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Saturday, April 2, 2011

JAIME CORTEZ

            http://jaymecortez.blogspot.com/
É com grande satisfação que informamos que está no ar o blog em homenagem ao Jayme Cortez.
Esta iniciativa é um primeiro passo para a divulgação da vida e obra do Mestre.
O blog não está completo, pois o material para ser publicado é muito vasto, e aos poucos incluiremos novas imagens.
Aproveito para pedir ajuda a todos que possuam imagens de ilustrações ou fotos relacionadas ao conteúdo do blog e também com a identificação de pessoas, lugares e datas para que as informações sejam as mais corretas possíveis.
Esperamos que todos gostem.

Grande abraço

Fabio Moraes & Jayme Cortez Filho 

Fabio Moraes
15-3294-2030
11-9923-4508
011-9543-6599


EU ESTAVA DEVENDO A ESTE GRANDE ARTISTA, QUE MUITO CONTRIBUIU PARA OS QUADRINHOS BRASILEIROS, UMA POSTAGEM PARA DIVULGAR O SEU NOME.
POSTAR AQUI  O ENDEREÇO DO SEU BLOG PARA MIM É UMA ALEGRIA.
Ayres

Saturday, April 24, 2010

EBAL - O CRIADOR DA EDITORA BRASIL AMERICA LTDA






ADOLFO AIZEN


Quadrinhos -
O nome dele era Adolfo Aizen
Jornalista Externo

ESTA INFORMAÇÃO RETIREI DO SITE:
PARANÁ ONLINE
http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/43617/?noticia=QUADRINHOS+O+NOME+DELE+ERA+ADOLFO+AIZEN

Se você é fã de quadrinhos, admira e coleciona gibis, lembre-se sempre deste nome: Adolfo Aizen. Ele foi o responsável por tudo isso. Era um jornalista baiano (de Juazeiro), radicado no Rio de Janeiro, com uma visão extraordinária e o espírito empreendedor dos grandes homens. Fez muito pela cultura nacional, não apenas por haver povoado a imaginação infantil de gerações de brasileiros, mas, sobretudo, por haver levado ensinamento aos jovens, incentivando o aprendizado da nossa história, tradição, arte e literatura, e semeado o conhecimento em centenas de publicações, por mais de meio século. O Brasil deve muito a Adolfo Aizen e não pode se esquecer disso.

Foi Adolfo Aizen quem trouxe os quadrinhos para o Brasil; foi o primeiro que aqui publicou os mais populares heróis de papel, como Flash Gordon, Tarzan, Príncipe Valente, Mandrake, Pato Donald e Mickey, Super-Homem, Batman, Zorro, Homem-Aranha e tantos e tantos outros; foi o responsável pela quadrinização dos maiores clássicos da literatura brasileira; foi quem primeiro editou a Bíblia, a História do Brasil, e a vida de grandes vultos em quadrinhos; foi ele quem descobriu e projetou jovens artistas e abriu a picada para a vitoriosa caminhada das HQs nacionais.

A grande aventura

Até o início dos anos 30 do século passado, a garotada contava apenas com uma publicação periódica: O Tico-Tico, fundada em 1905 e editada pelo semanário O Malho, cujo forte eram as traduções e adaptações da revista francesa Belles Images ou páginas dominicais de jornais norte-americanos. De resto, o imaginário infanto-juvenil era apenas povoado pelas novelas do rádio ou pelas matinês dos cinemas.

Adolfo Aizen era o redator-chefe de O Malho e de O Tico-Tico. Em 1933, a convite do Comitê de Imprensa do Touring Club do Brasil, viajou aos Estados Unidos. Ali, visitou as redações dos principais jornais. No Daily News, do Grupo Hearst, conheceu o King Features Syndicate, o maior distribuidor de tiras em quadrinhos do mundo e ficou encantado com a novidade. Segundo suas próprias palavras:

- Chegando lá, encontrei Flash Gordon em grande forma e logo me ocorreu a idéia de publicar as suas histórias no Brasil. De volta, procurei o Luís Peixoto e lhe pedi para que me levasse ao João Alberto, dono do jornal A Nação.

Segundo o filho Naumim, Adolfo, na verdade, antes procurara Roberto Marinho, redator-chefe de O Globo, oferendo-lhe sociedade no empreendimento, mas recebeu uma resposta desalentadora:

- Ora, Aizen, isso é história para crianças!

Resultado: em 14 de março de 1934, A Nação trouxe encartado um Suplemento Infantil, editado pelo Grande Consórcio de Suplementos Nacionais, com periodicidade semanal e um monte de defeitos. As duas cores na capa apresentavam chapadas mal cobertas e o vacilo dos primeiros passos era evidente. Entretanto, já o primeiro número estampou capa de J. Carlos (José Carlos de Brito e Cunha, 1884-1950), que viria a ser o maior ilustrador da América Latina. Na última página, Os Exploradores da Atlântida ou As Aventuras de Roberto Sorocaba, de A. Monteiro Filho, considerada a primeira HQ brasileira com a técnica então usada nos EUA.

A garotada adorou e o sucesso foi enorme, apesar das deficiências. Tanto que, a partir do n.º 15, o SI virou Suplemento Juvenil, desligando-se de A Nação para seguir carreira própria. Em 1937, ganhou um "irmãozinho": Mirim.

O curioso é que isso tudo custou muito pouco a Adolfo Aizen, em termos de direitos autorais. Explica-se: como, até então, nenhum jornal brasileiro mostrara interesse na publicação de historietas em quadrinhos, ainda mais em capítulos, o material ficara abandonado nos escritórios do representante do King Features no Brasil. Este, então, ofereceu-o de brinde a Adolfo, desde que ele passasse a comprar a produção nova. Quer dizer: Aizen não apenas conquistou o direito de publicar no País os melhores quadrinhos norte-americanos, como ainda ganhou de presente o estoque de mais de um ano.

Pelo Suplemento passaram, entre outros, Flash Gordon, Buck Rogers, Brick Bradford, Mandrake, Jim das Selvas, Dick Tracy, Tarzan, Príncipe Valente, Terry e os Piratas, Sobrinhos do Capitão, Reizinho, Popeye, Pinduca e Mutt & Jeff.

Além de J. Carlos e Monteiro Filho, vários foram os desenhistas que se iniciaram no Suplemento e em Mirim: Queiroz, Theo, Santa Rosa, Yantok, Tarsila do Amaral, Antônio Euzébio, Carlos Thiré, Belford, Fernando Dias da Silva e Gutemberg Monteiro.

"O Suplemento Juvenil foi o primeiro marco na história da imprensa de quadrinhos no Brasil, em bases criativas, menos amadorísticas do que O Ju-quinha, O Cômico Infantil e O Tico-Tico" - registraria o jornalista Sérgio Augusto, o primeiro crítico de gibis do país, emendando: "Foi com o aparecimento do Suplemento Juvenil que surgiram os suplementos coloridos dos jornais, as tiras diárias e uma indústria, de cujos méritos destaco dois: a luta contra o analfabetismo e a criação de novas oportunidades no campo jornalístico".

Futuro império ataca

Estranhamente, em meados de 1939, o King Feature Syndicate deixou de renovar o contrato com Adolfo Aizen, preferindo entregá-lo a O Globo. E os principais personagens do Suplemento Juvenil e de Mirim transferiram-se para O Globo Juvenil e Gibi. Até hoje essa história não foi bem esclarecida. É sabido, porém, que Aizen recebeu uma rasteira de Roberto Marinho. Sabe-se, também, que isso magoou profundamente o editor. Contudo, não foi capaz de afetar-lhe o caráter. Tanto é que ele, como satisfação a seus leitores, fez questão de encerrar a publicação do capítulo de Flash Gordon no Suplemento com o seguinte aviso: A continuação desta história sairá no "Globo Juvenil".

Naumim Aizen revela, em Literatura em Quadrinhos no Brasil (Nova Fronteira, 2002), que, quando o novo gênero de leitura começou a fazer sucesso, Roberto Marinho propôs a seu pai efetivarem aquela sociedade que antes descartara. Aí foi a vez de Adolfo Aizen recusar a proposta. Marinho, então, teria terminado a conversa com uma advertência:

- Você vai se arrepender!

D’O Lobinho à EBAL

O Suplemento Juvenil e Mirim ainda durariam seis meses, mas a perda dos principais heróis tornaram a situação insustentável. Acresceu o fato de que era tempo de guerra e começou a faltar papel de imprensa. A Adolfo Aizen não restou alternativa senão vender o controle do consórcio para a editora A Noite. A empresa tinha Lobinho e Aizen foi convidado para dirigi-la. Era maio de 1940. Ele acrescentou um "O" ao título da revista, que passou a chamar-se O Lobinho, e reiniciou a numeração.

Em 18 de maio de 1945, em meio à euforia geral pelo término da guerra, Adolfo Aizen viu que estava na hora de ter a sua própria casa e fundou a Editora Brasil-América Ltda., a EBAL, então sediada na Av. Rio Branco, no Centro do Rio. A princípio, tentou mudar de linha e se dedicou à edição de livros; depois, lançou a revista Seleções Coloridas, impressa na Argentina, com os personagens de Walt Disney. Mas o resultado não foi o esperado. Em 1947, voltou definitivamente aos quadrinhos e lançou a primeira revista brasileira com aventuras completas: O Herói, impressa em rotogravura na Imprensa Nacional. Em seguida, vêm Superman, Idílio, Edição Maravilhosa e Epopéia. Em 1953, Aizen edita, em edição de luxo, A Bíblia.

A essa altura, a EBAL já conta com sede e oficinas próprias, no bairro de São Cristóvão, na então Rua Abílio (depois, General Almério de Moura). E novos lançamentos vão se sucedendo: Aí, Mocinho!, Tarzan, Mindinho, Reis do Faroeste, Quem Foi? Zorro, Super X, Pequenina, Batman, Ciência em Quadrinhos, Série Sagrada, Roy Rogers, Popeye, Pinduca, Cinemin...

Em 1957, começa a série Grandes Figuras, com a quadrinização da biografia de brasileiros ilustres, como Machado de Assis, Rondon, Osvaldo Cruz, Santos Dumont, José Bonifácio e outros. Dois anos depois, sai a coleção Biografias em Quadrinhos, focalizando, entre outros, Colombo, Marconi, Maria Curie e Chopin. Paralelamente, edita o primeiro volume de História do Brasil em Quadrinhos, sempre com texto e ilustrações de autores e artistas nacionais.

Houve meses em que a Brasil-América chegou a colocar no mercado cinqüenta revistas diferentes.

Clássicos ilustrados

Mas a maior obra de Adolfo Aizen talvez tenha sido a publicação dos grandes clássicos da literatura mundial e, especialmente, a quadrinização de romances brasileiros. Foram duzentos títulos, alguns com inúmeras reedições, por meio dos quais a criançada tomou conhecimento de José de Alencar, Joaquim Manuel de Macedo, Bernardo Guimarães, José Lins do Rego, Gilberto Freire e Jorge Amado. Pedro Anísio assinou a maioria das adaptações, cabendo a André Le Blanc, José Geraldo, Gutemberg Monteiro, Manuel Victor Filho, Ivan Washt Rodrigues, Aylton Thomaz, Ramón Llampayas, Nico Rocco e Eugênio Colonnese os desenhos.

Ao prefaciar a adaptação de Menino de Engenho, para o centésimo número de Edição Maravilhosa, José Lins do Rego confessou:

"Leio o meu próprio romance (...), com figuras que Le Blanc idealizou o chego a me emocionar como se estivesse num universo alheio à minha criação. Sinto que a história pula das páginas com um vigor extraordinário. A caracterização que o ilustrador impôs à narrativa tem mesmo coração e alma (...)".

Para a versão de Gabriela, Cravo e Canela, Jorge Amado escreveu:

"Há muita gente que tem preconceitos contra as histórias em quadrinhos e algumas me aconselham a não permitir tal adaptação. (...) Estou plenamente satisfeito com essas adaptações e penso que elas só têm feito aumentar o público de meus livros".

Ao final de cada edição, Aizen fazia questão de enviar um recado para o leitor:

"Se você gostou, procure ler o próprio livro, adquirindo-o em qualquer livraria. E organize a sua biblioteca - que uma boa biblioteca é sinal de cultura e bom gosto".

A revista durou até o n.º 200 (dezembro de 1961), com Pedra Bonita, de José Lins do Rego, capa e desenhos de Manuel Victor Filho.

Nosso herói-maior

Estive uma vez na Rua Gen. Almério de Moura, 302/320, o "Reino Encantado das Histórias-em-Quadrinhos". Adolfo Aizen, em pessoa, recebeu-me com a mesma atenção e carinho com que recebia centenas de caravanas de jovens alunos de escolas cariocas e fluminenses. Era uma pessoa encantadora. Apresentou-me a seus diretores, os filhos Paulo Adolfo e Naumin e Fernando Albagli. E levou-me a conhecer toda a editora, das salas de produção às oficinas e seções de acabamento e expedição, ciceroneado pelo jovem estagiário Otacílio d’Assunção Barros, que viria a se tornar cartunista e editor de quadrinhos, entre eles a edição nacional de Mad.

O velho editor tinha muito orgulho da sua EBAL, que, por mais de três décadas, foi a maior editora do continente a publicar exclusivamente quadrinhos. "Construída com trabalho, amor, abnegação e fé" -como fazia questão de dizer.

Em 1984, a EBAL não renovou o contrato com a DC Comics e intensificou a produção de livros infantis. As HQs completavam 50 anos de publicação no Brasil, mas as vendas não recomendavam novos investimentos no setor por parte da Editora Brasil-América brava de guerra. E os super-heróis foram "sentar praça" na Abril, de São Paulo. Jamais voltariam, porém, a registrar tiragens de mais de 100 mil exemplares, como nas décadas de 50 e 60.

Adolfo Aizen faleceu a 10 de maio de 1991, um mês antes de completar 84 anos. E embora tenha sido agraciado com inúmeros troféus, entre os quais o Prêmio Yellow Kid - Uma Vida Dedicada aos Quadrinhos (Lucca, Itália, 1975), ainda está por receber a homenagem que merece do Brasil.

Resta parodiar o velho mestre: este foi apenas um aperitivo. Se você gostou, leitor, procure conhecer toda a obra de Adolfo Aizen e faça dela um exemplo.

Saturday, March 6, 2010

CRIADOR DA MÔNICA

ENTREVISTA DADA A REVISTA SELEÇÕES Reader,s Digest
DE FEVEREIRO DE 2003
POR LUCIA RITO.

















Monday, August 18, 2008

CRIADOR DO TIO PATINHAS







Carl Barks (27 de Março de 1901-25 de Agosto de 2000) foi um famoso ilustrador dos estúdios Disney e criador de arte seqüencial, responsável pela invenção de Patópolis e muitos de seus habitantes: Tio Patinhas (1947), Gastão (1948), Irmãos Metralha (1951), Professor Pardal (1952), Maga Patalógika (1961) e outros. A qualidade de seus roteiros e desenhos lhe rendeu os apelidos O Homem dos Patos e O Bom Artista dos Patos. O autor de quadrinhos Will Eisner o chamou de "Hans Christian Andersen dos quadrinhos".
Barks nasceu em Merrill, Oregon, filho de William Barks e sua esposa Arminta Johnson. Ele tinha um irmão mais velho chamado Clyde. Seu avô paterno se chamava David Barks e seus avós maternos eram Carl Johnson e Suzanna Massey, mas além disso pouco se sabe sobre seus antepassados.

Infância

De acordo com a descrição de Carl de sua infância, ele era uma criança bastante só. Seus pais possuíam uma milha quadrada (2,6 km²) de terra que serviu como sua fazenda. O vizinho mais próximo vivia a meia milha (800 m), mas ele era mais como um conhecido dos pais de Barks do que um amigo. A escola mais próxima ficava a aproximadamente duas milhas (3 km) e Carl tinha que caminhar aquela distância diariamente. A área rural tinha poucas crianças, porém, e Barks se lembrou que sua escola só tinha mais uns oito ou dez alunos.
As lições iam das nove horas da manhã às quatro horas da tarde, quando ele tinha que voltar à fazenda. Lá ele não tinha ninguém para conversar, pois seus pais estavam ocupados e ele tinha pouco em comum com seu irmão.
Em 1908, William Barks (em uma tentativa para aumentar a renda familiar) se mudou com sua família para Midland, Oregon, algumas milhas ao norte de Merril, por ser mais próxima das (então novas) linhas da estrada de ferro. Ele estabeleceu uma fazenda de criação de gado e vendia sua produção para os matadouros locais.
Clyde, de nove anos, e Carl, de sete, lá trabalharam por longas horas. Mas Carl se lembrou mais tarde que a multidão que se reuniu na feira de Midland deixou nele uma impressão muito forte. Isto era de se esperar, pois ele não estava acostumado a multidões. De acordo com Carl, o que mais chamou sua atenção foram os vaqueiros que freqüentavam o mercado com seus revólveres, davam apelidos estranhos um ao outro e tinham senso de humor.
Antes das 1911, eles tinham tido êxito suficiente para se mudar para Santa Rosa, Califórnia. Começaram cultivando legumes e montaram alguns pomares. Infelizmente, os lucros não eram tão altos quanto William esperavam e a família começou a ter dificuldades financeiras. A ansiedade de William provavelmente foi o que causou seu primeiro colapso nervoso.
Assim que William se recuperou, tomou a decisão de voltar para Merrill. O ano era 1913, e Carl já tinha doze anos; mas, devido às mudanças freqüentes, não tinha ainda conseguido completar a escola primária. Retomando seus estudos, Carl conseguiu se formar em 1916.
1916 serviu como um momento decisivo na vida de Carl por várias razões. Primeiro, Arminta, sua mãe, morreu neste ano. Segundo, seus problemas de audição, que já existiam, ficaram sérios a ponto de Carl ter dificuldade para escutar o que os professores diziam. Sua audição ficaria cada vez pior, mas ele ainda não tinha comprado um aparelho auditivo; mais à frente, ele não poderia passar sem um aparelho. Em terceiro lugar, a escola secundária mais próxima da fazenda ficava a 8km, e mesmo que ele se matriculasse provavelmente sua má audição traria problemas de aprendizagem. Muito decepcionado, Barks teve que decidir parar com sua educação escolar. Na ocasião ele era um adolescente bastante tímido e melancólico. Não seria muito diferente no resto de sua vida.

De trabalho em trabalho

Barks começou a se ocupar com vários trabalhos, sem muito sucesso: fazendeiro, lenhador, torneiro, condutor de mulas, vaqueiro e impressor. Ao mesmo tempo ele interagiu com colegas que tinham disposição satírica até diante das maiores dificuldades. Carl diria mais tarde que, se não fosse o humor em suas vidas atribuladas, eles teriam enlouquecido. Daí em diante Carl adotaria essa atitude diante da vida, o que influiria na criação de seus personagens mais conhecidos: Pato Donald e Tio Patinhas.
Donald vagueia de trabalho em trabalho, habitualmente sem sucesso, no que era inspirado pelas próprias experiências de Carl. Até quando tinha êxito, era apenas um sucesso temporário antes de outra decepção para o pato. Carl também estava familiarizado com essa situação.
A diferença principal de Patinhas para Donald, de acordo com Carl, é que o primeiro enfrentara as mesmas dificuldades no passado, mas com inteligência, determinação e trabalho duro, ele conseguiu a tudo superar. Ou como o próprio Patinhas diria a Huguinho, Zezinho e Luisinho: sendo mais duro que os durões e mais esperto que os espertalhões. Até mesmo nas histórias vividas no presente Patinhas trabalharia para resolver seus muitos problemas, embora freqüentemente as histórias mostrassem que seus esforços constantes pareciam fúteis afinal. Além disso, Scrooge era bastante semelhante a seu criador, parecendo tão melancólico, introspectivo e reservado quanto ele.
Através dos dois personagens Carl mostraria seu senso de humor sarcástico. O período difícil na vida do artista parece tê-lo ajudado a amoldar muitas de suas visões sobre a vida expressas por suas criações.

O artista profissional

Ao mesmo tempo, Carl tinha começado a pensar sobre como transformar um passatempo em profissão: desenhar. Desde sua infância ele passava seu o tempo livre desenhando com qualquer material que pudesse encontrar. Ele tentou melhorar seu estilo copiando os desenhos dos artistas de histórias em quadrinhos dos jornais. Buscou criar suas próprias expressões faciais, figuras e situações cômicas, mas quis estudar o estilo e o uso de cores e tons dos mestres artistas.
Entre seus primeiros favoritos esteva Winsor McCay (conhecido pelo Pequeno Nemo) e Frederick Burr Opper, mas estudou todos os estilos que chamaram sua atenção.
Aos dezesseis anos ele era basicamente autodidata, mas decidiu tomar algumas lições por correspondência. Só seguiu as primeiras quatro lições, mas teve que parar porque o trabalho tomava muito de seu tempo. Porém, segundo o próprio Barks, as lições se mostraram muito úteis na melhora de seu estilo.
Em dezembro de 1918 ele deixou a casa dos pais para procurar trabalho em São Francisco, Califórnia. Ele trabalhou durante algum tempo em uma pequena editora enquanto tentava vender seus desenhos a jornais e outras publicações, mas não teve muito sucesso.
Após dois anos sem êxito Barks volta ao Oregon e se casa em 1923.
Foi depois para Roseville, por cinco anos, desenhou para uma empresa chamada Pacific Fruit Express. Em 1928, trabalhava como desenhista de charges para a revista Calgary Eye-Opener de Minneapolis.
Barks fez uma reestilização do pato, arredondando seu corpo e diminuindo o bico. Além de um estilo mais alegre
Fonte: Wikipédia
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Ayres
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Wednesday, March 5, 2008

CRIADORES DO ASTERIX





Nascido em abril de 1927, Itália, Uderzo é muito novo quando vai para a França. Sua vocação para desenhar começou quando ele estava no jardim de infância, com uma ilustração muito apreciada da fábula "O Lobo, a ovelha e o cordeiro. Quando ele tinha sete anos, ele passou tempo com Guy l'Eclair* e Popeye*, devorou a primeira tiragem da revista de Mickey Mouse e começou a desenhar suas próprias estórias. Com sua primeira caixa de lápis de cor, ele pintou a grama de vermelho e os troncos de árvore de verde e descobriu que era cego para cores - isso o impediu de pintar, mas não de desenhar.
Quando ele tinha treze anos, ele foi contratado para um período de testes de dois meses pela Societé Parisian d’Edition*, onde ele trabalhou por um ano. Em seus escritórios, ele encontrou Alain Saint-Ogan e o grande Calvo, que o colocou sob sua asa e olhou sobre seus primeiros trabalhos. Esse era o começo de um sonho e o fim da escola: Uderzo era completamente auto-didata, sem, de maneira alguma, ficar orgulhoso disso. Ele então se tornou um operador de máquinas para um feitor de violinos em Menilmontant, quando ele aprendeu solda com oxiacetileno por detrás dos moinhos de vento em Pantin, enquanto sonhava à noite em ser um desenhista de animações durante o dia, porque ele tinha acabado de descobrir os primeiros filmes animados de Walt Disney.
Em 1945, em resposta a um anúncio da editora les Editions du Chêne*, que estava fazendo um concurso de histórias em quadrinhos, ele inventou Clopinard*, um velho soldado de uma perna só que dizia que sua vida longa se devia ao fato de ele ter comido grandes quantidades de pólvora - um tipo de poção mágica. Contratado como um "estepe" por um estúdio de filmes animados, ele percebeu que a linha de montagem - ele era pago por peça - não era para ele.
Em 1946, ele criou Arys Buck*, Prince Rollin* e Belloy* na nova OK Magazine*. Arys Buck é um príncipe lindo e muito forte para quem Uderzo já tinha inventado um alter-ego pequeno e feio, com um nariz grande e um elmo com asas...
Quando ele voltou do serviço militar, todos os empregos estavam preenchidos e ele terminou como um artista-repórter para France Dimanche*, onde ele ilustrou itens novos. Então France Soir* o contratou para uma série chamada O Crime não Compensa. Era 1950 e Uderzo comprou seu primeiro carro, um Simca 5, que foi seguido por um Peugeot 202 conversível, depois um Traction Avant. Um perpétuo amante de carros, ele comprou sua primeira Ferrari em 1975 e se tornou presidente do Clube Ferrari francês em 1978.
Contratado por World Press* em Bruxelas, ele conheceu Hubinon e Charlier, com os quais ele mais tarde continuou sua série Belloy que ele tinha posto de lado em 1948. Foi nos escritórios parisienses do World Press que ele ficou entediado com sua mesa de desenhos, e encontrou Goscinny: era o começo, timidamente no início, de uma amizade duradoura. Trabalhando juntos para a coluna Etiquette* de Bonne Soirees, eles mais tarde criaram Jehan Pistolet* e Luc Junior* para a Libre Junior*, o suplemento de domingo da Libre Belgium*. Em 1951, eles criaram Oumpah-pah para uma recepção de indiferença geral: o quadrinho não foi publicado até 1958 no Journal de Tintin*.
Em 1959, Uderzo e Goscinny criaram Asterix para a primeira edição de Pilote*. No primeiro esboço, Asterix é um valente guerreiro com um corpo forte mas é repentinamente transformado em um tipo de baixinho reclamão e piadista. Já Obelix, ele viu sua cintura expandir enquanto os anos se iam... Desse momento em diante, Uderzo trabalhou em um ritmo incrível de 5 páginas por semana: três para Pilote* (Tanguy* e Asterix), duas para o Journal de Tintin* (Oumpah-pah). Por causa disto, ele às vezes tinha cãibras de escritor... Mais tarde, esmagado pelo sucesso de Asterix, ele deu Tanguy* para Jije.
Em 1974, Dargaud, Goscinny e Uderzo criaram o estúdio Idéiafix, que finalmente fez o sonho do pequeno suburbano "Bebert's" se realizar: fazer filmes animados. Quando Goscinny morreu em 1977, Uderzo estava novamente só e triste na sua mesa de desenhos. Mas ele decidiu (para nossa felicidade) continuar a grande aventura de Asterix e em 1979 ele criou a companhia de edição Editions Albert Rene*. Ele escreveu e desenhou cada nova estória sozinho, levando mais ou menos três meses para a estória e os diálogos e seis meses para os desenhos.
Desde que Asterix nasceu, para as trinta histórias diferentes que venderam mais de 280 milhões de cópias pelo mundo, Uderzo fez mais de 14.000 desenhos!





Uderzo(esquerda) Goscinny (direita)

Nascido em 1926, Paris, René Goscinny começa, com 17 anos, como escritor aprendiz numa agência de publicidade na Argentina. Chegando em 1954 aos Estados Unidos, ele é empregado numa agência comercial e, em 1948, se torna cartunista num estúdio onde estão trabalhando, entre outros, Harvey Kurtzman, Will Elder and John Severin.
De volta à Europa em 1951, ele escreve e desenha para o impresso Dick Dicks*. Durante os anos 50, René Goscinny escreve um grande número de roteiros: Junior*para Uderzo de 1954 a 1957, Lucky Luke* de 1955 até sua morte para Morris em SPIROU*; a partir de 1956, em TINTIN*, ele cria ou dá continuidade a diversos heróis, como Spaghetti* para Attanasio, Strapotin* para Berck, Prudence Petitpas* para Marèchal, Modeste et Pompon* para Franquin, Oumpah-pah* para Uderzo em 1958, etc.
Ele também escreve: Lili Mannequin* para Will em 1957 no PARIS-FLIRT; Le Capitaine Bibobu*, que ele também desenha, em 1955 e 1956 no RISQUE-TOUT; Pistolin* para Hubinon entre 1955 e 1958; La Fée Aveline* para Coq no JOURS DE FRANCE em 1960. No RECORD, onde ele escreve Record et Véronique* para Will, ele lança em 1962 Iznogoud* com Tabary. Ele é também o escritor de Petit Nicolas ilustrado por Sempé.
Em 1959 com Charlier e Uderzo, Goscinny cria a HQ PILOTE*. Ele se torna o redator chefe de PILOTE* quando essa HQ começa a ser editada por Dargaud. É em conseqüência dessa HQ que, para Albert Uderzo, ele escreve Asterix, o Gaulês. Além de seu trabalho como roteirista, Goscinny teve um papel importante na evolução dos quadrinhos na Europa.
Asterix (em francês: Astérix) é uma personagem de histórias em quadrinhos criada em 1959 na França por Albert Uderzo e René Goscinny. Após o falecimento de Goscinny, Uderzo deu continuidade ao trabalho, com a colaboração de Sylvie, filha de Uderzo.
As histórias de Asterix foram traduzidas para mais de 100 idiomas, sendo populares ao redor da Europa, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, América do Sul, África e Ásia. Porém não são muito conhecidas nos Estados Unidos e Japão.
Até aos dias de hoje foram lançados 33 álbuns com o personagem, um dos quais é uma compilação de histórias curtas. Asterix também inspirou 11 adaptações para o cinema (8 animações e 3 com atores), jogos, brinquedos e um parque temático.










Monday, February 11, 2008

CRIADOR DE BETTY BOOP


Max Fleischer


Max Fleischer



Betty Boop é uma personagem de desenho animado
que apareceu nas séries de filmes Talkartoon e Betty Boop, produzidas por Max Fleischer e distribuídas por Paramount Pictures.

Max Fleischer nasceu em 1883 e faleceu em 1972.

Max Fleischer começou seus próprios estúdios de animação, chamados Fleischer Studios. junto com seus irmãos Dave e Joe Fleischer.

Betty Boop, Bimbo e Koko foram os primeiros personagens de Fleischer Studios. Seu criador Max Fleischer inventou o "método de produzir os desenhos animados de movimentação". Sua invenção para os seus desenhos foi os processos stereóticos, construídos por John Burks, no qual utilizavam-se recortes de cenários de papelão montados em uma mesa giratória, onde os desenhos são colocados.

Em 1933, os Fleischer Studios formaram contrato com o King Features Syndicate (gigante empresa de quadrinhos), para produzir os desenhos animados do Popeye, e para o lançamento de licensing de Betty Boop.

Mais tarde, em 1941, os Fleischer Studios formaram parceria com a DC Comics, para a produção de desenhos animados do Super-Homem.

Produziram os longa-metragens Senhor Inseto vai para a Cidade, e As Viagens de Guliver, e os filmetes do Popeye: Popeye Contra Sindbad o Marujo, Popeye Contra Ali Babá e os 40 Ladrões, e Popeye e sua Lâmpada Maravilhosa.

Em 1942, quando os seus fundadores Max, Dave e Joe Fleischer se aposentaram, a Paramount Pictures comprou seus Fleischer Studios, mudando seu nome para Famous Studios (criadora dos Harveytoons), tendo como proprietários os antigos animadores de Fleischer: Seymour Kneitel e Isadore Sparber.

O Famous Studios produziu desenhos até 1967, como novos episódios do Popeye e Super-Homem, os Noveltoons ( com Gasparzinho, Herman e Katnip, Huguinho, Herbert, Black Lamb, Audrey, etc. ), Luluzinha de Marge e os Puppetoons de George Pal.

Em 1960, o Famous Studios mudou seu nome para Paramount Cartoon Studios, e em 1967, fechou suas portas, quando a Paramount foi adquirida por Guf-Western.

Fonte:Wikipédia

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Ayres

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Sunday, February 3, 2008

CRIADOR DOS PRIMEIROS QUADRINHOS DO BRASIL









Angelo Agostini (Vernate, 1833Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1910) foi um desenhista italiano que firmou carreira no Brasil. Um dos primeiros cartunistas brasileiros, foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado.
Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com dezesseis anos, veio para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.
Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostino ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.
O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II. Aqui colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, Nhô-Quim, ou Impressões de uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.
Fundou, em 1 de janeiro de 1876, a Revista Ilustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista de quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.
Fonte: Wikipédia
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Saturday, February 2, 2008

CRIADORES DE TEX




Gian Luigi Bonelli

Gian Luigi Bonelli (Milão, 22 de dezembro de 1908Alexandria, 12 de janeiro de 2001) foi um editor e autor italiano de arte seqüencial, conhecido como "O Pai de Tex"

Leitor voraz desde jovem, apreciando, principalmente, os romances de mestres como Jack London, Robert Louis Stevenson, Julio Verne, Emilio Salgari, entre outros.

Vagou pela Europa, com pouco dinheiro no bolso, trabalhando nos mais diversos ofícios para ganhar pão, desde cortar lenha numa fazenda até ingressar no boxe (atuando, inclusive, como treinador de lutadores profissionais). Como sua principal criação, o ranger Tex, "possuía uma percepção de valores imediata, fruto de uma cultura surgida numa juventude vivida com austeridade", como disse Decio Canzio, grande amigo de Bonelli.

Sua carreira literária começa no início dos anos 30, escrevendo histórias para o Corrieri dei Piccoli, tradicional publicação italiana, e artigos para o Giornale Illustrato dei Viaggi. Nos anos 30, Bonelli fez títulos variados para a Editora Saev, como Jumbo e Rin-tin-tin e escreveu seus primeiros roteiros, que foram desenhados por Rino Albertarelli e Walter Molina.

Roteirista e criador de dezenas de personagens, passa por várias empresas, até abrir a sua própria editora, reformulando então publicações importantes como L'Audace. O ano de 1948 marcaria para sempre a sua vida.

Por ser um grande admirador das histórias do velho oeste americano, Bonelli cria, em parceria com Aurelio Gallepini, o personagem Tex. Ao mesmo tempo, também criava "Occhio Cupo", uma revista quinzenal de formato grande, mais cara que a média dos gibis da época. No entanto, é Tex, gibi fino e pequeno, com apenas 32 páginas (uma tira por página), em um formato parecido com um "talão de cheques, que atinge o coração dos leitores italianos, projetando G. L. nacional e internacionalmente.

Continuou escrevendo roteiros para muitas outras histórias e criou outros personagens, antes e depois de Tex, como O Justiceiro do Oeste, Ipnos, O Ladrão de Bagdá, A Patrulha dos Sem-Medo, Plutos, Os Três Bil, El Kid, Lobo Kid e Ringo, só para citar alguns. Entretanto, aos poucos, Bonelli precisa se dedicar mais e mais ao personagem Tex, que exigia cada vez mais do seu tempo.

As próprias atividades editoriais são transferidas para a família: sua esposa Tea Bonelli (falecida em 2000) passa a cuidar da administração, enquanto ele prepara o filho Sergio, que em pouco tempo se torna o editor responsável por um pool de empresas que publicam alguns dos melhores quadrinhos do gênero.

G.L. Bonelli faleceu aos 92 anos devido a problemas de pulmões e de coração. A última história escrita por ele foi "Il medaglione spagnolo", publicada em fevereiro de 1991 (no Brasil TEX-323 - O Medalhão Espanhol), uma aventura iniciada por ele e terminada por outras mãos. Como ele mesmo gostava de se definir foi "um romancista emprestado aos quadrinhos e jamais devolvido".

Fonte:Wikipédia


Tex


Aurelio Galleppini

Aurelio Galleppini, ou apenas Galep, foi o desenhista que deu forma a Tex.

Nascido em Casale di Pare, em 20 de agosto de 1917, província de Grosseto, desde criança Galep gostava de desenhar e pintar e seus temas favoritos eram cavalos e filmes mudos do velho oeste.

Galep vive até os 19 anos na Sardenha e tempos depois abandona seus estudos para dedicar-se à pintura e aos quadrinhos. Um de seus primeiros trabalhos profissionais foi a realização de desenhos animados para o mercado alemão. Logo após, passa a fazer ilustrações para diversas revistas.

Fez também ilustrações para contos e capas de uma publicação infantil para o jornal Marc'Aurelio e colaborou com Modelina, um suplemento feminino do Mattino Ilustratto. Em 1938 foi requisitado pela Editora Mondadori e fez sua estréia em quadrinhos desenhando as histórias de Pino, il Mozzo e Le Perle del Mar d'Oman. Nesse período cria também quadrinizações de romances.

Em 1940 Galep passa a trabalhar com o editor Nerbini, em Florença, para a revista L'Avventuroso. Galep também passou a produzir roteiros que, em tempos de guerra, eram submetidos à censura de Roma. Foi nessa época que ele encurtou o nome para Galep e trabalhou até ser recrutado para um forte, em Cagliari.

Depois que a 2ª guerra mundial terminara, Galep dedica-se à pintura e passa a ministrar aulas em dois colégios de Cagliari, até Nerbini chamá-lo para adaptar Pinóquio e alguns episódios de Mandrake. Em junho de 1948 Galep muda-se para Milão, onde dedica-se inteiramente num novo projeto com G.L. Bonelli, então na Editora Audace.

Ambos criaram Occhio Cupo e algum tempo depois Galep desenhou o primeiro roteiro de Tex. Inicialmente, as 32 tiras semanais que compunham cada edição de Tex eram produzidas inteiramente por Galep, mas este, aos poucos, vai sendo obrigado a recorrer à ajuda de amigos como Virgílio Muzzi e Francesco Gamba, que se revezam com ele, ora fazendo os esboços, ora finalizando seu lápis.

Além desses dois, Galep passa a contar também com a colaboração de Mario Uggeri, Guido Zamperoni e Lino Jeva. E, graças a esses bravos assistentes, consegue levar a cabo, por quase 20 anos, a tarefa de produzir um episódio de 32 tiras por semana

Entretanto, depois de 1967, quando a produção aumenta radicalmente - agora são 110 páginas por mês, cada uma com três tiras, já não é possível contar apenas com amigos que colaboram nos momentos de sobrecarga, mas sim ter outros desenhistas que se revezem com ele realizando episódios inteiros.

Começa, assim, uma nova e áurea fase de Tex, com Galep ilustrando todas as capas e as principais aventuras da série. Nesta nova etapa ele realiza outras histórias, entre elas "O Homem do Texas", da série Um Homem, Uma Aventura e a quadrinização de Pinóquio e ainda As Viagens de Gulliver. Tendo sempre como personagem principal o próprio Tex, Galep seguiu produzindo até 1994, quando faleceu no dia 10 de março.

Fonte: Portal TexBR

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CRIADOR DE FLASH e desenhista de Adam Strange ou Joe Comêta, no Brasil.

CAPA E UMA AVENTURA COMPLETA DE JOE COMETA
DESENHADA POR INFANTINO.


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Nascido em 24/5/1925, E.U.A.)
Carmine Infantino, em foto recente.


Carmine Infantino, foto dos anos 60.
Pelo jeito, a valorização do artista nos EUA , na época, era ótima! Veja a expressão de satisfação no rosto do artista!



Carmine Infantino desenhou as estórias de Joe Cometa, nome dado no Brasil para Adam Strange, na revista HOMEM NO ESPAÇO, da editôra O CRUZEIRO.


Carmine Infantino participaram tanto a Escola de Artes e Industrial de Arte Estudantes League, em Nova York. He entered the comic field as the illustrator of Timely's 'Jack Frost' in 1942. Ele entrou na banda desenhada campo como o ilustrador de atempada's "Jack Frost", em 1942. In 1946, he began illustrating the 'Ghost Patrol' for National, and for this company he also did work on 'The Flash', 'Johnny Thunder', 'Green Lantern' and 'Black Canary'. Em 1946, ele começou a ilustrar a "Ghost Patrol 'para Nacional e, por essa empresa ele também fez trabalhos sobre" O Flash "," Johnny Thunder "," Green Lantern "e" Black Canárias ". In 1950s Infantino changed his drawing style from angular and rough to a design strongly influenced by the fine-line illustrations of pulp artists Edd Cartier and Lou Fine . Em 1950 Infantino mudou seu estilo de desenho angular e grosseira a uma concepção fortemente influenciada pela fina linha ilustrações de celulose artistas Edd Cartier e Lou Fine.
Infantino o melhor trabalho é o reanimaram versão de "O Flash", que ele chamou de onze anos, de 1956 a 1967. During this period, he also drew the comics 'Adam Strange', 'Deadman', 'Fire Hair' and 'Batman'. Durante este período, ele também chamou a quadrinhos "Adam Strange", "Deadman", "Fire Hair" e "Batman". From 1967 to the late 70s, he worked respectively as editorial director for DC Comics and as a publisher. De 1967 a finais dos anos 70, ele trabalhou, respectivamente, como diretor editorial para DC Quadrinhos e como editor. He edited titles like 'Bomba', 'Bat Lash', 'Captain Marvel', 'The Shadow', 'Green Lantern/Green Arrow' and the 'Tarzan' comic books. Ele editou títulos como "Bomba", "Bat Lash", "Capitão Marvel", "The Shadow", "Green Lantern / Green Arrow" e "Tarzan" comic books.
Ele foi posteriormente activa para Warren e Marvel. In 1982, Infantino took on 'The Flash' once again, and worked on 'V' and 'Red Tornade'. Em 1982, assumiu Infantino "O Flash", mais uma vez, e trabalhou em "V" e "Red Tornade". In recent years, he has been living in semi-retirement, drawing only occasionally for comic books. Nos últimos anos, ele foi viver em semi-reforma, recorrendo apenas ocasionalmente para comic books. He has, for instance, worked on the daily 'Batman' strip with William Messner-Loebs and John Nyberg in 1990-91. Ele tem, por exemplo, trabalhou no diário 'Batman' strip com William Messner-Loebs e John Nyberg em 1990-91.

Texto traduzido pelo computador.

Fonte: Lambiek Comiclopedia