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Saturday, January 26, 2008

CRIADOR DE TIO PATINHAS, PROFESSOR PARDAL, GASTÃO. METRALHAS, ETC.




Carl Barks (27 de Março de 1901-25 de Agosto de 2000) foi um famoso ilustrador dos estúdios Disney e criador de arte seqüencial, responsável pela invenção de Patópolis e muitos de seus habitantes: Tio Patinhas (1947), Gastão (1948), Irmãos Metralha (1951), Professor Pardal (1952), Maga Patalógika (1961) e outros. A qualidade de seus roteiros e desenhos lhe rendeu os apelidos O Homem dos Patos e O Bom Artista dos Patos. O autor de quadrinhos Will Eisner o chamou de "Hans Christian Andersen dos quadrinhos".

Barks nasceu em Merrill, Oregon, filho de William Barks e sua esposa Arminta Johnson. Ele tinha um irmão mais velho chamado Clyde. Seu avô paterno se chamava David Barks e seus avós maternos eram Carl Johnson e Suzanna Massey, mas além disso pouco se sabe sobre seus antepassados.

Infância

De acordo com a descrição de Carl de sua infância, ele era uma criança bastante só. Seus pais possuíam uma milha quadrada (2,6 km²) de terra que serviu como sua fazenda. O vizinho mais próximo vivia a meia milha (800 m), mas ele era mais como um conhecido dos pais de Barks do que um amigo. A escola mais próxima ficava a aproximadamente duas milhas (3 km) e Carl tinha que caminhar aquela distância diariamente. A área rural tinha poucas crianças, porém, e Barks se lembrou que sua escola só tinha mais uns oito ou dez alunos.

As lições iam das nove horas da manhã às quatro horas da tarde, quando ele tinha que voltar à fazenda. Lá ele não tinha ninguém para conversar, pois seus pais estavam ocupados e ele tinha pouco em comum com seu irmão.

Em 1908, William Barks (em uma tentativa para aumentar a renda familiar) se mudou com sua família para Midland, Oregon, algumas milhas ao norte de Merril, por ser mais próxima das (então novas) linhas da estrada de ferro. Ele estabeleceu uma fazenda de criação de gado e vendia sua produção para os matadouros locais.

Clyde, de nove anos, e Carl, de sete, lá trabalharam por longas horas. Mas Carl se lembrou mais tarde que a multidão que se reuniu na feira de Midland deixou nele uma impressão muito forte. Isto era de se esperar, pois ele não estava acostumado a multidões. De acordo com Carl, o que mais chamou sua atenção foram os vaqueiros que freqüentavam o mercado com seus revólveres, davam apelidos estranhos um ao outro e tinham senso de humor.

Antes das 1911, eles tinham tido êxito suficiente para se mudar para Santa Rosa, Califórnia. Começaram cultivando legumes e montaram alguns pomares. Infelizmente, os lucros não eram tão altos quanto William esperavam e a família começou a ter dificuldades financeiras. A ansiedade de William provavelmente foi o que causou seu primeiro colapso nervoso.

Assim que William se recuperou, tomou a decisão de voltar para Merrill. O ano era 1913, e Carl já tinha doze anos; mas, devido às mudanças freqüentes, não tinha ainda conseguido completar a escola primária. Retomando seus estudos, Carl conseguiu se formar em 1916.

1916 serviu como um momento decisivo na vida de Carl por várias razões. Primeiro, Arminta, sua mãe, morreu neste ano. Segundo, seus problemas de audição, que já existiam, ficaram sérios a ponto de Carl ter dificuldade para escutar o que os professores diziam. Sua audição ficaria cada vez pior, mas ele ainda não tinha comprado um aparelho auditivo; mais à frente, ele não poderia passar sem um aparelho. Em terceiro lugar, a escola secundária mais próxima da fazenda ficava a 8km, e mesmo que ele se matriculasse provavelmente sua má audição traria problemas de aprendizagem. Muito decepcionado, Barks teve que decidir parar com sua educação escolar. Na ocasião ele era um adolescente bastante tímido e melancólico. Não seria muito diferente no resto de sua vida.

De trabalho em trabalho

Barks começou a se ocupar com vários trabalhos, sem muito sucesso: fazendeiro, lenhador, torneiro, condutor de mulas, vaqueiro e impressor. Ao mesmo tempo ele interagiu com colegas que tinham disposição satírica até diante das maiores dificuldades. Carl diria mais tarde que, se não fosse o humor em suas vidas atribuladas, eles teriam enlouquecido. Daí em diante Carl adotaria essa atitude diante da vida, o que influiria na criação de seus personagens mais conhecidos: Pato Donald e Tio Patinhas.

Donald vagueia de trabalho em trabalho, habitualmente sem sucesso, no que era inspirado pelas próprias experiências de Carl. Até quando tinha êxito, era apenas um sucesso temporário antes de outra decepção para o pato. Carl também estava familiarizado com essa situação.

A diferença principal de Patinhas para Donald, de acordo com Carl, é que o primeiro enfrentara as mesmas dificuldades no passado, mas com inteligência, determinação e trabalho duro, ele conseguiu a tudo superar. Ou como o próprio Patinhas diria a Huguinho, Zezinho e Luisinho: sendo mais duro que os durões e mais esperto que os espertalhões. Até mesmo nas histórias vividas no presente Patinhas trabalharia para resolver seus muitos problemas, embora freqüentemente as histórias mostrassem que seus esforços constantes pareciam fúteis afinal. Além disso, Scrooge era bastante semelhante a seu criador, parecendo tão melancólico, introspectivo e reservado quanto ele.

Através dos dois personagens Carl mostraria seu senso de humor sarcástico. O período difícil na vida do artista parece tê-lo ajudado a amoldar muitas de suas visões sobre a vida expressas por suas criações.

O artista profissional

Ao mesmo tempo, Carl tinha começado a pensar sobre como transformar um passatempo em profissão: desenhar. Desde sua infância ele passava seu o tempo livre desenhando com qualquer material que pudesse encontrar. Ele tentou melhorar seu estilo copiando os desenhos dos artistas de histórias em quadrinhos dos jornais. Buscou criar suas próprias expressões faciais, figuras e situações cômicas, mas quis estudar o estilo e o uso de cores e tons dos mestres artistas.

Entre seus primeiros favoritos esteva Winsor McCay (conhecido pelo Pequeno Nemo) e Frederick Burr Opper, mas estudou todos os estilos que chamaram sua atenção.

Aos dezesseis anos ele era basicamente autodidata, mas decidiu tomar algumas lições por correspondência. Só seguiu as primeiras quatro lições, mas teve que parar porque o trabalho tomava muito de seu tempo. Porém, segundo o próprio Barks, as lições se mostraram muito úteis na melhora de seu estilo.

Em dezembro de 1918 ele deixou a casa dos pais para procurar trabalho em São Francisco, Califórnia. Ele trabalhou durante algum tempo em uma pequena editora enquanto tentava vender seus desenhos a jornais e outras publicações, mas não teve muito sucesso.

Após dois anos sem êxito Barks volta ao Oregon e se casa em 1923.

Foi depois para Roseville, por cinco anos, desenhou para uma empresa chamada Pacific Fruit Express. Em 1928, trabalhava como desenhista de charges para a revista Calgary Eye-Opener de Minneapolis.

Barks fez uma reestilização do pato, arredondando seu corpo e diminuindo o bico. Além de um estilo mais alegre

Fonte: Wikipédia

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Ayres

ayresbr@hotmail.com

ayresbr

CRIADOR DE FERDINANDO






All Capp - 28/10/1908--1979

Alfred Gerald Caplin, mais tarde conhecido como Al Capp, nasceu em New Haven, Connecticut, no ano de 1909. No meio de uma família de artistas, Capp aprendeu a desenhar bem antes de aprender a ler. Seu irmão Elliot viraria, mais tarde, roteirista de histórias em quadrinhos.

Aos dezenove anos Al Capp arrumou seu primeiro emprego como desenhista, desenhando a tira Colonel Gilfeather para a Associated Press. O emprego durou até que Capp foi substituído por um desenhista iniciante chamado Milton Caniff.

Estando no olho da rua, Al Capp recebeu um convite de Ham Fisher -criador da famosa tira Joe Palooka - para trabalhar com ele. Pelo acordo verbal ele passaria a receber uma porcentagem em direitos autorais pelas suas contribuições, além do salário normal. E para isso não era necessário pôr sua assinatura no material. Nessas condições Capp começou a trabalhar para Fisher aumentando a, já enorme, popularidade da tira. Com o tempo descobriria que tinha sido enganado.

Após sair do estúdio de Fisher, Al Capp andou de syndicate em syndicate oferecendo uma tira de sua própria criação, Li’l Abner. Finalmente as portas do United Features Syndicate se abriram para ele e a primeira tira foi publicada no dia 20 de agosto de 1934.

Li’l Abner - Ferdinando no Brasil - tinha como cenário o fictício lugar de Dogpatch, nas montanhas de Kentucky. Lá viviam os Yokum. Mamãe Chulipa, a matriarca, tinha o soco mais forte da região. Lucifer, o pai, em contraste, era um tremendo frouxo. O pequeno Abner - Ferdinando - tinha o rosto de Henry Fonda, o corpanzil de John Wayne, a ingenuidade de um jumento e uma namorada de tirar o fôlego, Daisy Mãe.

Enquanto a tira de Li’l Abner crescia e crescia em popularidade, Capp se viu envolvido em problemas de outra natureza. Ele nunca esquecera como Ham Fisher tinha se aproveitado de sua inexperiência. Este sentimento se transformou, com o passar dos anos, num ódio feroz. Isto ficou evidente quando, em julho de 1950, Capp colocou Li’l Abner como desenhista fantasma de um profissional inescrupuloso dos quadrinhos, Mr Happy Vermin (O Verme Feliz). Não era necessário ser muito esperto para dar nome aos bois. Ele ainda escreveu para a revista Atlantic Monthly um artigo intitulado I remember Monster. Não faltava mais nada.

A resposta de Fisher, que já estava em franca decadência, foi totalmente descabida. Ele chegou a apresentar desenhos, supostamente feitos por Capp, das personagens de Li’l Abner em posições pornográficas. Houve uma investigação e se comprovou que aquilo era uma absurda falsificação. Sobrou para Fisher que, mesmo sem admitir sua culpa, viu-se expulso da National Cartoonist Association.

Humilhado até os ossos, Fisher acabou se suicidando.Capp era uma personagem controversa. Acusara Fisher de tê-lo explorado quando trabalhava como desenhista-fantasma para ele, mas isto não impediu de fazer o mesmo com outros desenhistas. Em seu estúdio desenhistas como Bob Lubbers e Frank Frazetta faziam todo o trabalho, deixando só o espaço para Capp desenhar o rosto de Abner.

Al Capp morreu em 6 de novembro de 1979, dois anos depois de ter desenhado a última tira de Li’l Abner.



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Ayres
ayresbr@hotmail.com

Thursday, January 24, 2008

CRIADOR DE PRÍNCIPE VALENTE





Harold Foster



Texto de:
Mario Latinowww.graphiqbrasil.com
Foster nasceu no ano de 1892 em Halifax, Canadá. Na juventude ele fora caçador, pescador, guarda florestal, vendedor de jornal e até boxeador antes de optar pelo desenho.

Foster se iniciou como desenhista contando unicamente com suas próprias habilidades. Elaborou catálogos e cartões postais para uma firma que os vendia pelo correio. Foi um período duro, pois já estava casado e com dois filhos.

Em 1921, percebendo que suas habilidades inatas não eram suficientes, decide estudar desenho. Matriculou-se em Chicago, no Instituto de Arte, na Academia de Belas Artes e na Academia Nacional. Fez o curso noturno já que de dia era necessário trabalhar. Graças a seu afinco e ao talento inegável, rapidamente arranjou trabalho na a revista Popular Mechanics. Ainda fez cartazes para o Chicago Motor Club. Pouco ou nada sabia das tiras em quadrinhos que eram publicadas nos jornais.

Por isso, quando recebeu o convite para desenhar Tarzan ficou surpreso. Ele mesmo diz nas suas memórias: "Em 1929, veio a Depressão Econômica e, por algum tempo, o trabalho de propaganda ilustrada que eu fazia parou. Tinha algum dinheiro investido em ações e perdi quase tudo. Foi então que surgiu Joseph Neebe, que conhecia meu trabalho em publicidade. Ele queria que eu desenhasse Tarzan... Ilustrei o primeiro volume da obra daquele escritor (Burroughs), depois lançado em tiras por muitos jornais... logo Joe Neebe veio me procurar, propondo que eu fizesse Tarzan aos domingos. No início não queria aceitar. Achava que estava prostituindo minha arte, fazendo Tarzan como uma verdadeira página de quadrinhos. Então, me dei conta que estávamos na Depressão, tinha uma família para sustentar e passávamos dificuldades. Assim fiz a página dominical de Tarzan de 1931 a 1937. O trabalho, a princípio, me desagradava, mas à medida que comecei a receber cartas de admiradores mudei minha idéia a respeito dos quadrinhos..."
O trabalho que Foster fez em Tarzan foi pioneiro em vários sentidos. Como desenhista, tinha liberdade para modificar o roteiro. Negou-se rotundamente a fazer gigantescos gorilas de mais de trezentos quilos balançando-se em frágeis galhos. Mas seu maior mérito foi emprestar técnicas da narrativa cinematográfica. Ele foi o primeiro desenhista de histórias em quadrinhos que utilizou planos, ângulo de câmera, campo e contra-campo. Seu desenho, extremamente realista e vigoroso, deu às histórias uma autenticidade fortalecida pela exaustiva pesquisa de ambientes, vestuário e costumes. Antes dele, ninguém nos quadrinhos tinha feito algo parecido.
Foster estava cansado de desenhar uma tira cujo controle não lhe pertencia. Tinha em mente uma aventura que transcorresse na Idade Média, mas o United Feature não estava muito aberto a essa proposta. Finalmente o King Features topou a idéia. Assim nasceu o Príncipe Valente.
Sendo Príncipe Valente uma história medieval, o trabalho de pesquisa - vestuário, armas, modo de vida, castelos, regras de conduta e organização da Cavalaria Andante - era cansativa. Chegava a exigir até 50 horas de trabalho semanal para fazer uma única prancha dominical. Como em Tarzan, Foster dispensou o uso do balão, para tornar suas narrativas mais limpas, com cenários cuidadosamente elaborados e com uma cronologia quase exata dos personagens.
Príncipe Valente foi um sucesso desde o início, sendo publicada em infinidade de jornais, além de ser traduzida para o francês, italiano, espanhol, alemão e português. As histórias foram recopiladas pela Hasting House em 7 volumes. Até houve um filme adaptando suas aventuras com o canastrão Robert Wagner no papel-título.

Enquanto desenhava as aventuras do Príncipe Valente, Foster ainda encontrava tempo para publicar uma tira de três quadros ao pé da história principal, chamada Medieval Castle onde narrava os costumes da época.
Em 1958 Foster foi premiado com o REUBEN, algo assim como o "Oscar dos quadrinhos".
Enquanto desenhava as aventuras do Príncipe Valente, Foster ainda encontrava tempo para publicar uma tira de três quadros ao pé da história principal, chamada Medieval Castle onde narrava os costumes da época.
Em 1958 Foster foi premiado com o REUBEN, algo assim como o "Oscar dos quadrinhos".
Em 1971, com mais de 1700 pranchas no seu haver, Foster achou que estava na hora do retiro. Assim, passou o controle da história para John Collen Murphy, desenhista de Big Ben Bolt. Murphy começou fazendo um trabalho à altura, mas com o passar dos anos a qualidade da história decaiu bastante, até ser cancelada nos anos 80.

Pelo conjunto da sua obra, Foster ainda foi nomeado Cavaleiro do Império Britânico, caso único nas HQ. Foster morreu em Miami no ano de 1982, dias antes de completar 90 anos.

ayresbr@hotmail.com

Friday, December 21, 2007

CRIADOR DOS SOBRINHOS DO CAPITÃO










Rudolfh Dirks



Rudolfh e seu filho John Dirks, que continuou desenhando os Sobrinhos do capitão.


Rudolfh Dirks
26/2/1877, Germany-20/4/1968, EUA
Nascido em Heide, Alemanha, Rudolph Dirks transferido para Chicago com os seus pais com a idade de sete. Até 1894, ele já estava vendendo cartoons para Juiz e revista Life. Ele foi contratado pelo New York Journal em 1897. Seu editor pediu-lhe para criar uma faixa que poderia competir com a popularidade do 'O Yellow Kid "por Outcault, que foi publicada num jornal rival, o New York World. Dirks chegou-se com 'A Katzenjammer Kids ", uma faixa fortemente inspirado pelo" Max und Moritz "por Wilhelm Busch. A faixa foi uma das primeiras bandas a usar um elenco permanente e uma moldura seqüência. Também featured ballons discurso, em que Dirks feita hilariante utilização de gírias alemão (por exemplo, "Katzenjammer" stands para ressaca).
Em 1912, Dirks queria ir para a Europa para dedicar-se à pintura, e sua alma foi tomada dele pelo editor William Randolph Hearst. A lendária batalha judicial seguida, depois que Dirks recuperou-se o direito de chamar a sua caracteres, mas o uso do título manteve o direito exclusivo do jornal. Esta batalha tornou-se um precedente para muitos problemas com os seus desenhistas, em jornal ou sindicato. O resultado foi que o artista Harold Knerr continuou a 'Katzenjammer Kids' strip no New York Journal, enquanto Dirks retomada reaberta a faixa no New York World sob o título' Hans und Fritz ". Ele mais tarde renomeado para ela "O Capitão e as crianças", por causa do sentimento anti-alemão durante a Primeira Guerra Mundial I.

Dirks aposentados, em 1958, deixando "O Capitão e os Kids' para seu assistente e filho, John Dirks. Um pioneiro no jornal americano tiras de seu estilo gráfico e seu uso de texto em balões, e serviu de fonte de inspiração para várias gerações de novos artistas quadrinhos, Rudolph Dirks morreu em 1968 com a idade de 91.

John Dirks é filho de quadrinhos pioneiro Rudolph Dirks, criador de "O Katzenjammer Kids. Ele estudou Inglês e Belas Artes na Yale University of New York, onde ele obteve o seu diploma em 1939. Ao mesmo tempo apareceu em seu primeiro ilustrações Le Collier's e o sábado Evening Post. Após a II Guerra Mundial, quando ele foi um capitão do Exército os E.U., Dirks assumiu livro ilustração. Ele também começou a ajudar seu pai sobre a "O Capitão e os Kids' comic (mais conhecido como o" Katzenjammer Kids). Ele assumiu completamente o conjunto de seu pai em 1958 e ele continuou até 1979.

O texto acima foi traduzido do inglês pelo computador.
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Ayres
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Thursday, November 29, 2007

CRIADOR DO MUNDO DISNEY


Walt Disney

Walt Disney nasceu no dia 5 de dezembro de 1901, em Chicago, nos Estados Unidos. Passou a maior parte de sua infância numa fazenda em Marceline, no Missouri. Foi um período muito difícil para o menino, devido aos castigos impostos pelo pai, Elias Disney, homem bastante severo. Depois de descobrir que não tinha uma certidão de nascimento, alimentou a idéia de que era filho adotivo. Esse fato iria influenciar algumas de suas atitudes posteriormente.

Aos 16 anos, começou a estudar arte. Como não havia atingido a maioridade, falsificou algumas assinaturas a fim de alistar-se no Exército durante a Primeira Guerra Mundial. Foi enviado à França, onde passou a dirigir ambulâncias da Cruz Vermelha.

De volta aos Estados Unidos, matriculou-se na "Kansas City Arts School". Foi iniciado na Ordem DeMolay, a qual freqüentou por muitos anos.

Em seguida, trabalhou em algumas agências publicitárias. A seguir, entrou para uma companhia cinematográfica, na qual ajudava a fazer os cartazes de propaganda dos filmes.

Walt Disney também pertenceu ao Movimento Escoteiro.

Com o irmão Roy e o amigo Ub Iwerks, criou a pequena produtora "Laugh-O-Gram", que animava contos de fadas. Esses desenhos animados eram exibidos no cinema local antes dos filmes. Em 1923, mudaram-se para Hollywood, em Los Angeles. Em Hollywood, Walt Disney contatou com a distribuidora de filmes M. J. Wrinkler, dizendo que o seu estúdio de animação tinha diversos filmes para vender. Wrinklers não só aceita a oferta como também aceita pagar 1500 dólares por cada filme.

Depois angariar dinheiro, adquirir material, contratar pessoal e arranjar pessoal, Walt começa a fazer planos: Alice, uma série em que uma rapariga convivia com personagens e cenário animado. Foi durante este tempo de imenso trabalho em que Walt conheceu sua futura esposa, Lilian Bonds. Depois de Alice, veio Oswald, o coelho sortudo, um grande sucesso que levou à reavaliação dos valores dos contratos quanto aos preços dos filmes. Foi para Nova Iorque, onde foi apanhado de surpresa. O patrão para quem Walt desenhou Alice e Oswald, roubou-lhe os personagens, a equipa de desenhistas e as encomendas, porque as mesmas não foram assinadas em seu nome. Walt enviou um telegrama ao irmão dizendo que tudo estava certo e para não se preocupar, pois ele já tinha em mente uma personagem espetacular: Mickey Mouse


Para superar a fase difícil e contornar os prejuízos, Walt Disney criou Mickey Mouse em 1928. O camundongo, desenhado a partir de uma série de círculos, provou ser ideal para o desenho animado e se tornaria o personagem de maior sucesso dos estúdios Disney. Nessa época, a produtora passou a ser mais bem organizada: Roy cuidava da parte financeira, Walt produzia e dirigia, e Iwerks desenhava.

Em 1927, já se havia inventado o filme sonoro. Poucos anos depois, inventou-se o filme colorido. Disney e seus assistentes utilizaram as novas técnicas com muita imaginação.

O primeiro desenho sonorizado foi "Steamboat Willie", de 1928. No início, o próprio Walt dublava o Mickey. Surgiram, em seguida, outros personagens para contracenar com o famoso camundongo: Pato Donald, Pateta e Pluto.

De 1929 a 1939, Disney produziu uma série de desenhos chamada "Silly Symphonies"(Sinfonias Tolas), a primeira colorida. Mickey estrelava esses filmes ao lado dos novos personagens. O desenho "Flowers and Trees", dessa série, recebeu o primeiro Oscar para um desenho animado. Infelizmente, Pot Powers, um dos maiores sócios de Walt, manipulou o valor dos bilhetes para enriquecer. A jovem empresa Disney prosseguiu, um pouco empobrecida, mas Walt tinha uma carta na mão: o primeiro longa-metragem sonoro e a cores.

Fonte: Wikipédia (Você encontra mais informações na enciclopedia virtual, Wikipédia)

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