos dezesseis anos ele era basicamente autodidata, mas decidiu tomar algumas lições por correspondência. Só seguiu as primeiras quatro lições, mas teve que parar porque o trabalho tomava muito de seu tempo. Porém, segundo o próprio Barks, as lições se mostraram muito úteis na melhora de seu estilo.

Em dezembro de 1918 ele deixou a casa dos pais para procurar trabalho em São Francisco, Califórnia. Ele trabalhou durante algum tempo em uma pequena editora enquanto tentava vender seus desenhos a jornais e outras publicações, mas não teve muito sucesso.

Após dois anos sem êxito Barks volta ao Oregon e se casa em 1923.

Foi depois para Roseville, por cinco anos, desenhou para uma empresa chamada Pacific Fruit Express. Em 1928, trabalhava como desenhista de charges para a revista Calgary Eye-Opener de Minneapolis.

Barks fez uma reestilização do pato, arredondando seu corpo e diminuindo o bico. Além de um estilo mais alegre

Fonte: Wikipédia

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Ayres

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CRIADOR DE MANDRAKE E FANTASMA (PHANTOM) )


Lee Falk
28/4/1911 - 12/3/1999, USA)





O escritor americano Lee Falk nasceu em 1911, em St. Louis, Missouri. Desde seus dias na escola secundária, quando ele editou papel da escola, e em toda a sua vida adulta, Lee se sentiu à vontade para escrever. Escreveu histórias, poemas e artigos para jornais seu colégio. Após graduar na Universidade de Illinois, onde encontrou trabalho como copywriter para uma agência publicitária St. Louis. Lá, ele conheceu Phil Davis, com quem criou "Mandrake o Mágico", em 1934. Foi a sua primeira tentativa de banda desenhada escrito. Em 1934, ele conseguiu vender "Mandrake" para King Características Syndicate. O êxito do recurso foi tão grande que Falk criou "O Phantom" King Características para dois anos mais tarde. Para este comic, Falk inicialmente trabalhou com Ray Moore. Posteriormente, Wilson McCoy fez o saque, até 1961. Sy Barry, em seguida, chamou a faixa até 1994, e Bill Lignante fez o Phantom domingo faixa de quase um ano, antes de ir para a ilustrar Phantom quadrinhos.
Lee Falk foi também o autor de várias peças teatrais. Um deles, 'Eris ", foi encenado em Paris em 1968, e foi reavivada mais tarde por uma empresa francesa repertório. Em 1962, começou a escrever a Falk Phantom paperback romances, livros publicados pela Avon. Ele recebeu uma recompensa pelo seu trabalho como escritor uma banda desenhada em 1971. Falk foi ainda activamente escrito 'O Phantom "e" Mandrake "bem em seus oitenta. Num meio dominado por artistas gráficos, Lee Falk destaca-se como o criador de duas características bem sucedido, e como um escritor de ficção grande habilidade e imaginação, cujos personagens e histórias foram populares em todo o mundo durante seis décadas. Ele morreu em 1999, com a idade de 88.

Texto traduzido por computador.
VEJA NESTE MESMO BLOG UMA ENTREVISTA COM WALMIR AMARAL DE OLIVEIRA.

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CRIADOR DE FERDINANDO






All Capp - 28/10/1908--1979

Alfred Gerald Caplin, mais tarde conhecido como Al Capp, nasceu em New Haven, Connecticut, no ano de 1909. No meio de uma família de artistas, Capp aprendeu a desenhar bem antes de aprender a ler. Seu irmão Elliot viraria, mais tarde, roteirista de histórias em quadrinhos.

Aos dezenove anos Al Capp arrumou seu primeiro emprego como desenhista, desenhando a tira Colonel Gilfeather para a Associated Press. O emprego durou até que Capp foi substituído por um desenhista iniciante chamado Milton Caniff.

Estando no olho da rua, Al Capp recebeu um convite de Ham Fisher -criador da famosa tira Joe Palooka - para trabalhar com ele. Pelo acordo verbal ele passaria a receber uma porcentagem em direitos autorais pelas suas contribuições, além do salário normal. E para isso não era necessário pôr sua assinatura no material. Nessas condições Capp começou a trabalhar para Fisher aumentando a, já enorme, popularidade da tira. Com o tempo descobriria que tinha sido enganado.

Após sair do estúdio de Fisher, Al Capp andou de syndicate em syndicate oferecendo uma tira de sua própria criação, Li’l Abner. Finalmente as portas do United Features Syndicate se abriram para ele e a primeira tira foi publicada no dia 20 de agosto de 1934.

Li’l Abner - Ferdinando no Brasil - tinha como cenário o fictício lugar de Dogpatch, nas montanhas de Kentucky. Lá viviam os Yokum. Mamãe Chulipa, a matriarca, tinha o soco mais forte da região. Lucifer, o pai, em contraste, era um tremendo frouxo. O pequeno Abner - Ferdinando - tinha o rosto de Henry Fonda, o corpanzil de John Wayne, a ingenuidade de um jumento e uma namorada de tirar o fôlego, Daisy Mãe.

Enquanto a tira de Li’l Abner crescia e crescia em popularidade, Capp se viu envolvido em problemas de outra natureza. Ele nunca esquecera como Ham Fisher tinha se aproveitado de sua inexperiência. Este sentimento se transformou, com o passar dos anos, num ódio feroz. Isto ficou evidente quando, em julho de 1950, Capp colocou Li’l Abner como desenhista fantasma de um profissional inescrupuloso dos quadrinhos, Mr Happy Vermin (O Verme Feliz). Não era necessário ser muito esperto para dar nome aos bois. Ele ainda escreveu para a revista Atlantic Monthly um artigo intitulado I remember Monster. Não faltava mais nada.

A resposta de Fisher, que já estava em franca decadência, foi totalmente descabida. Ele chegou a apresentar desenhos, supostamente feitos por Capp, das personagens de Li’l Abner em posições pornográficas. Houve uma investigação e se comprovou que aquilo era uma absurda falsificação. Sobrou para Fisher que, mesmo sem admitir sua culpa, viu-se expulso da National Cartoonist Association.

Humilhado até os ossos, Fisher acabou se suicidando.Capp era uma personagem controversa. Acusara Fisher de tê-lo explorado quando trabalhava como desenhista-fantasma para ele, mas isto não impediu de fazer o mesmo com outros desenhistas. Em seu estúdio desenhistas como Bob Lubbers e Frank Frazetta faziam todo o trabalho, deixando só o espaço para Capp desenhar o rosto de Abner.

Al Capp morreu em 6 de novembro de 1979, dois anos depois de ter desenhado a última tira de Li’l Abner.



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Ayres
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Friday, January 25, 2008

CRIADOR DE SNOOPY E SUA TURMA





Sharles M. Schulz
“Parece estar além da compreensão das pessoas que alguém possa nascer para desenhar tiras cômicas, mas acho que este é o meu caso”, dizia Charles M. Schulz, o criador de Peanuts. “Até onde posso recordar, minha ambição era fazer uma tira cômica diária”. E isto foi exatamente o que Schulz fez todos os dias, desde o lançamento de Peanuts em sete jornais no dia 02 de outubro de 1950.
Nascido em St. Paul, Minnesota, no dia 26 de novembro de 1922, Schulz foi apelidado de “Sparky” por causa do cavalo Barney Google “Sparkplug”. Sua fascinação pelas tiras cômicas começou bem cedo, quando lia as tiras cômicas dos domingos em quatro jornais diferentes junto com seu pai todas as semanas. Com o incentivo de seu pai, um barbeiro, e de sua mãe, Schulz se inscreveu num concurso de desenhos por correspondência, no que são hoje, as Escolas de Instrução em Artes em Minneapolis.
Sua carreira como cartunista foi interrompida em 1943, quando foi chamado para o exército e embarcou para a Europa para lutar contra a Alemanha. Depois de sua volta, Schulz entregou seu primeiro trabalho em tira cômica à Timeless Topix, uma revista de desenhos animados católica. Logo depois, conseguiu um segundo trabalho como professor de Ensino de Artes, onde trabalhou com Charlie Brown, Linus e Frieda, que depois emprestaram seus nomes à tira cômica de Peanuts.
A primeira oportunidade para Schulz veio em 1947, quando vendeu um desenho chamado “Li’l Folks” para o St. Paul Pioneer Press. “Li’l Folks” foi publicado semanalmente por dois anos. Em 1948 vendeu um painel de tira cômica para o Saturday Evening Post e venderia mais 15 produções entre 1948 e 1950.
Em 1950, depois de muitas negativas pelo correio, Schulz tomou um trem de St. Paul para New York, levando muitos desenhos para uma reunião com a United Feature Syndicate. No dia 02 de outubro desse mesmo ano, Peanuts, que recebeu esse nome do sindicato, foi lançado em sete jornais. Quando lhe perguntaram se achava que a tira seria um sucesso, Schulz respondeu: “Tinha certeza de que iria durar e, na verdade, quando foi lançada pensei, vou desenhar isto para o resto da minha vida”.
Mais de 53 anos depois, Peanuts aparece em mais de 2.600 jornais em todo o mundo e Charles M. Schulz tornou-se um nome conhecido em todas as casas. A tira mantém seu apelo universal através de cinco décadas diferentes e distintas. “Quando jovem, não podia entender quantos Charlie Browns existiam no mundo”, disse Schulz. “Pensei que era o único”. Agora sei que as bobagens de Charlie Brown são conhecidas de todo o mundo, tanto de adultos como crianças.
Diferente de muitos cartunistas, Schulz desenhava cada tira cômica sem a ajuda de um grupo de artes. “Por que os músicos compõem sinfonias e os poetas escrevem poemas?” pergunta Schulz. “Fazem isto porque a vida não significaria nada para eles se não o fizessem. É por isso que desenho as tiras. É minha vida”.
Entre muitas honrarias, Schulz recebeu dois prêmios Reuben da Sociedade Nacional dos Cartunistas (Melhor Cartunista e a Melhor Tira Cômica Humorística) e foi incluído na lista dos Cartunistas Mais Famosos.
Schulz também escrevia os diálogos e as histórias para os especiais de televisão, que ganharam cinco Prêmios Emmy e dois Prêmios Peabody. Schulz também participava de todas as atividades das publicações e programas de licenciamento de Peanuts através da United Media Licensing em New York. Sua companhia, Creative Associates, foi formada em 1970 para administrar seus negócios e ajudar a manter os padrões de alta qualidade Peanuts.
Charles M. Schulz foi casado com Jeannie com quem vivia, em Santa Rosa, Califórnia, e teve cinco filhos. Schulz faleceu no dia 13 de fevereiro de 2000.
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Ayres
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Thursday, January 24, 2008

CRIADOR DO PICA-PAU E MUITOS PERSONAGENS


Walter Lantz em 1983




Walter lantz - 1899 - 1994

Nascido em 1900 de uma família imigrante italiano em New Rochelle, Nova Iorque, Walter Lantz começou a trabalhar no campo da animação em idade dezesseis. Em 1922, Lantz mudou-se para Nova York, onde ele assumiu uma posição em direcção a John R. Bray Studios. Ele introduziu o seu primeiro original cartoon criação, em 1924 Dinky Doodle.
No entanto, Bray faliu em 1927 e tocou em seu conjunto Lantz Hollywood. Ele assumiu outro direcionando posição, desta vez com Charles B. Mintz para novos desenhos animados com estrela Oswald o Lucky Rabbit. Até 1929, a Universal decidiu remover Mintz e produzir os Oswalds diretamente no estúdio lote sob nova gerência. Enquanto schmoozing com Universal presidente, Carl Laemmle, Lantz apostadas de poker apostar contra Laemmle de propriedade do novo estúdio. Como destino teria ele, Lantz e venceu o estúdio era seu.
Após a série Oswald correu o seu curso, Lantz decidiu experimentar alguns novos personagens. Seu maior sucesso veio em 1940 com a criação Woody Woodpecker - o zany ave cuja memorável rir tornou-se um sucesso instantâneo com o teatro americano-curso público. Andy Panda, Chilly Willy, e Wally Walrus foram apenas algumas das outras criações que o estúdio Lantz trazido à prata ecrã.

Walter Lantz faleceu em 1994, mas as charges que ele produziu e dirigiu ainda parece tão fresco e engraçado hoje como fizeram quando eles foram os primeiros liberados. Esta abrangente site serve como uma enciclopédia de cada um desenho animado produzido pela Lantz e seu talento pessoal.

Traduzido pelo computador.

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Ayres.

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CRIADOR DO PIMENTINHA







Hanck ketcham -1920/2001

As tardes do velho senhor Wilson serão bem mais calmas - e tristes - em 2001. Morreu na sexta-feira 1 de junho o cartunista Hank Ketcham, criador de Dennis, o Pimentinha. Ketcham estava com 81 anos. Hank Ketcham, era portador de câncer e morreu durante o sono, vitima de um ataque cardíaco. Nascido em 1920, alcançou a fama aos 30 anos de idade, quando lançou as tiras em vários jornais americanos a tira do garotinho Dennis (no original: Dennis, The Manace, ou "Dennis, a ameaça").

Sua maior obra, o endiabrado Dennis, foi inspirado no seu filho, de mesmo nome, que aprontava todas as travessuras possíveis quando pequeno.
O primeiro emprego de Ketcham foi na área de animação, na equipe do criador de Pica-Pau, Walter Lantz. Posteriormente, trabalhou na Disney, em desenhos como Bambi, Pinóquio, Fantasia e outros.

Dennis comemorou 50 anos de criação no dia 12 de março de 2001. Ele é um sucesso mundial. Juntos, seus livros já venderam mais de 50 milhões de cópias. Muitos atribuem a longevidade do seu sucesso ao fato de o garoto manter, desde o início, sua inocência intocada, bem como todas as características dos outros personagens e do pano de fundo da história.
Atualmente, a tira é publicada em cerca de mil jornais, em 48 países e 19 línguas, ao redor do mundo. O personagem foi tema de um filme, lançado em 1993, com o falecido ator Walter Matthau fazendo o papel do vizinho ranzinza do garoto, o senhor Wilson.
No Brasil, o adjetivo que completava o nome original do personagem, The Manace (que, ao pé da letra, seria A Ameaça), teve a feliz adaptação o Pimentinha. Esse termo é pouco utilizado hoje, mas, na época que Dennis aportou no Brasil, servia para "classificar" crianças muito travessas.

Os personagens que participam das histórias de Dennis também tiveram seus nomes adaptados para português. Temos, entre outros, os pais Henry e Alice Mitchell (Henrique e Alice Silva), ambos sempre prestes a sofrer um colapso nervoso; a amiga Margaret (como Dorinha e, posteriormente, Margarida), que sonha em casar com o Dennis quando este crescer; o amigo Joey (Joel), o cachorro Ruff (Rock) e, principalmente, os vizinhos George e Martha Wilson (Jorge e Marta Wilson).

Ketcham nos brindou também com Half Hitch (Meio-Quilo), que saiu no Brasil, entre outros, no Gibi Semanal. Esse personagem teve como base os tempos passados pelo autor servindo a marinha, durante a II Guerra Mundial.

Desde 1994, uma equipe criativa assumiu as histórias de Dennis, o Pimentinha, sempre sob a tutela do criador. Agora, esses profissionais devem dar continuidade a obra iniciada por Ketcham. As crianças (de todas as idades) do mundo inteiro agradecem.

Fonte: Universo HQ

Pimentinha faz parte de minha infância. Obrigado por acessar esta página.
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